<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294</id><updated>2012-02-16T10:57:06.238-08:00</updated><category term='O amor da sua vida-principe ou sapo'/><category term='o que o casamento me ensinou sobre o amor.'/><category term='Decisão e escolhas no amor.'/><category term='Amar é...'/><category term='Não tente mudar o outro.Mude você'/><category term='A difícil arte de amar'/><category term='A cilada de acreditar no falso amor'/><category term='O segredo da chave do coração de uma mulher'/><category term='Razões para manter o sexo na lista de prioridades'/><category term='Sapos e principes.'/><category term='A misteriosa sexualidade feminina'/><category term='Ele trabalha demais'/><category term='Problemas no relacionamento é o medo'/><category term='Eu sou eu você e você é você -ser um é ser plural ser nós dois é ser singular.'/><category term='Vale a pena trocar o certo pelo duvidoso'/><category term='video-Amar é a capacidade de suportar sofrimentos'/><category term='Como manter um relacionamento verdadeiro'/><category term='carinho'/><category term='O amor não acaba nós é que mudamos.'/><category term='Você quer um amor'/><category term='custe o que custar?'/><category term='Amor e paixão são atos revolucionários'/><category term='Amar Até Pode Dar Certo... Mas Dói'/><category term='O Jeito deles'/><category term='Pare de procurar por alguém... atraia-o'/><category term='O que é o amor'/><category term='Frustrada na vida a dois? Cuidado com o sequestro sentimental'/><category term='As projeções no outro.'/><category term='DOIS NÃO BRIGAM&quot;.'/><category term='Quando os príncipes viram sapos'/><category term='Os Feitos e Efeitos Colaterais do Ciúme'/><category term='Você sabe do que seu coração precisa'/><category term='Semelhante atrai semelhante'/><category term='Férias'/><category term='O amor não termina o amor é abandonado.'/><category term='video-Amar é inevitável'/><category term='Amar errado'/><category term='Amor de simbiose'/><category term='Ciúme'/><category term='Briga de casal .'/><category term='Para quem tem medo de perder seu amor.'/><category term='Quase tudo sobre o amor'/><category term='Cafajeste como identificá-los.'/><category term='Quando A Mulher Age Somente Com As Emoções'/><category term='Complicações do Amor e Amor Patológico'/><category term='Medo de Perder'/><category term='Brigas de amor'/><category term='Amor de verdade'/><category term='Cumplicidade.'/><category term='Amor dura a vida inteira.'/><category term='CASAMENTO ATÉ QUE A MORTE OS SEPARE'/><category term='Amar é sofrer?'/><category term='Todo mundo quer amor'/><category term='Enfrentando a dor da traição'/><category term='Solitude.'/><category term='AMOR   E  LOUCURA'/><category term='O equilíbrio entre a liberdade e a ligação nas relações íntimas.'/><category term='video-Caranguejo apaixonado'/><category term='Será que idealizo muito o meu parceiro'/><category term='No fundo do poço.'/><category term='Mentiras no Relacionamento.'/><category term='Não acredito em alma Gêmea'/><category term='NO AMOR: SERÁ QUE EXISTE LIMITE ENTRE A LOUCURA E A RAZÃO'/><category term='Diga que ama Se você ama'/><category term='Amor começa tarde'/><category term='Os gestos revelam se ele está mesmo a fim de você'/><category term='Selinho de ouro -Mimo de amiga é mais que lega.'/><category term='SAIA DA CONDIÇÃO DE VÍTIMA'/><category term='Caminhos para reconhecer um amor verdadeiro'/><category term='O Segredo do Casamento.'/><category term='HOMENS COM BARRIGA'/><category term='Ódio e amor são dois pólos de um fenômeno'/><category term='Quem ama respeita.'/><category term='Entregue-se ao amor.'/><category term='Eu aprendi a aprender e você?'/><category term='Apaixonamento.'/><category term='PESSOAS FRIAS'/><category term='O amor ou o dinheiro?'/><category term='Amor e paixão.'/><category term='Meu BLOG recebeu selinho lindo.'/><category term='A Solidão a Dois'/><category term='Relacionamentos'/><category term='Seu marido te faz feliz'/><category term='A mulher vive pelo amor  e para o amor'/><category term='Rompa com o passado'/><category term='video-Pra parar de pensar e só sentir'/><category term='video-Cupido faz o amor acontecer'/><category term='Sobre o Triângulo Amoroso'/><category term='Você é apaixonada ou grudenta?'/><category term='Desejo que você ame.'/><category term='Amor é liberdade'/><category term='Coisas do Amor'/><category term='A pessoa errada'/><category term='Método reconquistar  video'/><category term='Namorados psicopatas -  Verdadeiros lobos em pele de cordeiro.'/><category term='Até que a morte .'/><category term='Separação conjugal: essa dor tem fim'/><category term='A difícil convivência com o Perverso'/><category term='AME E DÊ VEXAME'/><category term='Desencontro'/><category term='Amor e Casamento: Uma Parceria Difícil'/><category term='Estamos com fome de amor'/><category term='Adultério'/><category term='Fizeram a gente  acreditar ...'/><category term='Viciadas em paixão'/><category term='Relacionamento adulto'/><category term='Streap-tease'/><category term='Não escolha ser só.'/><category term='&apos;Ficar&apos; Um Sintoma de Fragmentação do Amor'/><category term='O que é mais estressante: ser solteiro ou casado?'/><category term='Derrota perda separação Término'/><category term='Depende emocionalmente do outro.'/><category term='A arte de gostar de mulher'/><category term='Amor não correspondido.'/><category term='Quando o cupido exagera na dose.'/><category term='Tudo demais é veneno.'/><category term='Amar é a capacidade de tirar prazer das coisas simples da vida'/><category term='video-Escrevi cartas de amor ridículas'/><category term='Se você não consegue fazer o que deve'/><category term='O amor acabou ou ele  nunca existiu'/><category term='Paixão é doença'/><category term='Cuidado com as pessoas que te amam'/><category term='A natureza nos ensinando: QUANDO UM NÃO QUER'/><category term='Você tem certeza de que sabe amar'/><category term='O Casamento Inteligente'/><category term='HOMEM E MULHER E SEUS VÍNCULOS SECRETOS.'/><category term='Coisas de casal-video'/><category term='quando o amor vira doença'/><category term='Síndrome do Comportamento de Hospedagem'/><title type='text'>Coisas  de  casal  .</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>135</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-2757636096407479841</id><published>2012-01-15T10:02:00.000-08:00</published><updated>2012-01-15T10:14:09.612-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A difícil convivência com o Perverso'/><title type='text'>A difícil convivência com o Perverso</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="320" src="http://vaniafrazao.blog.uol.com.br/images/adeus_imagem.jpg" width="293" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;"o perverso é aquele que se consagra a tapar o buraco no Outro"(Lacan)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"... o desejo perverso não é uma pergunta, mas uma resposta, pois o perverso sabe o que quer e isso deve ser a base da arrogância perversa, que o faz convencido de saber a verdade escondida." (Miller)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arrogante, vaidoso, narcisista, sempre dono de si, não media as palavras ao magoar as pessoas. Principalmente o gênero feminino, como um autêntico misógino, eram críticas sobre a aparência, os cabelos se estavam secos, sobre o peso, a idade e etc. Por vezes, me sentia em uma saia justa diante de uma situação deselegante em algum evento social. Ele sempre tinha razão, sabia tudo e discutia de todos os assuntos abordados no meio. Mas, também, sabia ser simpático e sedutor, o que fazia com que as pessoas não guardassem suas mágoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não somente, suas críticas ácidas eram dirigidas à terceiros, por muitas vezes fui escolhida perante os amigos para ser a vítima de tais críticas. O ciúme era proferido com atitudes grosseiras. Suas vontades estavam sempre em primeiro lugar, a não ser quando existia um interesse velado que o fazia tornar-se gentil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existia a menor possibilidade de discutir a relação, quando me sentia insatisfeita, eis que ele sempre tinha argumentos respaldados em subterfúgios imediatos. Levando a cair por terra qualquer manifestação de opinião. Com o passar do tempo passei a evitar qualquer tipo de conversa séria que fosse relativa à nossa relação, me calando e evitando conflitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava diante de um marido perverso e, como tal, estava ciente da sua personalidade, mas jogava todo o peso de seus defeitos nas minhas costas. Ele sempre tinha razão, e quando era pego numa mentira invertia o jogo e muitas vezes me manipulava se fazendo de vítima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, me anulando e me calando para evitar conflito permaneci numa zona de conforto e, acabei exercendo o lugar masoquista patológico dessa relação sado-masoquista. Mas, no momento em que passei a me impor e rebater as acusações infundadas, me tornando autora da minha vontade, passei a não ser mais útil ao desejo do sádico. &lt;br /&gt;Assim, um dia porém, do nada, ele decidiu ir embora. Mas, saiu exercendo toda a bagagem de crueldade perversa me acusando de todos os erros, defeitos, acusações de infidelidade e egoísmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Claudine Garcy)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;Perversos são demoníacos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"No caminho para o hotel, Mônica tomou a decisão de escrever o primeiro artigo da sua vida(...) Ia falar da perversidade. Seu objetivo era chamar a atenção das mulheres para o perigo de se apaixonarem por um perverso narcisista. O artigo mostraria quais são os sinais que uma mulher pode perceber num homem, assim que o relacionamento se inicia, e antes que ela fique à mercê do perverso. "No mínimo", pensava Mônica, "poderei evitar outras mortes." Esta idéia a fez respirar fundo e sentir-se melhor consigo mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Técnicas para identificação de um perverso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Identificando o perverso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda mulher sonha em ser esposa e mãe. Esses desejos são naturais, intuitivos, existem no inconsciente coletivo e passam para a mente feminina enquanto ainda está em formação no útero materno. Entretanto, a mulher não se torna esposa e mãe sozinha. Por isso, desde o início da humanidade, como assim nós a conhecemos, a mulher busca encontrar seu parceiro, seu companheiro, a pessoa com quem irá passar o resto da sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, com freqüência maior do que se pode supor, esse provável parceiro não tem os mesmos objetivos da mulher. Na realidade, ao entrar no relacionamento, seus objetivos são apenas sua satisfação pessoal e sexual, é apenas o desejo de dominar a mulher, de mantê-la como refém, como escrava. Ao perceber a diferença de metas, a mulher sofre e acaba tornando-se vítima num relacionamento em que esperava encontrar a felicidade. Sendo assim, é importante que, antes de se deixar enredar na teia do amor, a mulher tome certos cuidados que poderão, no mínimo, evitar sofrimento pelo resto da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como reconhecer um homem perverso? Vamos dar a seguir alguns alertas da perversidade.&lt;br /&gt;DURANTE O ENREDAMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Ele a deixa escolher tudo, desde o lugar aonde irão até o que vão comer. Nesse momento ele está traçando o seu perfil ao mesmo tempo em que esconde o dele.&lt;br /&gt;· Apresenta-se como injustiçado, uma pessoa que sofreu por falta de amor, de apoio, e teve que construir tudo sozinho; na maioria das vezes isso é verdade, embora ele esteja estimulando seu instinto maternal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Apesar do conhecimento recente, ele apressa as coisas, falando prematuramente em morar juntos, e até em casar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Quase não fala. Limita-se a concordar com o que a outra pessoa diz, prestando atenção em tudo. Quando, eventualmente alguma pergunta lhe é dirigida, a resposta não é clara. "Não sei", "talvez", "às vezes", "de vez em quando", "pode ser".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Aceita ir a reuniões sociais, sair com amigos, visitá-los ou convidá-los para sua casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Usa frases do tipo "não vivo sem você", "vamos ficar juntos para sempre, não importa o que acontecer", para envolvê-la.&lt;br /&gt;NA FASE INICIAL DE PERVERSIDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Diz que a vida longe de você não faz sentido; e ele está falando sério, entretanto isso não é amor, é obsessão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Começa a evitar reuniões sociais, sair com amigos, visitá-los ou convidá-los para sua casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Fica aborrecido com freqüência e você se vê desfazendo mal-entendidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Não admite recusas, sua vontade tem que ser satisfeita a qualquer custo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Chama por você e exige que você pare o que está fazendo para atendê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Tem humor instável, e deixa você aflita por nunca saber o que vai detonar uma crise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Suas mentiras começam a aparecer. Mente tanto que se esquece do que falou e, quando você o questiona sobre a veracidade do que está falando, age como se você fosse uma criminosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Tem ciúme de suas amigas, do telefone, ou de qualquer coisa ou pessoa que tome seu tempo. Quer você sempre disponível só para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Convence-a de que é um bom administrador e, caso você trabalhe, faz com que lhe entregue seu próprio dinheiro para ele administrar. Inicialmente, dá-lhe provas de que é realmente bom administrador financeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· É capaz de mentir, distorcer fatos, palavras, e inventar situações que nunca existiram, ou mesmo, criar provas falsas de que está com a razão, e só vocês dois sabem que ele está mentindo.&lt;br /&gt;COM A PERVERSIDADE INSTALADA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As da fase anterior e mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Agride-a verbalmente, faz ameaças para magoar, embaraçar ou restringir sua liberdade; e, quando discutem, baixa o nível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Faz inúmeras perguntas encadeadas apenas para intimidar, sem o objetivo real de saber as respostas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Usa o dinheiro para controlar todos os aspectos da sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Quebra coisas, dá socos na parede, e usa violência simbólica, como rasgar fotos ou destruir seus objetos pessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Não admite rejeição. O relacionamento vai durar, enquanto ele quiser. Você só se libertará, quando ele assim o quiser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Minimiza os acessos de raiva, como se cada um fosse uma exceção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Faz você acreditar que não é violento, e que você é a responsável pelas perdas de controle dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Culpa os outros pelos próprios ataques. É você que o leva à loucura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· É capaz de se mostrar frágil fisicamente. Apenas você conhece a verdadeira força de um louco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você que é jovem, e sonha encontrar um homem para dividir a sua vida e ser pai dos seus filhos, não desista dos seus sonhos. Esse homem existe, se você procurar, acabará encontrando-o. Mas seja esperta. Não aceite o primeiro buquê de flores que lhe for oferecido. Ao menor sinal de perversidade, caia fora! Fuja como se tivesse visto o próprio demônio (sob muitos aspectos, você viu mesmo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demore bastante na fase de namoro, de preparação do casamento. Mesmo os mais espertos perversos às vezes se traem. E quando isso acontecer, não encare como exceção. Comportamentos perversos não são exceção!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observe pequenas coisas, detalhes. Veja como seu namorado trata as pessoas mais humildes. Não se conhece um homem antes de pelo menos um ano de convivência. Sua felicidade depende da sua vigilância. Vigilância permanente deve ser o seu lema!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Leila Sodero Rezende e Vania Crespo in Assédio Moral - Entre o Amor e a Perversidade)&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte &amp;nbsp;:&amp;nbsp;&lt;a href="http://mulherasavessas.blogspot.com/search/label/Claudine%20Garcy"&gt;Mulher às avessas&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-2757636096407479841?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/2757636096407479841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=2757636096407479841&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/2757636096407479841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/2757636096407479841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2012/01/dificil-convivencia-com-o-perverso.html' title='A difícil convivência com o Perverso'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-1267343205352750451</id><published>2011-11-08T16:25:00.000-08:00</published><updated>2011-11-12T04:29:39.433-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para quem tem medo de perder seu amor.'/><title type='text'>Para quem tem medo de perder seu amor.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://fbcdn-sphotos-a.akamaihd.net/hphotos-ak-snc7/320885_237130709682021_169330456462047_618725_1470599599_n.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-1267343205352750451?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/1267343205352750451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=1267343205352750451&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/1267343205352750451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/1267343205352750451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/11/para-quem-tem-medo-de-perder-seu-amor.html' title='Para quem tem medo de perder seu amor.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-1225397372747585823</id><published>2011-10-30T06:39:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T06:39:37.685-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu sou eu você e você é você -ser um é ser plural ser nós dois é ser singular.'/><title type='text'>Eu sou eu você e você é você -ser um é ser plural ser nós dois é ser singular.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-q9swHDj3-kQ/Tar2dkp7I1I/AAAAAAAAAIQ/NkgmfO4jT38/s320/eu+amo+vc.jpg" width="320" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;É isso que poderíamos chamar de "desafio do diferente". Ou seja: apesar dos desencontros, das dúvidas, dos desesperos, existe uma espécie de vontade irresistível de se encaixar no outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Maria Helena Matarazzo é sexóloga&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="315" width="420"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wL1g4HbkGfU?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/wL1g4HbkGfU?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Georgia, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;Musica: Eu e Você&lt;br /&gt;letra:Diacono Fabiano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem tudo é aquilo que poderia ser&lt;br /&gt;Se amamos não cobramos&lt;br /&gt;nisso temos que aprender&lt;br /&gt;que o amor não se alimenta na força e no poder&lt;br /&gt;pois quem ama não viola o limite de outro alguém&lt;br /&gt;e nem a qualquer custo submete ao seu querer&lt;br /&gt;no respeito ao nosso amor eu sou eu, você é você&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser um é ser plural&lt;br /&gt;Ser nós dois é singular&lt;br /&gt;Verdades que se unem&lt;br /&gt;Para sempre definir&lt;br /&gt;Que o "nós" só existe&lt;br /&gt;Se a gente entender&lt;br /&gt;Que eu posso ser eu&lt;br /&gt;E voce ser você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-1225397372747585823?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/1225397372747585823/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=1225397372747585823&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/1225397372747585823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/1225397372747585823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/10/eu-sou-eu-voce-e-voce-e-voce-ser-um-e.html' title='Eu sou eu você e você é você -ser um é ser plural ser nós dois é ser singular.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-q9swHDj3-kQ/Tar2dkp7I1I/AAAAAAAAAIQ/NkgmfO4jT38/s72-c/eu+amo+vc.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-6144509247108223439</id><published>2011-10-29T07:14:00.000-07:00</published><updated>2011-10-29T07:14:07.141-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Se você não consegue fazer o que deve'/><title type='text'>Se você não consegue fazer o que deve... (...deve ao menos fazer o que consegue!)</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_p0FoHleQCuE/SnDn7buJfZI/AAAAAAAAAj8/zbWSZ1aW9b0/s320/mal-me-quer.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Por : Rosana Braga&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Esta frase resume minha crença sobre como devemos viver a vida e, especialmente, o amor! Acredito que devemos nos acolher mais do que nos criticar ou castigar por nossos equívocos. Aprendi, na prática, que o acolhimento é, na maioria das vezes, mais eficiente e mais transformador do que a autocrítica impiedosa e reforçadora de nossas dificuldades. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Então, para comprovar a minha percepção, depois de já tê-la usado algumas vezes comigo mesma, resolvi “aplicá-la” em uma amiga. Há algum tempo, ela se queixava para mim sobre o fato de não conseguir se desprender de uma relação que estava lhe fazendo mal, lhe roubando a concentração e principalmente a autoestima. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Sua justificativa sempre recaía sobre um lamento: apesar de saber que já estava mais do que na hora de se livrar daquele relacionamento que não acrescentava nada positivo em sua vida, ela não conseguia dizer o tão necessário “basta!”. Toda vez que surgia uma oportunidade de rever a pessoa com quem ela se relacionava, terminava cedendo ao seu desejo de aceitar o convite. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Logo depois, sentia-se culpada, mal consigo mesma, incapaz de tomar as rédeas de sua própria história e dar um novo rumo para a tal relação. Pegava-se novamente repetindo as mesmas promessas, as mesmas justificativas, as mesmas tentativas de consertar o que ela sabia – pela reincidência das atitudes – que não havia disponibilidade por parte do outro para mudar, como ela gostaria. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;E assim, recorria a mim, compartilhando seus sentimentos de decepção consigo mesma e sua sensação de que, por mais que tentasse, não conseguia fazer com que o outro fosse diferente. Resolvi acolhê-la. E sugiro, agora, que você se acolha! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Pare de se autopunir quando não conseguir fazer o que &lt;u&gt;deve&lt;/u&gt;. Por mais que você já saiba o que precisa ser feito para chegar onde deseja, talvez você ainda não esteja pronto para &lt;u&gt;conseguir&lt;/u&gt; fazer isso. Então, relaxe. Não desista, apenas relaxe. Tenha consciência de que você sabe o que &lt;u&gt;deve&lt;/u&gt; ser feito e que, dia após dia, repetirá carinhosamente qual a atitude a ser tomada, mas, por enquanto, também dia após dia, apenas estará comprometido em fazer o que &lt;u&gt;consegue&lt;/u&gt;! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Quantas vezes já desistimos de fazer o que deveríamos porque percebemos que não conseguíamos? Errado!!! O nível de exigência para conosco não pode ser maior do que nossa maturidade. Ao contrário, é o nosso intuito diário de amadurecer que transforma o desejo de mudar em mudança de fato. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Então, repito: “se você não consegue fazer o que deve, deve ao menos fazer o que consegue!”. E assim, não desistindo de fazer, chegará o dia – mais rápido do que você imagina – em que você conseguirá fazer o que deve, naturalmente, quase sem perceber. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Foi o que aconteceu com minha amiga. Certo dia, ela me contou, feliz da vida, que de repente tinha se dado conta de que aquela relação acabou dentro dela... percebeu que já não sentia vontade de dizer “sim” ao outro, mas sempre “sim” a si mesma. E dizer “sim” a si mesma significava automaticamente dizer “não” a uma relação que só lhe roubava a tranqüilidade, lhe fazia sentir-se diminuída, muito pouco considerada e nada mais feliz. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Mas isso não aconteceu da noite para o dia. Desde quando começamos a conversar sobre isso, mais de seis meses se passaram. No início, ela se martirizava demais toda vez que dizia “sim” aos encontros, às mesmas palavras, aos mesmos pedidos, às mesmas reclamações e aos mesmos resultados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Com as nossas conversas, ela foi se perdoando a cada “sim” e repetindo a si mesma que ela merecia mais, desejava mais, que poderia viver um amor mais inteiro, mais tranqüilo, mais satisfatório... e que deveria desprender-se desta relação falida. No entanto, respeitaria o tempo de seu próprio amadurecimento, fazendo diariamente o que conseguia... até estar pronta para fazer o que devia... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Pois é exatamente isso o que acontece quando a gente se propõe a, afetuosa e respeitosamente se acolher. Paulatinamente, passo a passo, fazendo o que conseguimos, repetindo conscientemente o que deve ser feito, chega o dia em que amadurecemos e, naturalmente, quase sem perceber, fazemos o que deve ser feito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Tente! Veja como você é capaz de chegar onde quer quando descobre que o que deve ser feito passa, antes, por uma seqüência de tentativas que fazem parte fundamental das suas mais importantes conquistas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Lembre-se da resposta do grande Thomas Edison, quando uma repórter lhe perguntou se ele não se sentia frustrado por ter fracassado 999 vezes ter conseguido inventar a lâmpada somente em sua milésima tentativa... E ele sabiamente respondeu: &lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;"n&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;ão fracassei nenhuma vez. Inventei a lâmpada. Acontece que foi um processo de 1.000 passos". &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Não importa quantos passos você dê... desde que saiba que cada um deles faz parte do caminho que o levará até onde você deseja chegar!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-6144509247108223439?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/6144509247108223439/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=6144509247108223439&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/6144509247108223439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/6144509247108223439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/10/se-voce-nao-consegue-fazer-o-que-deve.html' title='Se você não consegue fazer o que deve... (...deve ao menos fazer o que consegue!)'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_p0FoHleQCuE/SnDn7buJfZI/AAAAAAAAAj8/zbWSZ1aW9b0/s72-c/mal-me-quer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-8812440425967087351</id><published>2011-10-06T04:33:00.000-07:00</published><updated>2011-10-06T04:33:07.890-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entregue-se ao amor.'/><title type='text'>Entregue-se ao amor.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 15px; margin-right: 10px; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;img height="194" src="http://4.bp.blogspot.com/-gWmVMuTKT9A/Tcwo09ACPuI/AAAAAAAAALs/xgohgscT_Lo/s400/nhaaa.png" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Por Rossana Braga&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;medo de sofrer é pior do que o próprio sofrimento&lt;/span&gt;&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Se existem verdades absolutas neste mundo, uma delas é que todos nós temos medo de sofrer. Assim, ingenuamente tentamos controlar as situações ao nosso redor, como se isso fosse possível...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; font-size: small;"&gt;Obcecados por esse desejo de nos proteger, gastamos nossa energia e nosso tempo tentando controlar os pensamentos, as atitudes e até os sentimentos das pessoas que amamos e que, sobretudo, desejamos que nos amem.&lt;br /&gt;No entanto, não nos damos conta de que a vida se baseia no imprevisível, no incontrolável, no surpreendente! Nenhum sentimento é garantido, nenhuma conseqüência é revelada antecipadamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; font-size: small;"&gt;O futuro é totalmente incerto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; font-size: small;"&gt;E apesar de tamanha imprevisibilidade, temos em nosso coração toda a possibilidade de conquistarmos o que e quem amamos, o que é muito diferente de controlar, prever ou obter garantias!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; font-size: small;"&gt;Muitas pessoas não conseguem encontrar um amor, não se entregam a uma relação profunda e verdadeira simplesmente porque estão, todo tempo, tentando obter certezas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; font-size: small;"&gt;As perguntas não param de gritar, as dúvidas não têm fim e o medo de se deparar com a dor parece assombrar milhares de corações, impedindo-os de enxergar uma outra possibilidade, tão plausível quanto a de sofrer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;Será que ele me ama? Será que vale a pena perdoar e tentar de novo? Será que ele não vai me trair? Será que não estou sendo idiota? Será que não vou sofrer mais do que se ficar sozinho? Será? Será?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que será, eu responderia com muita tranqüilidade, não importa agora! Na verdade, nunca importará! A pergunta correta é: “Eu quero?” Quando aprendermos a responder, com respeito e responsabilidade, essa simples perguntinha, teremos previsto qualquer possibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, porque o amor é uma chance, uma oportunidade; não uma garantia; nunca uma certeza! Podemos vivê-lo conforme nossa vontade, de acordo com nosso coração ou... passaremos a vida inteira tentando controlar o incontrolável, garantir o incerto!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; font-size: small;"&gt;Jamais teremos como saber se o outro está sendo fiel, se o amor que sentimos é correspondido na mesma medida, se vamos sofrer ou seremos felizes. Jamais saberemos do amanhã ou do outro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; font-size: small;"&gt;Então, que usemos nossa inteligência, a despeito de todo o medo que isso possa nos fazer sentir. Ou seja, que possamos, de uma vez por todas, abrir mão dessa tentativa inútil de controlar o amor, a vida e o outro e nos concentremos em nós, em nosso coração e em nossos reais objetivos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobriremos que nos ocupar com nossos próprios sentimentos já é trabalho para vida inteira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; font-size: small;"&gt;Descobriremos que agir conforme nossa vontade é o bastante para que nos sintamos preenchidos, embora possamos mesmo vir a sofrer... simplesmente porque o sofrimento é uma possibilidade tão possível quanto a felicidade!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; font-size: small;"&gt;E digo mais: só conseguiremos entrar de fato no coração de alguém, mesmo sem termos certeza disso, quando tivermos a audácia e a coragem de nos entregar ao imprevisível; quando conseguirmos compreender que a segurança é mérito pessoal, interno, sentimento que não se pode ter em relação a ninguém além de nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, para todas as pessoas que têm me perguntado sobre qual é o “segredo” para viver o amor sem sentir tanta insegurança, tanto ciúme e tanto medo de sofrer, aproveito este momento para responder: o segredo está em saber se você quer, se você realmente quer! Porque se você quiser e fizer por merecer, agindo você com sinceridade, qualquer possibilidade de dor e sofrimento valerá a pena. Porque quando a gente quer de verdade, com o coração, a magia do amor nos faz entender que sofrer faz parte do caminho e, no final das contas, é tudo crescimento, aprendizagem, evolução e, por fim, a tão desejada felicidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; font-size: small;"&gt;E não que ela esteja no final do caminho ou no final da vida, simplesmente porque ser feliz é isso: entregar-se ao imprevisível e aceitar a dor e a alegria como partes do amor! E quando penso que essa entrega é realmente difícil, me lembro de uma frase que gosto muito:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; font-size: small;"&gt;"Se o seu problema tem solução, relaxe... ele tem solução.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; font-size: small;"&gt;E se o seu problema não tem solução, relaxe... ele não tem solução!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma frase engraçada, mas muitíssimo sábia. Portanto, quando estiver doendo muito, não resista!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="left" style="margin-left: 15px; margin-right: 10px;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Simplesmente relaxe e aceite, pois a resposta virá!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-8812440425967087351?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/8812440425967087351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=8812440425967087351&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/8812440425967087351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/8812440425967087351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/10/entregue-se-ao-amor.html' title='Entregue-se ao amor.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-gWmVMuTKT9A/Tcwo09ACPuI/AAAAAAAAALs/xgohgscT_Lo/s72-c/nhaaa.png' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-4693314439432363073</id><published>2011-09-25T06:13:00.001-07:00</published><updated>2011-09-25T06:13:57.192-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quando o cupido exagera na dose.'/><title type='text'>Quando o cupido exagera na dose.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="225" src="http://player.vimeo.com/video/27498494?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/27498494"&gt;Mourir d'aimer&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/mainguyen"&gt;Phuong Mai Nguyen&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-4693314439432363073?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/4693314439432363073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=4693314439432363073&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/4693314439432363073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/4693314439432363073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/09/quando-o-cupido-exagera-na-dose.html' title='Quando o cupido exagera na dose.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-1078509907586272100</id><published>2011-09-24T07:47:00.000-07:00</published><updated>2011-09-24T07:47:56.218-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Streap-tease'/><title type='text'>Streap-tease</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;b style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cfcfcf;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_AoZNsSAzlNU/TUyya9ksICI/AAAAAAAAAl0/HPlcyzFUwNQ/s1600/porta.jpg" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cfcfcf;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;Por Martha Medeiros&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;Chegou no apartamento dele por volta das seis da tarde e sentia um nervosismo fora do comum. Antes de entrar, pensou mais uma vez no que estava por fazer.&lt;br /&gt;Seria sua primeira vez. Já havia roído as unhas de ambas as mãos.&lt;br /&gt;Não podia mais voltar atrás. Tocou a campainha e ele, ansioso do outro lado da porta, não levou mais do que dois segundos para atender. Ele perguntou se ela queria beber alguma coisa, ela não quis. Ele perguntou se ela queria sentar, ela recusou. Ele perguntou o que poderia fazer por ela. A resposta: sem preliminares. Quero que você me escute, simplesmente. Então ela começou a se despir como nunca havia feito antes.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Primeiro tirou a máscara&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;Eu tenho feito de conta que você não me interessa muito, mas não é verdade.&lt;br /&gt;Você é a pessoa mais especial que já conheci. Não por ser bonito ou por pensar como eu sobre tantas coisas, mas por algo maior e mais profundo do que aparência e afinidade. Ser correspondida é o que menos me importa no momento: preciso dizer o que sinto.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Então se despiu da arrogância&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;Nem sei com que pernas cheguei até sua casa, achei que não teria coragem.&lt;br /&gt;Mas agora que estou aqui, preciso que você saiba que cada música que toca é com você que ouço, cada palavra que leio é com você que reparto, cada deslumbramento que tenho é com você que sinto. Você está entranhado no que sou, virou parte da minha história.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Era o pudor sendo desabotoado&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;Eu beijo espelhos, abraço almofadas, faço carinho em mim mesma tendo você no pensamento, e mesmo quando as coisas que faço são menos importantes, como ler uma revista ou lavar uma meia, é em sua companhia que estou.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Retirava o medo&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;Eu não sou melhor ou pior do que ninguém, sou apenas alguém que está aprendendo a lidar com o amor, sinto que ele existe, sinto que é forte e sinto que é aquilo que todos procuram. Encontrei.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Por fim, a última peça caía, deixando-a nua&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;Eu gostaria de viver com você, mas não foi por isso que vim. A intenção é unicamente deixá-lo saber que é amado e deixá-lo pensar a respeito, que amor não é coisa que se retribua de imediato, apenas para ser gentil. Se um dia eu for amada do mesmo modo por você, me avise que eu volto, e a gente recomeça de onde parou, paramos aqui.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;E saiu do apartamento sentindo-se mais mulher do que nunca.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;===========================================================&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-1078509907586272100?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/1078509907586272100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=1078509907586272100&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/1078509907586272100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/1078509907586272100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/09/streap-tease.html' title='Streap-tease'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_AoZNsSAzlNU/TUyya9ksICI/AAAAAAAAAl0/HPlcyzFUwNQ/s72-c/porta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-2766010862287143554</id><published>2011-09-04T10:16:00.000-07:00</published><updated>2011-09-04T10:16:43.498-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Briga de casal .'/><title type='text'>Briga de casal .</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span id="goog_1265341405"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_1265341406"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;img height="320" src="http://www.jcn1.com.br/wp-content/uploads/briga-de-casal.jpg" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Tahoma; font-size: 12px; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;"&lt;b&gt;Amor bom é visível a olho nu e não costuma deixar hematomas. Palavras provocam hematomas. É quase sem perceber que a gente mata aquilo que mais ama."&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;Gilmar Marcilio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;&lt;img src="http://tatianabertapsicologa.com/wp-content/uploads/2011/08/briga-de-casal1-170x170.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;b&gt;Não fale no instante da raiva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;b&gt;Nem no da inveja ou do ciúme.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;b&gt;O silêncio vale muito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Quando tranca a má resposta ou as reações perversas,&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;você afasta os males, impede a continuidade&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;das ofensas, faz raciocinar melhor quem age&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;sob os ímpetos danosos e abre os&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;b&gt;corações para o bom entendimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;b&gt;Responder ao pé da letra, de imediato, nem sempre é bom.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;É preciso fazer antes um exame do que se deve dizer,&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;b&gt;do sentido das palavras, do que vão causar em quem as ouve.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Quem provoca reações violentas sofre com a própria violência.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="olbl"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;Lourival Lopes&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-2766010862287143554?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/2766010862287143554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=2766010862287143554&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/2766010862287143554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/2766010862287143554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/09/briga-de-casal.html' title='Briga de casal .'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-5200250617688843410</id><published>2011-07-31T18:03:00.000-07:00</published><updated>2011-07-31T18:03:20.227-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Você quer um amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='custe o que custar?'/><title type='text'>Você quer um amor, custe o que custar?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;img height="202" src="http://1.bp.blogspot.com/-dtvkHWBdP70/Tgd2vUNqMMI/AAAAAAAAQYI/CmpzEJ9Fsko/s320/Cora%25C3%25A7%25C3%25A3o%2BFerido.jpg" width="320" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_QlrhLQLRTp0/SHlK7wS3K2I/AAAAAAAAAD0/g4Adm6LUbU8/s1600/Cora%C3%A7%C3%A3o%2BPartido%2B01.bmp.jpg" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Por Rosana Braga&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;Algumas pessoas, depois de passar um longo tempo sem namorar, entram numa espécie de redemoinho de ansiedade e desespero, pensando e agindo de modo visivelmente desesperado para conseguir engatar um encontro, um caso, qualquer que seja a forma de vínculo. &lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;Claro que a maioria nem percebe essa dinâmica desvairada que adota. Muitos acreditam mesmo que estão apenas “lutando” por alguém que lhes interessa – e nada mais natural. Mas a questão é que sempre tem alguém, ou melhor, essas pessoas se apaixonam e se desapaixonam quase que semanalmente. &lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;Há ainda aquelas que nunca ficam sem uma história de “amor”. Estão sempre enroladas e sofrendo. E assim, terminam assumindo como seus aqueles perfis sustentados pelo azar: “tenho o dedo podre para relacionamentos”, “só atraio pessoas erradas”, “não nasci para ser feliz no amor”, entre outros. &lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;E apesar disso, praticamente afogadas na inconsciência e na falta de autoconhecimento, essas pessoas não se dão conta de que precisam parar, olhar para si mesmas, sentir e, sobretudo, refletir sobre algumas questões básicas: “o que eu realmente quero?”, “o que estou buscando no outro que, talvez, devesse encontrar antes em mim mesma?”, “por que será que não tem dado certo?”, “será que devo mudar algo em mim para que os encontros sejam mais harmoniosos?”. &lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;Se você tem se sentido angustiado, carente e frustrado porque não consegue namorar, cuidado com a cilada do “vou conseguir, custe o que custar”. Veja bem: quando você se predispõe a pagar qualquer preço por uma companhia, só pra poder “provar”, seja para si mesmo ou para quem quer que seja, que você é capaz de atrair um par, é muito provável que a conta, isto é, o tal preço de custo seja bem mais alto do que você imaginava. &lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;Relacionamento tem de ser caminho para a evolução e não para a involução, para a autodestruição, para a aniquilação de autoestima, segurança e amor próprio. Amor tem de ser gratuito, fluido, gostoso. Encontro tem de ser leve, divertido, motivador. Namoro tem de ser sinônimo de troca, reciprocidade, acréscimo, encantamento. &lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;Mas tudo isso de bom só é possível quando você tiver noção do quanto merece, do quanto realmente pode ser feliz. E assim, em vez de pagar para ter alguém em sua vida, compreenderá que se fôssemos comparar o entrelaçamento de dois corações com uma negociação, estaria mais para uma permuta: você dá o seu melhor e recebe do outro o melhor que ele tem a oferecer. Ninguém precisa pagar nada. Não há custos, a não ser o da aprendizagem. &lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Portanto, pare de atirar para todos os lados, desperdiçar os seus dias em função de um outro que você nem sabe se te quer. Desespero não atrai e sim espanta, assusta. Lembre-se: para atingir um alvo, você precisa de foco, precisão e conhecimento. E para conquistar um coração, você precisa de sensibilidade, cuidado, respeito e autopercepção. Se conseguir exercitar o melhor dessas artes, é bem provável que você pare de pagar – e muito caro – para viver encontros que mais servem para te roubar toda sua esperança do que para te fazer feliz de verdade...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-5200250617688843410?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/5200250617688843410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=5200250617688843410&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/5200250617688843410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/5200250617688843410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/07/voce-quer-um-amor-custe-o-que-custar.html' title='Você quer um amor, custe o que custar?'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-dtvkHWBdP70/Tgd2vUNqMMI/AAAAAAAAQYI/CmpzEJ9Fsko/s72-c/Cora%25C3%25A7%25C3%25A3o%2BFerido.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-480855228094922253</id><published>2011-07-25T05:55:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T06:54:35.319-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vale a pena trocar o certo pelo duvidoso'/><title type='text'>Vale a pena trocar o certo pelo duvidoso?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_AwM62RxXyGE/TFG85cL9t2I/AAAAAAAAAH4/SA4pUDvMv2o/s320/3252413553_f477d5fe66.jpg" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; color: #000066; font-family: tahoma;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; color: #000066; font-family: Tahoma; font-size: 13px;"&gt;&lt;/h1&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"&gt;&lt;span style="font-family: tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #000066;"&gt;Por:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Rosana Braga&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; color: #000066; font-family: Tahoma; font-size: 13px;"&gt;&lt;span style="color: #000033; font-family: tahoma;"&gt;Você está lá, feliz da vida, namorando aquela pessoa bacana, fazendo planos e se sentindo tranqüila como há tempos não se sentia... Vai tudo muito bem, obrigado! Quando, eis que de repente, do nada, surge aquele amor do passado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de estremecer, sentir aquele frio doído na barriga, constatar seu coração disparado e suas mãos suando, você recupera o mínimo de discernimento e se pergunta: o que eu faço agora? Será que vale a pena correr o risco de botar tudo a perder com essa pessoa para dar uma nova chance a quem havia desaparecido de sua vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria ótimo se existisse uma resposta certa e uma resposta errada para cada caso. Entretanto, não existe. Em casos como esse, você vai mesmo ter de parar, refletir e, sobretudo, consultar seu coração. Não um coração tolo, inocente e ingênuo a ponto de repetir as velhas bobagens do passado. Mas um coração lúcido, são, capaz de ponderar o que já aconteceu, o que está acontecendo e quais as reais possibilidades de algo realmente bom vir a acontecer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, vale lembrar que certas pessoas reaparecem simplesmente porque não suportam ver um "ex" comprometido e feliz. Não sabem lidar com o fato de que não é mais a "bola da vez". Também existem aqueles que, estando sozinhos ou até mesmo acompanhados, caem num mórbido estado de nostalgia e resolvem reviver sensações antigas, com amores já terminados...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que, independentemente dos motivos, o fato é que é você quem terá de decidir se vale a pena trocar o certo pelo duvidoso e, mais do que isso, se está disposto a correr o risco de amargar um gigantesca decepção. Sim, claro, pode ser que dê certo, sem dúvida! Afinal, o "ex" pode mesmo ter se dado conta, somente agora, de tudo o que sente por você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, e muito porém mesmo, é hora de usar a inteligência e agir como quem sabe que não merece ser feito de bobo. Se for para arriscar, que seja por uma causa que o valha! E que seja um risco baseado em maturidade e, sobretudo, lealdade. E só tem um jeito de perceber se o desenrolar desta história vai por este caminho: observando atentamente as atitudes do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta dele tem consistência? Esta pessoa que reapareceu para bagunçar seus hormônios e agitar os seus pensamentos diz apenas que gosta de você ou que quer realmente ficar com você, assumir um relacionamento? Ela dá sinais claros de que pretende se comprometer ou, até então, só demonstra que quer um "flashback"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se ela estiver comprometida com outro alguém, este é mais um ponto que deve ser muito bem considerado. Se realmente gosta e quer ficar com você, por que não termina antes com quem está? E se não der para terminar agora, quanto estaria disposta a esperar até que vocês dois possam reorganizar suas vidas e ficarem juntos sem causar mais estragos que o inevitável?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, existem pessoas com intenções realmente nobres e existem pessoas que só querem mesmo "causar", não se importando com quem irão magoar. Mas uma coisa é certa: entre o "sim" e o "não", a escolha será sua e a responsabilidade pelas conseqüências também!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #000033; font-family: tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #000033; font-family: tahoma;"&gt;Recomendo o livro abaixo , e você pode fazer download com segurança no site :&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/get/__2yR_TZ/Emily_Giffin_-_Ame_o_que__seu.html"&gt;4shared&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #000033; font-family: tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #000033; font-family: tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #000033; font-family: tahoma;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_0KouKis9LIE/TBPg60SSIiI/AAAAAAAAASo/n8SXthuIfs8/s200/AME_O_QUE_E_SEU_1231257532P.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-480855228094922253?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/480855228094922253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=480855228094922253&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/480855228094922253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/480855228094922253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/07/vale-pena-trocar-o-certo-pelo-duvidoso.html' title='Vale a pena trocar o certo pelo duvidoso?'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AwM62RxXyGE/TFG85cL9t2I/AAAAAAAAAH4/SA4pUDvMv2o/s72-c/3252413553_f477d5fe66.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-2768775017620607976</id><published>2011-07-22T19:59:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T06:54:48.666-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cumplicidade.'/><title type='text'>Cumplicidade.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;img src="http://www.paixaoeamor.com/arquivos/fotos/7B17A.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px;"&gt;Um relacionamento harmônico entre duas pessoas pode ter inúmeras características. E uma delas é a cumplicidade. E o que seria essa cumplicidade? A cumplicidade talvez seja a maior prova de sintonia, amizade, consideração, que possa haver num casal. A cumplicidade é representada por aquele olhar, aquele gesto, aquele sorriso, que somente o casal sabe reconhecer e mostra a confiança que existe entre ambos. Através da cumplicidade podemos mostrar o quanto confiamos numa outra pessoa. Se amamos de verdade uma pessoa, há total confiança e somente assim este amor é capaz de crescer e transformar uma pessoa cúmplice de outra. Podemos também entender a cumplicidade como uma forma de afinidade, de parceria ou seja, se uma pessoa ama a outra de verdade, ela se torna cúmplice, ela passa a viver tudo com a outra pessoa, eles passam a ser um só, passam a ter um só coração, uma só vida e tudo isso, porque os dois se entregaram um ao outro, de forma tão sincera que passam a não existir outra pessoa a não ser a pessoa amada. Ser cúmplice um do outro é dividir tudo, todos os objetivos e sonhos. Desejos que, se vividos juntos, serão transformados em harmonia e serão representados pelo afeto, pelo amor, por uma vida repleta de bons princípios. Se realmente há cumplicidade entre um casal, através de um olhar é capaz de saber o que o outro deseja, o que o outro está sentindo, qual o seu temperamento, se está triste ou feliz. Às vezes nem precisa de um olhar, apenas pela voz já é possível identificar o que o outro está sentindo. Na cumplicidade não existe medo, apenas há confiança e entrega, pois ser cúmplice de uma pessoa, é ser tudo para ela, é ser amiga, é ser companheira, é ser aquela parte que faltava para se completar.Quem ama de verdade é cúmplice, pois quem une dois corações em um só, confia e alimenta a cada dia para que este amor, seja eterno. Enfim, é na cumplicidade que duas pessoas irão construir uma vida em comum cercada de respeito, carinho, amor. Juntos, um ao lado do outro, dividirão tudo e estarão sempre um a dar as mãos ao outro, buscando construir uma vida plena de luz e de amizade.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px;"&gt;&lt;img src="http://lh6.ggpht.com/_TQY6Baqe1_I/TT9wdDquDbI/AAAAAAAAAU8/_BQ8FHPcZsc/amar_e_figurinhas_3_thumb1.jpg?imgmax=800" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px;"&gt;Fonte: &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;a href="http://pt.shvoong.com/humanities/383979-cumplicidade/"&gt;http://pt.shvoong.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-2768775017620607976?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/2768775017620607976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=2768775017620607976&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/2768775017620607976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/2768775017620607976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/07/cumplicidade.html' title='Cumplicidade.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_TQY6Baqe1_I/TT9wdDquDbI/AAAAAAAAAU8/_BQ8FHPcZsc/s72-c/amar_e_figurinhas_3_thumb1.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-6555180177751127810</id><published>2011-07-16T15:36:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T06:55:01.907-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Solitude.'/><title type='text'>Solitude.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="tabs-outer" style="min-height: 0px; position: relative;"&gt;&lt;div class="fauxborder-left tabs-fauxborder-left" style="background-position: 0% 0%; position: relative;"&gt;&lt;div class="region-inner tabs-inner" style="margin-bottom: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px; max-width: 100%; min-height: 0px; min-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 15px; padding-right: 15px; padding-top: 0px; width: auto;"&gt;&lt;div class="tabs section" id="crosscol-overflow" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 15px; margin-right: 15px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div class="widget HTML" id="HTML4" style="line-height: 1.4; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 30px; min-height: 0px; position: relative;"&gt;&lt;div class="widget-content"&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;img height="154" src="http://www.ilona.com.br/blog/romanticos/romanticos2007_011.gif" width="72" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;"Em todo relacionamento onde o amor existe, esse espaço deve ser conservado como o limite de cada um. Os relacionamentos fusionais que ultrapassam essas barreiras acabam por destruir-se, pois amar é também respeitar que a outra pessoa tenha seu recanto, seus pensamentos e, por que não, seus próprios amigos, próprias idéias e sonhos. As pessoas não precisam estar juntas cem por cento do tempo para provarem que se amam. Elas se amam por que se amam e pronto. Dar ao outro um pouco de espaço, um pouco de ar para respirar, é dar-lhe também a oportunidade de sentir falta de estar junto. E isso vale tanto para os amores como para as amizades. As cobranças intermináveis, resultados de carências afetivas, acabam por sufocar a outra parte e cria na que pede, espera, implora, ansiedades que a tornarão infeliz, pois ela verá como desamor qualquer gesto que não corresponda ao que espera. Amar é deixar o outro livre para ficar ou para se retirar.&lt;b&gt; É respeitar seu silêncio e seu desejo de solitude. E é deixá-lo livre para ir e voltar quando o coração pedir, que isso seja numa cidade ou dentro de uma casa.&lt;/b&gt; Nada impede que um grande e lindo jardim seja construído juntos e que de mãos dadas se passeie por ele, com o peito cheio de felicidade e a cabeça cheia de sonhos... mas ainda assim, &lt;b&gt;o jardim secreto de cada um deve ser mantido como lugar único e que vai, no fim das contas, enriquecer as relações."&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; line-height: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cc0000; font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; line-height: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Letícia Thompson&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="clear" style="clear: both;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="widget-item-control" style="float: right; height: 20px; margin-top: -20px; position: relative; z-index: 10;"&gt;&lt;span class="item-control blog-admin" style="display: inline; font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;a class="quickedit" href="http://www.blogger.com/rearrange?blogID=4099318144595164234&amp;amp;widgetType=HTML&amp;amp;widgetId=HTML4&amp;amp;action=editWidget&amp;amp;sectionId=crosscol-overflow" style="color: #cc0000; cursor: pointer; opacity: 0.5; text-decoration: none;" target="configHTML4" title="Editar"&gt;&lt;img alt="" height="18" src="http://img1.blogblog.com/img/icon18_wrench_allbkg.png" style="-webkit-box-shadow: none; background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: initial; background-image: none; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-style: none; border-color: initial; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; border-width: initial; box-shadow: none; position: relative;" width="18" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="clear" style="clear: both;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="tabs-cap-bottom cap-bottom" style="background-position: 0% 100%; height: 0px; position: relative;"&gt;&lt;div class="cap-left" style="background-position: 0% 100%; background-repeat: no-repeat no-repeat; float: left; height: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="cap-right" style="background-position: 100% 100%; background-repeat: no-repeat no-repeat; float: right; height: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="main-outer" style="border-top-color: rgb(255, 255, 255); border-top-style: solid; border-top-width: 0px; min-height: 0px; position: relative;"&gt;&lt;div class="main-cap-top cap-top" style="background-position: 0% 0%; height: 0px; position: relative;"&gt;&lt;div class="cap-left" style="background-position: 0% 0%; background-repeat: no-repeat no-repeat; float: left; height: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="cap-right" style="background-position: 100% 0%; background-repeat: no-repeat no-repeat; float: right; height: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="fauxborder-left main-fauxborder-left" style="background-position: 0% 0%; position: relative;"&gt;&lt;div class="fauxborder-right main-fauxborder-right" style="background-position: 100% 0%; height: 17854px; position: absolute; right: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="region-inner main-inner" style="margin-bottom: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px; max-width: 100%; min-height: 0px; min-width: 0px; padding-bottom: 30px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 30px; position: relative; width: auto;"&gt;&lt;div class="columns fauxcolumns" style="padding-left: 0px; padding-right: 260px; position: relative; zoom: 1;"&gt;&lt;div class="fauxcolumn-outer fauxcolumn-center-outer" style="bottom: 0px; left: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; position: absolute; right: 260px; top: 0px;"&gt;&lt;div class="cap-top" style="background-position: 0% 0%; height: 0px; position: relative;"&gt;&lt;div class="cap-left" style="background-position: 0% 0%; background-repeat: no-repeat no-repeat; float: left; height: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="cap-right" style="background-position: 100% 0%; background-repeat: no-repeat no-repeat; float: right; height: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="fauxborder-left" style="background-position: 0% 0%; height: 17794px; position: relative;"&gt;&lt;div class="fauxborder-right" style="background-position: 100% 0%; background-repeat: no-repeat repeat; height: 17794px; position: absolute; right: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-6555180177751127810?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/6555180177751127810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=6555180177751127810&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/6555180177751127810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/6555180177751127810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/07/em-todo-relacionamento-onde-o-amor.html' title='Solitude.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-8012174211985451434</id><published>2011-07-12T14:58:00.000-07:00</published><updated>2011-09-24T12:41:27.922-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESSOAS FRIAS'/><title type='text'>Pessoas Frias</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; line-height: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 22px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: 'Times New Roman'; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Times New Roman'; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-header" style="line-height: 1.6; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div class="post-header-line-1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body entry-content" style="position: relative; width: 520px;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 44px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; line-height: 1.4; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; line-height: 1.4; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_w2XxO8dzqJY/S-__sIbhVYI/AAAAAAAAADQ/0oHT6geiiEE/s1600/indiferentes.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; line-height: 1.4; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;Paulo Sternick ( psicanalista )&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.4; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;Conviver com pessoas que não demonstram afeto e carinho pode se converter em experiência frustrante para quem espera as naturais e espontâneas expressões da calorosa intimidade do casal. Frios ou inibidos, secos ou distantes, narcisistas ou introvertidos - enfim, são vários os tipos psicológicos e múltiplas as razões que se escondem por trás de suas atitudes. Com freqüência, ele ou ela podem ser atraentes, inteligentes e carismáticos; às vezes, chegam a ser fascinantes e até dotados de misteriosa magia diante dos ingênuos e atônitos olhares de seus parceiros. Quanto mais qualidades têm, maior parece o tamanho e o efeito de sua frieza e distanciamento emocional, mais comuns a decepção e o sentimento de solidão que provocam no outro.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.4; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;É verdade que a aridez afetiva por vezes é compensada por outras qualidades. Algumas pessoas mais secas, por exemplo, conseguem se soltar na hora do sexo e até satisfazem o par. Logo depois retornam ao seu enigmático fechamento, ou às suas ocupações egoístas, deixando o outro a ver navios. Mas não é preciso muita sofisticação para sentir que nenhuma cama, por si só, garante um casal por muito tempo sem outros ingredientes. Acontece que a personalidade humana é diversa e complexa, permitindo a posse de atributos e qualidades, e carência de outras. Ele ou ela podem ser ótimos na cama, brilhantes no papo, mas, ainda assim, têm algo que não rola na afetividade, deixando um sentimento de insatisfação no ar.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.4; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;É claro que não é possível encontrar alguém e afirmar "bingo!" Sempre falta alguma coisa no outro. Se não falta, é porque quem não vê a falta está sonhando e alucinando seu par. Tudo bem que no início de uma paixão possa se sentir uma espécie de completude, mas com o tempo... Porém, até para suportar a inevitável falta deve haver um limite. O fato é que a frieza dele ou dela levanta angústias no par e testa sua capacidade de entender a relação sem misturar os próprios fantasmas. Tal como não se achar atraente ou bacana o suficiente para tirar o outro de sua toca e dar um pouco de si. Ou até confundi-lo com relações passadas, quando a mãe ou o pai não lhe davam atenção ou eram pessoas distantes - não por causa de serem introvertidas ou ocupadas, mas porque, na imaginação da criança, ela não teria qualidades para despertar amor.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.4; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;Vejam que o foco pode se deslocar da pessoa fria para o par que sofre por causa disso. Vitimar-se é uma das conseqüências quando alguém carente se junta com um par que parece insensível. Utilizo "parece" porque muitas vezes o sujeito não demonstra, mas o afeto surge embutido no cuidado que tem com o par, na atenção a certos detalhes, na lealdade e na correção de atitudes. Digo isso porque, de forma inversa, muitos se iludem com demonstrações entusiásticas de "afeto". É importante lembrar que, levada ao limite extremo do espectro político, a emoção é um dos instrumentos de manipulação das massas, por abater o discernimento do indivíduo e sua capacidade de pensar com clareza.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.4; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;Quantas pessoas não são enganadas por demonstrações falsas de afeto e dedicação que juravam "autênticas", mas, uma vez caindo a máscara, revelaram ser uma adulação para fins suspeitos ou ilícitos? Ou até para ocultar um desamor? São só exemplos que ocorrem entre o frio e o quente, e o que cada uma destas temperaturas amorosas, embora nada disso seja regra, esconde de seu sentimento contrário.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.4; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.4; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.4; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-8012174211985451434?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/8012174211985451434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=8012174211985451434&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/8012174211985451434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/8012174211985451434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/07/volteiiiiiiiiiiiiiiii.html' title='Pessoas Frias'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_w2XxO8dzqJY/S-__sIbhVYI/AAAAAAAAADQ/0oHT6geiiEE/s72-c/indiferentes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-5208070522779096644</id><published>2011-06-03T05:30:00.001-07:00</published><updated>2011-09-24T12:41:41.580-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='carinho'/><title type='text'>Carinho para todos!!</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FnEcWrakaxU/TejRJf4e8FI/AAAAAAAAJxY/ZY0BZ1AXnTw/s1600/DSC08959-1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-FnEcWrakaxU/TejRJf4e8FI/AAAAAAAAJxY/ZY0BZ1AXnTw/s320/DSC08959-1.JPG" style="cursor: move;" width="188" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;A todos meus amigos(as) e aos que me visitam ,a minha desculpa pela &amp;nbsp;ausência que ainda se fará necessária, e um muito obrigada pelos comentários e carinhos recebidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Estou deixando aqui um carinho para todos !!&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Bjs&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Rejane&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;img src="http://img297.imageshack.us/img297/5016/maohq7.gif" style="cursor: move;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://www.jacquielawson.com/preview.asp?cont=1&amp;amp;hdn=2&amp;amp;pv=3281902&amp;amp;path=98481"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Clique aqui .&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-5208070522779096644?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/5208070522779096644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=5208070522779096644&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/5208070522779096644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/5208070522779096644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/06/carinho-para-todos.html' title='Carinho para todos!!'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-FnEcWrakaxU/TejRJf4e8FI/AAAAAAAAJxY/ZY0BZ1AXnTw/s72-c/DSC08959-1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-2857225849229730752</id><published>2011-04-18T05:17:00.000-07:00</published><updated>2011-04-24T19:05:39.665-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Derrota perda separação Término'/><title type='text'>Término, perda, derrota, separação...</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; color: #333333; font-family: Helvetica; font-size: 11px; line-height: 22px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 14px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 14px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 14px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;img src="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcT89GXTMv7eOLNaylEyymLDNANS5ubTxSPCse78uHeYFbP2QdqXyw" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 14px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 14px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 14px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Helvetica; font-size: 11px; font-weight: normal; line-height: 22px;"&gt;&amp;nbsp;Dr. Mauro Godoy &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 14px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="right" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; border-bottom-width: 0px; border-collapse: separate; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline; width: 160px;"&gt;&lt;tbody style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;tr style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;td style="border-bottom-width: 0px; border-collapse: collapse; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-weight: normal; height: 1em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Em minhas recentes pesquisas em Psicologia e Antropologia, conclui que as expectativas e os projetos de futuro aparecem em 70% dos casos de sofrimento como a maior causa da dor, e normalmente são os problemas trazidos do passado ou do presente. Além disso, muita gente não sabe a diferença entre término, perda, derrota e separação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É mais difícil lidar com os sonhos coloridos e cobertos de felicidade, do que com a realidade. As pessoas não querem abrir mão das coisas positivas, como se fossem esperanças, fontes de motivação e por isso dói ter que destruí-las. Já a realidade, por si mesma, pode provar o que deve ser feito. Quanto às formas de rompimento, a separação pode ser subdividida em quatro formas diferentes:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;O&amp;nbsp;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;término&lt;/strong&gt;, que consiste na superação do relacionamento. Momento em que o amor foi totalmente desgastado e deixou de ser um motivo para que a relação exista. Considerando a teoria Freudiana que o amor é uma transferência, ou seja, quando se “dá um sentimento para alguém”, com o tempo, esse amor retorna para quem deu, logo é incorporado novamente. Nesse caso costuma haver mais problemas com a mudança da rotina, costumes antigos e as perspectivas de futuro, mas a compreensão acaba superando a dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A outra forma é a&amp;nbsp;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;perda&lt;/strong&gt;, a interrupção ou o “pé na bunda”, como se diz hoje em dia. Nesse caso estamos falando de abandono, rejeição, substituição, humilhação e, por conseqüência, o trauma. Portanto, vale a pena respeitar o fato como se fosse um ferimento na pele, dói, infecciona, mas se bem tratado cicatriza. É o risco que corremos por estarmos vivos: morrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desgraça por presentear alguém com o coração, ou seja, a própria alma, e esse alguém fugir levando tudo que recebeu. Encontramos um mal estar suficientemente forte para por em prova a verdadeira estrutura da pessoa. A questão é que o sofrimento, se bem administrado, pode levar ao amadurecimento. Assim como exercícios físicos, que na hora traz cansaço ou mal estar, mas quando termina leva ao fortalecimento. É sempre bom lembrar que o trauma deve ser respeitado como um ferimento e merece ser bem tratado até cicatrizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro caso é a&amp;nbsp;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;derrota&lt;/strong&gt;, ou seja, relacionamentos competitivos onde um dos lados insiste em conquistar o outro, não havendo total reciprocidade nas intenções. O amor próprio poderá estar em questão, bem como os princípios básicos de cada um. Muitas vezes, uma gorda onipotência pode levar um indivíduo a passar por cima de qualquer forma de respeito e impor suas vontades. Quando não dá certo, vem a derrota. Nessa situação, tudo vai depender do valor que se dá a cada uma, existindo pequenas e grandes perdas. A maior de todas é a própria morte, em seguida vêm os filhos e a mãe, relações consangüíneas e insubstituíveis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="left" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; border-bottom-width: 0px; border-collapse: separate; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline; width: 160px;"&gt;&lt;tbody style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;tr style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;td style="border-bottom-width: 0px; border-collapse: collapse; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-weight: normal; height: 1em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;img align="middle" alt="Como lidar com a separação_2" border="0" src="http://www.destaquesp.com/images/stories/canais/comportamento/reflexoes/como_lidar_com_a_separacao3.JPG" style="border-bottom-style: none; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: 0px; border-right-style: none; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-style: none; border-top-width: 0px; border-width: initial; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;" title="Como lidar com a separação_2" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A&lt;/span&gt;gora, perder o homem ou a mulher significa uma situação substituível, já que houve um tempo em que a relação não existiu e há bilhões de outras pessoas no mundo. Mais uma vez, a expectativa de futuro com alguém específico pode estar mais forte e levar ao sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, a&amp;nbsp;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;separação&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;em si, que implica em um consenso entre muitas pessoas envolvidas, desde o ponto de vista legal, passando pela família até a visão social. Tendo havido aquisições em comum, desde os presentes de casamento, compra de casa, filhos e despesas, o problema pode ser visto como uma mudança de casa, dá trabalho mas, no fim, tudo fica organizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema maior é lidar com o “vazio” que fica depois. O espaço que antes era preenchido com as coisas boas e ruins da antiga relação, aos poucos, novos compromissos, novas pessoas e projetos de futuro irão preencher essa lacuna. E vale lembrar que a tendência natural é de voltarmos a ser quem éramos antes do começo da relação. Se estávamos felizes a sensação tende a ser boa, mas se não, volta-se à mesma situação e aí a separação não tem culpa nenhuma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudar é sempre bom quando é para melhor e cabe a cada um administrar sua mudança e construir esta vida melhor. O segredo está em olhar para frente e procurar, até achar, algo que dê motivação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/span&gt;Fonte:&lt;a href="http://www.destaquesp.com/index.php/Comportamento/Reflexoes/como-lidar-com-a-separacao.html"&gt;Destaques&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-2857225849229730752?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/2857225849229730752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=2857225849229730752&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/2857225849229730752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/2857225849229730752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/04/termino-perda-derrota-separacao.html' title='Término, perda, derrota, separação...'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-75600365423169240</id><published>2011-04-15T05:13:00.000-07:00</published><updated>2011-04-15T05:13:40.317-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fizeram a gente  acreditar ...'/><title type='text'>Fizeram a gente  acreditar ...</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #29303b; font-family: Georgia, 'Times New Roman', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://sp4.fotolog.com/photo/36/39/119/al1v3/1260398311837_f.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://sp4.fotolog.com/photo/36/39/119/al1v3/1260398311837_f.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #29303b; font-family: Georgia, 'Times New Roman', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 class="storytitle" id="post-314" style="font-size: 16px; font-weight: normal; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="storytitle" id="post-314" style="font-size: 16px; font-weight: normal; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', sans-serif;"&gt;John&amp;nbsp;Lennon&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', sans-serif;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #29303b;"&gt; Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez. Não contaram pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada. Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável. &amp;nbsp;Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas. Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-75600365423169240?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/75600365423169240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=75600365423169240&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/75600365423169240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/75600365423169240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/04/fizeram-gente-acreditar.html' title='Fizeram a gente  acreditar ...'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-2309937740049371533</id><published>2011-04-12T15:41:00.000-07:00</published><updated>2011-04-24T19:00:52.748-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Até que a morte .'/><title type='text'>Até que a morte ...</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Lucida Grande', Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://omeucasamento.momentosperfeitos.com/Content/Files/Images/Humor/ate-que-a-morte-nos-separe.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://omeucasamento.momentosperfeitos.com/Content/Files/Images/Humor/ate-que-a-morte-nos-separe.jpg" width="193" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Rubem Alves&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;De vez em quando o diabo me aparece e temos longas conversas.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Em nada se parece com o que dizem dele: rabo, chifres, patas de bode e cheiro de enxofre. Cavalheiro de voz mansa e racional, bem vestido, apreciador de desodorantes finos, me surpreende sempre pela lógica dos seus argumentos. Nada de futilidades. Só fala sobre o essencial, estilo que aprendeu com Deus, nos anos em que foi seu discípulo. Percebi que era ele quando notei que trazia na sua mão direita o martelo e, na esquerda, a bigorna. Pois esta é a sua missão: martelar as certezas, ferro contra ferro, para ver se sobrevivem ao teste.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Já se preparava para dar a primeira martelada quando o interrompi:&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;- Que é isto que você vai bater? Acho que vai se partir em mil pedaços…&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;A coisa que estava sobre a bigorna me parecia feita de louça, um bibelô delicado e frágil, e lamentei que o diabo fosse esmigalhá-la.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;- Não tenho outra alternativa – ele me respondeu. – É parte de uma aposta que fiz com Deus. Este bibelô delicado é o casamento. E você pode estar certo: não resistirá ao ferro do meu martelo!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Fiquei indignado que ele estivesse maquinando coisa tão perversa e passei ao ataque.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;- Não é à toa que os religiosos dizem que você é o anti-Deus. Deus junta. Você separa! A sua bigorna já destruiu muitos lares!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Ele não tinha pressa. Descansou o seu martelo e me falou com voz imperturbada:&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;- Já estou acostumado às calúnias. Mas não existe coisa alguma mais distante da verdade. Se há uma coisa que eu desejo é um casamento duradouro, até que a morte os separe. Se ponho o casamento na bigorna é justamente para provar que a receita do Criador não funciona. A minha é muito mais eficaz.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Como o meu silêncio indicasse minha disposição em ouvi-lo, ele continuou a falar:&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;- Todo mundo sabe que, no início, eu era a mão direita de Deus. Estávamos de acordo em tudo. Ele mandava, eu fazia. Foi por causa do casamento que nos separamos. Até então trabalhávamos juntos. Quando Deus disse que não era bom que o homem estivesse só, e melhor seria que ele tivesse uma mulher, eu concordei. Quando Deus disse que esta união teria de ser sem fim, até a morte, eu aplaudi. Mas aí apareceu o pomo da discórdia. Para colar o homem na mulher, Deus foi buscar uma bisnaguinha de amor. Protestei. Argumentei:&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;- Senhor! Amor é coisa muito fraca, de duração efêmera! Quem é colado com o amor logo se separa!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Citei o poeta: “Que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure!” Amor é chama tênue, fogo de palha. Não pode ser imortal. No começo, aquele entusiasmo. Mas logo se apaga. Chama de vela, fraquinha, que se vai com qualquer ventinho… Amor é bibelô de louça. Todos os amantes sabem disso, mesmo os mais apaixonados. E não é por isso que sentem ciúmes? Ciúme é a consciência dolorosa de que o objeto amado não é posse: ele pode voar a qualquer momento. Por isto o amor é doloroso, está cheio de incertezas. Discreto tocar de dedos, suave encontro de olhares: coisa deliciosa, sem dúvida. E é por isso mesmo, por ser tão discreto, por ser tão suave, que o amor se recusa a segurar. Amar é ter um pássaro pousado no dedo. Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que, a qualquer momento, ele pode voar. Como construir uma relação duradoura com cola tão fraquinha? Por isto os casais se separam, por causa do amor, pela ilusão de um outro amor. Qualquer tolo sabe que o pássaro só fica se estiver na gaiola. O amor é cola fraca para produzir um casamento duradouro porque no amor vive o maior inimigo da estabilidade: a liberdade. É preciso que o pássaro aprenda que é inútil bater asas. Um casamento duradouro é aquele em que o homem e a mulher perderam as ilusões do amor.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;- Foi aí que nos separamos – ele continuou.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;- Não porque discordássemos que casamento deveria ser eterno. É isto que eu quero. Nos separamos porque não estávamos de acordo sobre o que é que junta um homem e uma mulher, eternamente. Deus é um romântico. Eu sou um realista.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;- Qual foi então a sua proposta? Que cola deveria ser usada?- perguntei, perplexo.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;- O ódio. – respondeu ele. – Enganam-se aqueles que dizem que o ódio separa. A verdade é que o ódio junta as pessoas. Como disse um jagunço do Guimarães Rosa, quem odeia o outro, leva o outro para a cama. Diferente do fogo da vela, o fogo do ódio é como um vulcão. Não se apaga nunca. Por fora pode parecer adormecido. No fundo, as chamas crepitam. A diferença entre os dois? O amor, por causa da liberdade, abre a mão e deixa o outro ir. No amor existe a permanente possibilidade de separação. Mas o ódio segura. Não tenha dúvidas. Os casamentos mais sólidos são baseados no ódio. E sabe por que o ódio não deixa ir? Porque ele não suporta a fantasia do outro, voando livre, feliz. O ódio constrói gaiolas, e ali dentro ficam os dois, moendo-se mutuamente numa máquina de moer carne que gira sem parar, cada um se nutrindo da infelicidade que pode causar no outro. As pessoas ficam juntas para se torturarem. Não menospreze o poder do sadismo. Ah! A suprema felicidade de fazer o outro infeliz!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Com estas palavras ele tomou do seu martelo e voltou ao seu trabalho:&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;- Tenho de provar que eu, e não Deus, sou quem sabe a receita do casamento que só a morte pode separar.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Eu me persignei três vezes e compreendi que o inferno está mais perto do que eu pensava.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12px; line-height: 1.5; margin-bottom: 1.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/t-4a4u9xemg" title="YouTube video player" width="360"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-2309937740049371533?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/2309937740049371533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=2309937740049371533&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/2309937740049371533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/2309937740049371533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/04/ate-que-morte.html' title='Até que a morte ...'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/t-4a4u9xemg/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-2516575529463877779</id><published>2011-04-08T03:22:00.000-07:00</published><updated>2011-04-08T03:22:30.759-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Solidão a Dois'/><title type='text'>A Solidão a Dois</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;img height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/_Z8V98_4M63s/S7Lv_tQwvWI/AAAAAAAAAkg/biA80RuIHAY/s200/Nos-dois-e-a-imensidao-do-silencio.jpg" width="200" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;Por &amp;nbsp;: &amp;nbsp;Elisabeth Salgado&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #11593c; font-family: verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #11593c; font-family: verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;Escutara várias vezes os mais velhos falando que a pior solidão é aquela que se sente estando junto de alguém. Era difícil entender como isso podia acontecer. Como em outras situações, aqui também, é preciso vivenciar para poder entender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem já viveu junto de alguém, sem contar com seu apoio ou cumplicidade, sabe do que eu falo. Quem já viveu com alguém que trai e mente, sabe do que eu falo. Quem já viveu com alguém que se preocupa mais com a imagem que passa para as pessoas do que com o amadurecimento de um afeto, sabe do que eu falo. Quem já viveu com alguém que não respeita acordos por medo de se posicionar e se expor, sabe do que eu falo. Quem já viveu com alguém que não divide o que faz e sente, sabe do que eu falo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que, então, quem já está sozinho se ilude que não está? Por que, então, não desiste e rompe a relação, alegando ter medo de ficar só, quando já está?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lidando com casais, pude observar que há um alimentar de fantasias para suprir o vazio instalado a dois: "ruim com ele, pior sem ele", "continuo por causa dos filhos", "não ganho o suficiente", "sinto-me um fracassado, se me separar", tenho medo de me arrepender e, aí, vai ser tarde" etc...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez, o medo de ficar só seja tão forte, que ter alguém, mesmo sem qualidade, voltando para casa, seja a grande sabotagem para não vivenciar concretamente a solidão e ter que cuidar de si. Desse modo, vivendo sem conviver, morando com, mas em exclusão, pessoas adoecem, ficam deprimidas, hipertensas, dormem mal, têm úlceras, fortes dores de cabeça, abusam do álcool...&amp;nbsp;&lt;b&gt;O &lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;corpo trai e revela o que a alma cala.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Talvez, no fundo, haja o medo de arriscar, ao abrir a porta. Quando estiver só, não haverá alguém para responsabilizar pelas falhas, pela existência de problemas ou pela própria dificuldade de ser feliz... Entretanto,&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;a vida não perdoa quem fica ou quem não faz por medo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, apenas. Mais cedo ou mais tarde, a pergunta será feita: &lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;"o que fiz com a minha vida, até agora?"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-family: verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-2516575529463877779?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/2516575529463877779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=2516575529463877779&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/2516575529463877779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/2516575529463877779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/04/solidao-dois.html' title='A Solidão a Dois'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Z8V98_4M63s/S7Lv_tQwvWI/AAAAAAAAAkg/biA80RuIHAY/s72-c/Nos-dois-e-a-imensidao-do-silencio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-3069259907947997943</id><published>2011-04-03T09:13:00.000-07:00</published><updated>2011-04-03T09:13:34.028-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Será que idealizo muito o meu parceiro'/><title type='text'>Será que idealizo muito o meu parceiro? Até em que ponto isso pode ser saudável?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="320" src="http://lh5.ggpht.com/_FE9OHo_hdcs/SRg178UdMsI/AAAAAAAAo6g/RXi6hu5gDPk/.gif" width="320" /&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 13px; font-style: italic;"&gt;por Eduardo Yabusaki&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 15px; -webkit-border-vertical-spacing: 15px; font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-size: x-small;"&gt;"&lt;strong&gt;Idealizar o parceiro é inevitável, mas isso não deve prejudicar a interação entre ambos. Mas sim servir como um canal de comunicação para se tentar aproximar do que os dois desejam"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="02" cellspacing="15"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="50%"&gt;Recente estudo publicado no periódico&amp;nbsp;&lt;em&gt;Psychological Science&lt;/em&gt;, acompanhou mais de 220 casais durante os três anos posteriores ao casamento e apontou o seguinte: &lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;idealização do parceiro pode aumentar nível de satisfação com o casamento.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Mas até que ponto essa idealização pode ser positiva?&lt;br /&gt;Em qualquer começo de relacionamento as pessoas acabam por se envolver de forma a criar expectativas e desejos sobre como o outro possa ser. Ou seja, cria-se uma expectativa em que a idealização do outro sem defeitos ou problemas é sempre comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse processo está diretamente relacionado ao mundo de elaboração pessoal. Traduzindo: as fantasias e anseios que cada um estabelece em relação àquilo que se espera da pessoa amada, ou seja, “como desejo que essa pessoa seja no cotidiano, no relacionamento, nas demonstrações de afeto, carinho, paixão... enfim, o perfil que se cria na expectativa de que a outra pessoa preencha ou atenda a todas as necessidades e idealizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Movidos pela paixão, impulsos e desejo, a pessoa amada é vista como perfeita e maravilhosa sem que os defeitos ou diferenças sejam percebidos e considerados. Durante um período inicial isso é comum e até importante para um maior envolvimento e aprofundamento dos laços, porém não se pode ou não é ideal que se perpetue no relacionamento, pois senão pode-se criar um abismo entre o que se deseja e idealiza, e o que efetivamente se vive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontecem problemas ou conflitos quando a mulher acaba ignorando sinais ou características importantes manifestadas pelo parceiro e passa por cima deles em favor de manter a figura idealizada e que pode não ser nada do que o namorado ou mesmo marido efetivamente seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se acontecer da idealização ficar mais forte do que a realidade, corre-se o risco de viver um relacionamento ilusório e irreal, e que certamente não durará. Em algum momento a mulher perceberá ou não terá suas expectativas ou desejos preenchidos, provocando grande decepção e frustração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado manter a idealização pode ser também de extrema importância para que os dois possam estabelecer ou manter um canal de comunicação destinado às mudanças, que são fundamentais em qualquer relacionamento. Pode-se não atingir plenamente a condição idealizada ou perfil tão sonhado, mas chegar muito próximo traz muita motivação e satisfação para o casal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensar em um bom relacionamento envolve disposição e motivação para mudanças, sempre, e, sem dúvida, a idealização é uma elaboração pessoal importante para um primeiro passo. Quando se compartilha essas idealizações no relacionamento, cria-se a abertura para a inovação e a surpresa e por consequência ambos nutrem-se de desejo e motivação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idealização é sempre importante num processo de desejo, operacionalização e prazer, mas não podemos ficar fixados apenas em nossas fantasias, mas sim viabilizá-las considerando todo o contexto de realidade e possibilidades. Nesse sentido sempre se enriquece o repertório em tudo que possa ser vivido no relacionamento, inclusive estimulando a criatividade para a interação na vida a dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Pessoa Errada&lt;br /&gt;(Luis Fernando Veríssimo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando bem&lt;br /&gt;Em tudo o que a gente vê, e vivencia&lt;br /&gt;E ouve e pensa&lt;br /&gt;Não existe uma pessoa certa pra gente&lt;br /&gt;Existe uma pessoa&lt;br /&gt;Que se você for parar pra pensar&lt;br /&gt;É, na verdade, a pessoa errada.&lt;br /&gt;Porque a pessoa certa&lt;br /&gt;Faz tudo certinho&lt;br /&gt;Chega na hora certa,&lt;br /&gt;Fala as coisas certas,&lt;br /&gt;Faz as coisas certas,&lt;br /&gt;Mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas.&lt;br /&gt;Aí é a hora de procurar a pessoa errada.&lt;br /&gt;A pessoa errada te faz perder a cabeça&lt;br /&gt;Fazer loucuras&lt;br /&gt;Perder a hora&lt;br /&gt;Morrer de amor&lt;br /&gt;A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar&lt;br /&gt;Que é pra na hora que vocês se encontrarem&lt;br /&gt;A entrega ser muito mais verdadeira&lt;br /&gt;A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa&lt;br /&gt;Essa pessoa vai te fazer chorar&lt;br /&gt;Mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas&lt;br /&gt;Essa pessoa vai tirar seu sono&lt;br /&gt;Mas vai te dar em troca uma noite de amor inesquecível&lt;br /&gt;Essa pessoa talvez te magoe&lt;br /&gt;E depois te enche de mimos pedindo seu perdão&lt;br /&gt;Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado&lt;br /&gt;Mas vai estar 100% da vida dela esperando você&lt;br /&gt;Vai estar o tempo todo pensando em você.&lt;br /&gt;A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo&lt;br /&gt;Porque a vida não é certa&lt;br /&gt;Nada aqui é certo&lt;br /&gt;O que é certo mesmo, é que temos que viver&lt;br /&gt;Cada momento&lt;br /&gt;Cada segundo&lt;br /&gt;Amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo,&lt;br /&gt;querendo,conseguindo&lt;br /&gt;E só assim&lt;br /&gt;É possível chegar àquele momento do dia&lt;br /&gt;Em que a gente diz: "Graças à Deus deu tudo certo"&lt;br /&gt;Quando na verdade&lt;br /&gt;Tudo o que ele quer&lt;br /&gt;É que a gente encontre a pessoa errada&lt;br /&gt;Pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra gente...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-3069259907947997943?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/3069259907947997943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=3069259907947997943&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/3069259907947997943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/3069259907947997943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/04/sera-que-idealizo-muito-o-meu-parceiro.html' title='Será que idealizo muito o meu parceiro? Até em que ponto isso pode ser saudável?'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_FE9OHo_hdcs/SRg178UdMsI/AAAAAAAAo6g/RXi6hu5gDPk/s72-c/.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-4261036743109887131</id><published>2011-03-20T05:25:00.000-07:00</published><updated>2011-03-20T05:25:28.988-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Jeito deles'/><title type='text'>O Jeito deles.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-X7ZWnPI0iHI/TYXyJokpN6I/AAAAAAAAItE/9RXgkzzV6FY/s1600/catss.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh5.googleusercontent.com/-X7ZWnPI0iHI/TYXyJokpN6I/AAAAAAAAItE/9RXgkzzV6FY/s1600/catss.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Por : Martha Medeiros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é que faz a gente se apaixonar por alguém? &lt;br /&gt;Mistério misterioso. Não é só porque ele é esportista, não é só porque ela é linda, pois há esportistas sem cérebro e lindas idem, e você, que tem um, não vai querer saber de descerebrados. Mas também não basta ser inteligente, por mais que a inteligência esteja bem cotada no mercado. Tem que ser inteligente e... algo mais. O que é este algo mais? Mistério decifrado: é o jeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente se apaixona pelo jeito da pessoa. Não é porque ele cita Camões, não é porque ela tem olhos azuis: é o jeito dele de dizer versos em voz alta como se ele mesmo os tivesse escrito pra nós; é o jeito dela de piscar demorado seus lindos olhos azuis, como se estivesse em câmera lenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jeito de caminhar. O jeito de usar a camisa pra fora das calças. O jeito de passar a mão no cabelo. O jeito de suspirar no final das frases. O jeito de beijar. O jeito de sorrir. Vá tentar explicar isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo meu primeiro namorado, me apaixonei porque ele tinha um jeito de estar nas festas parecendo que não estava, era como se só eu o estivesse enxergando. O segundo namorado me fisgou porque tinha um jeito de morder palitos de fósforo que me deixava louca – ok, pode rir. Ele era um cara sofisticado, e por isso mesmo eu vibrava quando baixava nele um caminhoneiro. O terceiro namorado tinha um jeito de olhar que parecia que despia a gente:&lt;br /&gt;não as roupas da gente, mas a alma da gente. Logo vi que eu jamais conseguiria esconder algum segredo dele, era como se ele me conhecesse antes mesmo de eu nascer. Por precaução, resolvi casar com o sujeito e mantê-lo por perto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E teve aqueles que não viraram namorados também por causa do jeito: do jeito vulgar de falar, do jeito de rir – sempre alto demais e por coisas totalmente sem graça –, do jeito rude de tratar os garçons, do jeito mauricinho de se vestir: nunca um desleixo, sempre engomado e perfumado, até na beira da praia. Nenhum defeito nisso. Pode até ser que eu tenha perdido os caras mais sensacionais do universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o cara mais sensacional do universo e a mulher mais fantástica do planeta nunca irão conquistar você, a não ser que tenham um jeito de ser que você não consiga explicar. Porque esses jeitos que nos encantam não se explicam mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-4261036743109887131?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/4261036743109887131/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=4261036743109887131&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/4261036743109887131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/4261036743109887131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/03/o-jeito-deles.html' title='O Jeito deles.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-X7ZWnPI0iHI/TYXyJokpN6I/AAAAAAAAItE/9RXgkzzV6FY/s72-c/catss.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-2154609659648282572</id><published>2011-03-09T04:26:00.000-08:00</published><updated>2011-03-09T04:26:15.411-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor não correspondido.'/><title type='text'>Amor não correspondido.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: medium; border-left-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: medium; border-right-color: initial; border-right-style: none; border-right-width: medium; border-top-color: initial; border-top-style: none; border-top-width: medium; text-align: center;"&gt;&lt;img height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/_Hqa5_IRwQ6c/TRAvPNH42uI/AAAAAAAAAHc/RJ9EmqpzwXY/s320/relacoes-como-superar-amor-nao-correspondido-460x345-br.jpg" width="320" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: medium; border-left-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: medium; border-right-color: initial; border-right-style: none; border-right-width: medium; border-top-color: initial; border-top-style: none; border-top-width: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: medium; border-left-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: medium; border-right-color: initial; border-right-style: none; border-right-width: medium; border-top-color: initial; border-top-style: none; border-top-width: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Monotype Corsiva'; font-size: small; line-height: normal;"&gt;&amp;nbsp;Livro:&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Monotype Corsiva'; font-size: small; line-height: normal;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Monotype Corsiva'; font-size: small; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;Conviver e Melhorar&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Monotype Corsiva'; font-size: small; line-height: normal;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: medium; border-left-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: medium; border-right-color: initial; border-right-style: none; border-right-width: medium; border-top-color: initial; border-top-style: none; border-top-width: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Monotype Corsiva'; font-size: small; line-height: normal;"&gt;&amp;nbsp;por Fran&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Monotype Corsiva'; font-size: small; line-height: normal;"&gt;cisco do Espírito Santo Neto&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: medium; border-left-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: medium; border-right-color: initial; border-right-style: none; border-right-width: medium; border-top-color: initial; border-top-style: none; border-top-width: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: medium; border-left-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: medium; border-right-color: initial; border-right-style: none; border-right-width: medium; border-top-color: initial; border-top-style: none; border-top-width: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: medium; border-left-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: medium; border-right-color: initial; border-right-style: none; border-right-width: medium; border-top-color: initial; border-top-style: none; border-top-width: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: medium; border-left-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: medium; border-right-color: initial; border-right-style: none; border-right-width: medium; border-top-color: initial; border-top-style: none; border-top-width: medium;"&gt;Acredita-se que é possível contar nos dedos das mãos as pessoas a quem se ama de forma verdadeira. Causa compaixão quem aceita essa hipótese, pois estará confinado sentimentalmente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor incondicional é sempre lúcido e abrangente. Jamais exclusivo ou limitado a apenas uma pessoa. Quando o amor induz os seres ao isolamento já se pode ouvir o vento entoar uma triste canção, prenunciando dias longos e noites melancólicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando, numa relação de amor, não se auxilia o outro a caminhar por si mesmo, conduzindo-o a encontrar seu próprio curso existencial, esse amor, mesmo que pareça tranqüilo, não está de fato estabilizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor verdadeiro é direcionado para a capacidade de guiar o outro ao crescimento pessoal, em outras palavras, por um processo de transformação incessante rumo a um entendimento maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem delimita sua aptidão para amar assemelha-se à fumaça, que a tudo sufoca em seu derredor. Somente depois, quando é dissipada pelo ar, é que se avalia o mal que a asfixia causou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há almas que vivem relacionamentos fictícios – baseados em uma imagem que retrata o que gostaria que o outro fosse – sem perceberem que estão dando os primeiros passos em direção à ruína afetiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A separação inicia-se no momento em que um dos parceiros se relaciona com a imagem criada da pessoa idealizada, e não propriamente com a pessoa. De modo geral, essas irrealidades são notadas depois de ter ocorrido o infortúnio amoroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que acontece, todavia, quando nos dedicamos a alguém que é infiel conosco? Será que quando amamos incondicionalmente temos que suportar incontáveis deslealdades e permanecer impassíveis?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, o amor não conduz à tolice ou à ingenuidade, nem induz a uma alegria artificial e a uma credulidade excessiva. Na dependência só se vêem qualidades, nunca se enxergam os defeitos. Isso a humanidade classifica como amor cego ou paixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jamais você sentiria tão grande solidão e abandono se não vivesse, imprudentemente, dependendo tanto dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo é cheio de pesares e, na área do afeto, a traição é uma das maiores desventuras. Não há nada pior que recordar momentos felizes em tempos de dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando tudo é desventura, aparece a verdade. Ela pode machucar, mas, em qualquer tempo, será bem-vinda. Assemelha-se a um remédio amargo, porém salutar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale lembrar: para que exista um relacionamento de fato, é necessário que ambos o desejem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da desonestidade, é possível perdoar a quem traiu, pois o amor real não coloca limites à indulgência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, você precisa perguntar-se: o que devo fazer para harmonizar o amor por meu marido sem perder meu auto-respeito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por certo a vida a dois não é nenhum mar de rosas, e seria bom levar como lembrete que, em se tratando de relacionamentos afetivos, nunca há respostas genéricas ou semelhantes para um amor não correspondido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor não contabiliza as fragilidades do outro, mas, com toda a certeza, não é abusivo. Por princípio íntimo, não se deve viver de auto-piedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante dessa circunstância, o que de melhor se poderia dizer a esse alguém é que decida: ou continua junto de você, sinceramente, ou longe, se quer permanecer na infidelidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os vínculos entre as pessoas podem ser estabelecidos por amor ou por obrigação. No amor, há ternura, imensa confiança e devoção, e isso por si só basta. Na obrigação, nascem as desavenças e recriminações, que dilaceram a alma. Quem se obriga nas questões do amor vive em constante busca de razões ideológicas ou de justificativas filosóficas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é o carma senão respostas da vida a seus atos e atitudes. Não existe fatalidade, uma vez que Deus dá o livre-arbítrio a todas as suas criaturas. Você é livre para escolher – não apenas antes do nascimento corporal, mas igualmente aqui e agora – o que fará de sua existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale esperar os terremotos do coração se acalmarem para você refletir melhor e, logo após, abrir as vidraças da alma e deixar o aroma do bom senso entrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diálogo será sempre oportuno entre o casal, desde que não se converta em cobranças e insanas suscetibilidades; antes se alicerce na lealdade e honestidade e concorra para que os dois permaneçam unidos e equilibrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para cada pessoa sempre existe um momento de decisão, e ela o saberá quando ele chegar. Quando você já tiver feito tudo o que estava a seu alcance, então deverá ficar ou partir. Não se deve esperar dos outros aquilo que unicamente você mesmo pode se dar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-2154609659648282572?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/2154609659648282572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=2154609659648282572&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/2154609659648282572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/2154609659648282572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/03/amor-nao-correspondido.html' title='Amor não correspondido.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Hqa5_IRwQ6c/TRAvPNH42uI/AAAAAAAAAHc/RJ9EmqpzwXY/s72-c/relacoes-como-superar-amor-nao-correspondido-460x345-br.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-7320357192692528557</id><published>2011-02-13T16:46:00.000-08:00</published><updated>2011-02-13T16:46:05.622-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Como manter um relacionamento verdadeiro'/><title type='text'>Como manter um relacionamento verdadeiro .</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="254" id="il_fi" src="http://3.bp.blogspot.com/_DwZsqZPkwq4/TLR-s1SgjbI/AAAAAAAAAGA/0j7qKjT3X_4/s320/amar.jpg" style="padding-bottom: 8px; padding-right: 8px; padding-top: 8px;" width="320" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Por Suzana Leal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes nos empenhamos tanto para fazer uma relação amorosa ou social dar  certo que acabamos incorporando papéis e modos de agir para agradar o próximo.  Achamos que podemos esconder ou driblar o nosso verdadeiro EU, mas não por muito  tempo. Cuidado! Cedo ou tarde torna-se insuportável manter essa máscara. Saiba  como manter-se fiel a você e fazer de seu relacionamento um sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="grid-14 box alpha" id="infos-dica" sizcache="1280" sizset="0"&gt;&lt;div ?="" class="grid-7 colborder-right alpha" id="materiais" sizcache="1280" sizset="0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;dl id="txt-materiais" sizcache="1280" sizset="0"&gt;&lt;dt&gt;Você vai precisar de:&lt;/dt&gt;&lt;dd sizcache="1280" sizset="0"&gt;&lt;ul sizcache="1280" sizset="0"&gt;&lt;li&gt;Respeito&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Atenção&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Carinho&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Paciência&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div&gt;&lt;h2 class="tit-passo sem-foto"&gt;Descubra quem é você.&lt;/h2&gt;O melhor remédio para ser feliz&amp;nbsp;é procurar a sua verdade. Tenha um momento só  seu de reflexão para descobrir&amp;nbsp;quem você realmente&amp;nbsp;é e deseja ser. Se estiver  muito difícil tomar consciência de si mesma, você pode buscar ajuda de um  terapeuta.   &lt;h2 class="tit-passo sem-foto"&gt;Quem faz a sua felicidade é você&lt;/h2&gt;A tendência do ser humano&amp;nbsp;é colocar nas mãos do outro a sua própria  felicidade ou infelicidade, o que&amp;nbsp;é um erro. Se você não se amar e conhecer os  seus erros e limitações fica impossível amar e se entregar a uma amizade ou  relação amorosa&amp;nbsp;de uma maneira saudável e promissora.  &lt;h2 class="tit-passo sem-foto"&gt;Exercite-se&lt;/h2&gt;Procure manter&amp;nbsp;seu corpo e mente saudáveis. Se você estiver de bem consigo  mesma, em plena forma física e for bem resolvida, tudo fluirá bem.   &lt;h2 class="tit-passo sem-foto"&gt;Tenha o seu momento de lazer&lt;/h2&gt;Sua vida independente de você estar ou não se relacionando com ele. Então,  separe sempre um tempo para sair&amp;nbsp;com os amigos e tenha uma ocupação ou um&amp;nbsp;hobby  para não focar a sua realização apenas no relacionamento amoroso.   &lt;h2 class="tit-passo sem-foto"&gt;Respeite a individualidade&lt;/h2&gt;Procure não cobrar muito de si e do outro e nem&amp;nbsp;ache&amp;nbsp;que você&amp;nbsp;tem que ser uma  pessoa&amp;nbsp; perfeita. Um amor construído com bases sólidas busca concessões e  aceitação, portanto respeite a individualidade dele assim como você deve  respeitar a sua   &lt;h2 class="tit-passo sem-foto"&gt;Acredite no seu potencial&lt;/h2&gt;Mantenha sempre a sua autoestima elevada. Assim você&amp;nbsp;fará escolhas acertadas  e sob medida para você.&amp;nbsp;Nunca se menospreze ou ache que você não merece a pessoa  que está com você. Se for preciso, escreva em um papel todas as qualidades que  você e os outros enxergam em você para dar uma boa injeção de autoconfiança.   &lt;h2 class="tit-passo sem-foto"&gt;Seja você&lt;/h2&gt;Não tenha medo de ser você e de expor suas opiniões. Nunca faça nada que você  não curte apenas para agradar seu parceiro.    &lt;h2 class="tit-passo sem-foto"&gt;Converse sempre&lt;/h2&gt;Num relacionamento amoroso/sexual fale sempre&amp;nbsp;abertamente dos seus anseios e  do que lhe incomoda na relação para evitar quebra de respeito e de limites. Se  você começa um relacionamento sendo franca, colherá os benefícios disso para o  resto da vida a dois.    &lt;h2 class="tit-passo sem-foto"&gt;Sejam companheiros&lt;/h2&gt;Coloque na cabeça que nem o homem, nem a mulher&amp;nbsp;devem estar na frente do  outro.&amp;nbsp;Um relacionamento de amor é feito de parceria, um complementa o outro.  Assim vocês crescerão juntos e fortalecidos.    &lt;h2 class="tit-passo sem-foto"&gt;Ouça seu parceiro&lt;/h2&gt;Lembre-se que numa relação amorosa temos que ceder e ouvir o outro, mas com  equilíbrio e&amp;nbsp;igualdade para não criar mágoas e enganos, um dos maiores  causadores de um rompimento doloroso.&amp;nbsp;              &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte&lt;a href="http://www.extraexplica.com.br/vida/como-manter-um-relacionamento-verdadeiro/"&gt;:&amp;nbsp;http://www.extraexplica.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-7320357192692528557?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/7320357192692528557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=7320357192692528557&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/7320357192692528557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/7320357192692528557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/02/como-manter-um-relacionamento_13.html' title='Como manter um relacionamento verdadeiro .'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_DwZsqZPkwq4/TLR-s1SgjbI/AAAAAAAAAGA/0j7qKjT3X_4/s72-c/amar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-7777181328716851048</id><published>2011-02-03T04:58:00.000-08:00</published><updated>2011-02-03T04:58:20.138-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SAIA DA CONDIÇÃO DE VÍTIMA'/><title type='text'>SAIA DA CONDIÇÃO DE VÍTIMA.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="182" id="il_fi" src="http://2.bp.blogspot.com/_vvVOSyRnUR8/TMN_v-A0m4I/AAAAAAAAAJM/wEG4_DoeWBc/s200/olho_chorando.jpg" style="padding-bottom: 8px; padding-right: 8px; padding-top: 8px;" width="200" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;por Alexey Dodsworth&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu passei grande parte da minha vida escutando a frase-feita que mais sucesso faz no universo maravilhoso das crenças falsas: não escolhemos por quem nos apaixonamos. É verdade, não escolhemos. Podemos nos apaixonar por gente que não vale um miligrama do que come. É mais assustador ainda considerar que nós mesmos podemos ser estas pessoas na vida de outro alguém que também sofre por nós. Mas em qualquer um dos casos, eu sou inclinado a concordar que, de fato, não escolhemos por quem nos apaixonamos. Paixão, como o nome diz, vem do grego pathos, o mesmo termo que dá origem a "patológico". A paixão é prima-irmã da doença. E ninguém escolhe se apaixonar, tanto quanto não escolhemos ficar gripados ou pegar caxumba. Acontece.&lt;br /&gt;&lt;img height="184" id="il_fi" src="http://api.ning.com/files/Ep8ve2Pt1rCuwnqqDAeXvNUAXXeXT2LayL2YUaZkByNZvUs4*ZzLP70iNzvigkLQb-nUtiGdMqo51NdrRirY9tzbvt*KQGEN/doente9av1.jpg" style="padding-bottom: 8px; padding-right: 8px; padding-top: 8px;" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;Epa! Mas então por que será que eu digo que isso faz parte do universo das crenças falsas? Ora, não é preciso muito esforço para perceber que por mais que não escolhamos por quem nos apaixonamos, esta "condição de vítima", esta "condição passiva" não é de forma alguma fatídica ou determinante. Se percebemos que nos apaixonamos pela pessoa errada, ainda assim temos escolhas. Temos a escolha, por exemplo, de não querer contato. Temos a escolha de, mesmo apaixonados por quem não deveríamos estar, racionalizarmos minimamente o processo de modo a não nos colocarmos à mercê de quem nos faz mais mal do que bem. Não estou falando de eventuais sofrimentos. Qualquer relacionamento saudável tem sua cota de sofrimento. Estou falando de apaixonar-se por alguém que, por diversas razões, se revela destrutivo para sua vida. Há muitas razões para isso: a pessoa pode ser comprometida e ficar te enrolando infinitamente; a pessoa pode mentir tanto que nem sabe mais discernir o que é verdadeiro do que é falso; a pessoa pode ter um ciúme digno de figurar numa peça teatral de Shakespeare (e, acredite, o ciúme shakesperiano não tem nada de bonito). Em suma, não irei aqui dizer o que é uma pessoa que nos faz mal. Nós sabemos quando uma pessoa nos faz mal. E ela pode nos fazer mal mesmo sendo uma boa pessoa. Basta que a paixão não seja correspondida. E, convenhamos, ninguém tem culpa de não se apaixonar pela gente, não é mesmo? Acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAIXÃO E FANTASIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paixão é um veneno da mente. Por conta dela, ampliamos a imagem de uma pessoa, tornando-a mais importante do que ela realmente é. Esta pessoa por quem nos apaixonamos não é ela mesma. Não passa de uma perspectiva projetada de nossas fantasias. Para 99,99% da humanidade, a tal pessoa não tem importância alguma. E é tão relevante para o ser apaixonado, mas não tem relevância além daquela criada pelos mecanismos da fantasia. E é por isso que a paixão sempre estará abaixo do amor e nunca lhe chegará aos pés. Porque a paixão trata de fantasia, e o amor, de realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque apaixonar-se é sempre por causa de: por causa da beleza do outro, por causa de sua inteligência ou de várias características sedutoras que o outro apresenta. E amar, ao contrário, é sempre apesar de. Amamos alguém apesar de seus defeitos, apesar de conhecermos seus lados mais sombrios. O amor enxerga, e muito bem. Quem sofre de cegueira é a paixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apaixonar-se é absolutamente natural, e mais natural ainda é que esta paixão dê lugar ao amor na medida em que o tempo passe e aquela pessoa perfeita se converta naquilo que ela efetivamente é: uma pessoa. Isso quando a paixão é correspondida e é saudável. Insistência em paixões infuncionais, apego por quem nos faz sofrer, essas coisas não têm nada de amor e têm tudo de imaturidade ou, em alguns casos, têm a ver com desejo de autodestruição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não escolhemos por quem nos apaixonamos. Mas escolhemos dar corda para isso. E quando a paixão se revela destrutiva como uma doença, o tratamento é evidente: afastar-se do que nos causa mal é prerrogativa inicial básica para o retorno a um estado centrado. Em seguida, procurar trazer as projeções e expectativas passionais à luz da análise pode ajudar a mudar nosso gosto, permitindo que nos apaixonemos por pessoas melhores. Gosto é uma coisa que se refina com o tempo e com boa vontade. Assim é na música, na literatura, na culinária, e nos relacionamentos humanos não é diferente. A paixão é uma parte nossa, mas não somos nós. E jamais, nunca deveria ser a força mais poderosa a nos guiar a vida. Aliada à paixão devem vir as considerações racionais. E quem acha que uma coisa exclui a outra ou ainda está na adolescência, ou precisa de uma educação para a vida, de uma efetiva educação filosófica que lhe permita ir além deste falso cenário em que as coisas ou são da paixão ou são da razão. Afinal, é do contraste e da dança paixão-razão que brota a vida em sua forma mais plena e bem vivida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_4YmXgkUWi_Y/THZ6_KkGa5I/AAAAAAAAKMs/UKKtfhfI2QI/s1600/relacionamento3.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_4YmXgkUWi_Y/THZ6_KkGa5I/AAAAAAAAKMs/UKKtfhfI2QI/s200/relacionamento3.png" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-7777181328716851048?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/7777181328716851048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=7777181328716851048&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/7777181328716851048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/7777181328716851048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/02/saia-da-condicao-de-vitima.html' title='SAIA DA CONDIÇÃO DE VÍTIMA.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vvVOSyRnUR8/TMN_v-A0m4I/AAAAAAAAAJM/wEG4_DoeWBc/s72-c/olho_chorando.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-7627337967514783254</id><published>2011-02-01T06:06:00.000-08:00</published><updated>2011-04-24T19:10:12.605-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O amor não acaba nós é que mudamos.'/><title type='text'>O amor não acaba, nós é que mudamos  .</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #393939; font-weight: bold; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 980px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td colspan="2"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;  &lt;link href="http://www.petaladerosa.com.br/libs/prettyphoto/css/prettyPhoto.css" media="screen" rel="stylesheet" title="prettyPhoto main stylesheet" type="text/css"&gt;&lt;/link&gt; &lt;script&gt;&lt;/script&gt;  &lt;script&gt;&lt;/script&gt;  &lt;script&gt;&lt;/script&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="3"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td align="left" valign="top"&gt;&lt;h1 class="texto_corpri_22_bold"&gt;&lt;img height="240" src="http://www.petaladerosa.com.br/fotoNoticia/gr/132.jpg" width="320" /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt; &lt;td align="left" valign="top"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt; &lt;td align="left" valign="top"&gt;&lt;div class="texto_cinza_12" id="HOTWordsTxt2" name="HOTWordsTxt"&gt;O  amor não tem fim, ele não acaba, são as pessoas que mudam, que evoluem. O amor  nunca deixa nossas vidas, às vezes ele pode se esconder, mas jamais  desaparecer.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Um homem e uma mulher vivem uma intensa relação de amor,  e depois de alguns anos se separam, cada um vai em busca do próprio caminho,  saem do raio de visão um do outro. Que fim levou aquele sentimento? O amor  realmente acaba? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que acaba são algumas de nossas expectativas e  desejos, que são subtituídos por outros no decorrer da vida. As pessoas não  mudam na sua essência, mas mudam muito de sonhos, mudam de pontos de vista e de  necessidades, principalmente de necessidades. O amor costuma ser amoldado à  nossa carência de envolvimento afetivo, porém essa carência não é estática, ela  se modifica à medida que vamos tendo novas experiências, à medida que vamos  aprendendo com as dores, com os remorsos e com nossos erros todos. O amor se  mantém o mesmo apenas para aqueles que se mantém os mesmos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se nada muda  dentro de você, o amor que você sente, ou que você sofre, também não muda.  Amores eternos só existem para dois grupos de pessoas. O primeiro é formado por  aqueles que se recusam a experimentar a vida, para aqueles que não querem  investigar mais nada sobre si mesmo, estão contentes com o que estabeleceram  como verdade numa determinada época e seguem com esta verdade até os 120 anos. O  outro grupo é o dos sortudos: aqueles que amam alguém, e mesmo tendo evoluído  com o tempo, descobrem que o parceiro também evoluiu, e essa evolução se deu com  a mesma intensidade e seguiu na mesma direção. Sendo assim, conseguem renovar o  amor, pois a renovação particular de cada um foi tão parecida que não gerou  conflito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt; O amor não acaba. O amor apenas sai do centro das nossas  atenções. O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e  a gente avança porque é da natureza humana avançar. Não é o sentimento que se  esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou  esgotados da mesmice. Paixão termina, amor não. Amor é aquilo que a gente deixa  ocupar todos os nossos espaços, enquanto for bem-vindo, e que transferimos para  o quartinho dos fundos quando não funciona mais, mas que nunca expulsamos  definitivamente de casa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Martha Medeiros&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_cinza_12" id="HOTWordsTxt2" name="HOTWordsTxt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_cinza_12" id="HOTWordsTxt2" name="HOTWordsTxt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_cinza_12" id="HOTWordsTxt2" name="HOTWordsTxt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_cinza_12" id="HOTWordsTxt2" name="HOTWordsTxt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_cinza_12" id="HOTWordsTxt2" name="HOTWordsTxt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-7627337967514783254?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/7627337967514783254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=7627337967514783254&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/7627337967514783254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/7627337967514783254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/02/o-amor-nao-acaba-nos-e-que-mudamos.html' title='O amor não acaba, nós é que mudamos  .'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-4563159185401653234</id><published>2011-01-21T16:55:00.000-08:00</published><updated>2011-01-21T16:55:45.504-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O que é mais estressante: ser solteiro ou casado?'/><title type='text'>O que é mais estressante: ser solteiro ou casado?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://conversademenina.files.wordpress.com/2009/06/divorcio-21.jpg?w=320&amp;amp;h=312" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="312" id="il_fi" src="http://conversademenina.files.wordpress.com/2009/06/divorcio-21.jpg?w=320&amp;amp;h=312" style="padding-bottom: 8px; padding-right: 8px; padding-top: 8px;" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por :Marcela Buscato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Responda rápido: você fica mais estressado quando está namorando ou quando está solteiro? Eu responderia de bate-e-pronto que ficamos mais estressados quando estamos em um relacionamento. Quem já esteve em um sabe que, se já é difícil aturar só a nossa pessoa (às vezes quero o divórcio de mim mesma), viver com um outro ser humano pode ser ainda mais difícil. Mas uma pesquisa divulgada por cientistas da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, garante que o sossego toma conta de nós quando estamos casados ou em um relacionamento sério.&lt;br /&gt;Os pesquisadores compararam a reação a uma surpresa desagradável entre comprometidos e avulsos. Eles disseram aos voluntários, estudantes universitários, que o teste a que seriam submetidos afetaria a nota deles na faculdade. Depois, os cientistas coletaram amostras de saliva dos alunos para analisar a presença de um hormônio liberado pelo nosso organismo quando ficamos estressados, o cortisol. Eles concluíram que a concentração de cortisol na saliva de todos os voluntários subiu, mas teve um aumento maior entre os solteiros.&lt;br /&gt;Será que os autores da pesquisa já namoraram ou foram casados? Sabem o que é ter de tolerar atrasos e opiniões esdrúxulas da outra cara-metade? Almoços familiares de domingo (não é nada pessoal. Mas é que se a nossa própria família já pode irritar, imagina a dos outros)? Será que eles entendem a gravidade de uma toalha molhada em cima da cama? De uma pia do banheiro inundada – diariamente? &lt;br /&gt;&lt;img height="133" id="il_fi" src="http://2.bp.blogspot.com/_VuNoSZ7u_1E/S9rQatzXX6I/AAAAAAAAEck/FOJA02pXn_4/s200/separacao.jpg" style="padding-bottom: 8px; padding-right: 8px; padding-top: 8px;" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;Os solteiros não têm nenhum desses problemas. Devem ficar estressados com qual balada escolher, que roupa vestir, como se aproximar de um pretendente etc…. Ou será que eles estão constantemente em alerta à caça de alguém interessante e isso os deixa estressados? Ou ainda: será que os casados se estressam menos porque o casamento é tão estressante que eles ficam anestesiados?&lt;br /&gt;Essas suposições são uma brincadeira, claro. Nem os cientistas sabem explicar o resultado da pesquisa. Mas é irresistível pensar que nunca estamos satisfeitos com o que temos. Os solteiros querem achar um parceiro. E tem muita gente casada por aí – principalmente homens – achando que querem voltar aos tempos em que os verbos de sua vida eram conjugados no singular. Mas está aí a prova científica: casar ou ter um relacionamento sério faz bem para você. Homens, não temam!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;br /&gt;&lt;a href="http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2010/08/19/o-que-e-mais-estressante-ser-solteiro-ou-casado/"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2010/08/19/o-que-e-mais-estressante-ser-solteiro-ou-casado/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique no link a abai&amp;nbsp;abaixo e descubra as vantagens e desvantagens da sua escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mood.com.br/070601/solteiro.htm"&gt;http://www.mood.com.br/070601/solteiro.htm&lt;/a&gt;#&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-4563159185401653234?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/4563159185401653234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=4563159185401653234&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/4563159185401653234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/4563159185401653234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2011/01/o-que-e-mais-estressante-ser-solteiro.html' title='O que é mais estressante: ser solteiro ou casado?'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_VuNoSZ7u_1E/S9rQatzXX6I/AAAAAAAAEck/FOJA02pXn_4/s72-c/separacao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-9151412869923768612</id><published>2010-10-02T05:24:00.001-07:00</published><updated>2010-10-18T02:48:42.466-07:00</updated><title type='text'>Uma pausa por uma pausa.</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://api.ning.com/files/SdFcR770ZXUZ*tAUgwM4UT2KIPv0j1R*vxlV3KgrIP8_/gifs3D_MG33.gif" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img alt="Gif do Amor - Pato solitário" border="0" src="http://api.ning.com/files/SdFcR770ZXUZ*tAUgwM4UT2KIPv0j1R*vxlV3KgrIP8_/gifs3D_MG33.gif" title="Gif do Amor - Pato solitário" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;img src="http://www.angelamoura.hpg.ig.com.br/mensagem/1/1anjo.gif" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="GClef.svg" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/ff/GClef.svg/45px-GClef.svg.png" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;b&gt;Pausa&lt;/b&gt;&amp;nbsp;é um intervalo de silêncio em uma peça de&amp;nbsp;música, marcada por um sinal que indique a duração da pausa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;"Na&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;pausa&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&amp;nbsp;não há música, mas a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;pausa&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&amp;nbsp;ajuda a fazer a música”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CzsnUkgAfbQ/TKcPyx48xSI/AAAAAAAAGuE/EADnAJe3rCs/s1600/Relogio_da_vida.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="271" src="http://3.bp.blogspot.com/_CzsnUkgAfbQ/TKcPyx48xSI/AAAAAAAAGuE/EADnAJe3rCs/s320/Relogio_da_vida.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Não vou estar em férias, nem viajando,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;nem muito menos com problemas na saúde.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&amp;nbsp;É apenas uma PAUSA .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&amp;nbsp;Tempo para SENTIR mais A minha VIDA.Um beijo para todos, e um grande beijo em especial, para minhas(eus) queridas(os) amigas (os) -esses sabem quem são...&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a volta!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rejane&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;"A PAUSA assim como é importante na música,&lt;br /&gt;também é fundamental para SAÚDE de tudo o que é vivo...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A noite é pausa, o inverno é pausa, mesmo a morte é pausa...&lt;br /&gt;Onde não há pausa, a vida lentamente se extingue...&lt;br /&gt;Para um mundo no qual funcionar 24 horas por dia parece não ser suficiente,&lt;br /&gt;onde o meio ambiente e a terra imploram por uma folga,&lt;br /&gt;onde nós mesmos não suportamos mais a falta de tempo,&lt;br /&gt;descansar se torna uma necessidade do planeta.&lt;br /&gt;Hoje, o tempo de "PAUSA" é preenchido por diversão e alienação!...&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Lazer não é feito de descanso, mas de ocupações "para não nos ocuparmos".&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A própria palavra ENTRETENIMENTO indica o desejo de não parar!...&lt;br /&gt;E A INCAPACIDADE DE PARAR TAMBÉM É UMA FORMA DE DEPRESSÃO.&lt;br /&gt;O mundo está DEPRIMIDO e a indústria do entretenimento cresce nessas condições.&lt;br /&gt;Nossas cidades se parecem cada vez mais com a DISNEYLANDIA!...&lt;br /&gt;Longas filas para aproveitar experiências pouco interativas...&lt;br /&gt;Fim de dia com gosto de VAZIO!...&lt;br /&gt;Um divertido que não é nem bom nem ruim...&lt;br /&gt;Dia pronto para ser ESQUECIDO,&lt;br /&gt;não fossem as fotos e a memória de uma EXPECTATIVA FRUSTRADA,&lt;br /&gt;que ninguém revela para não dar o gostinho ao próximo...&lt;br /&gt;Entramos no milênio num mundo que é um GRANDE SHOPING.&lt;br /&gt;A Internet e a televisão não dormem.&lt;br /&gt;Não há mais insônia solitária; solitário é quem dorme.&lt;br /&gt;As bolsas do Ocidente e do Oriente se revezam fazendo do ganhar e&lt;br /&gt;perder, das informações e dos rumores, atividade incessante...&lt;br /&gt;A CNN inventou um tempo linear que só pode parar no fim.&lt;br /&gt;Mas as paradas estão por toda a caminhada e por todo o processo.&lt;br /&gt;Sem acostamento, a vida parece fluir mais rápida e eficiente,&lt;br /&gt;mas ao custo fóbico de uma paisagem que passa.&lt;br /&gt;O futuro é tão rápido que se confunde com o presente.&lt;br /&gt;As montanhas estão com olheiras, os rios precisam de um bom banho, as&lt;br /&gt;cidades de uma cochilada, o mar de uma férias, o domingo de um feriado...&lt;br /&gt;Nossos namorados querem 'ficar', trocando o 'ser' pelo 'estar'.&lt;br /&gt;Saímos da escravidão do século XIX para o LEASING do século XXI -&lt;br /&gt;Um dia seremos nossos?&lt;br /&gt;Quem tem tempo NÃO É SÉRIO, quem não tem tempo é IMPORTANTE!!...&lt;br /&gt;Nunca fizemos tanto e realizamos tão pouco...&lt;br /&gt;Nunca tantos fizeram tanto por tão poucos...&lt;br /&gt;Parar não é interromper.&lt;br /&gt;Muitas vezes continuar é que é uma interrupção!...&lt;br /&gt;O dia de não trabalhar não é o dia de se distrair -&lt;br /&gt;Lliteralmente, ficar desatento...&lt;br /&gt;É um dia de ATENÇÃO CONSIGO E COM SUA VIDA!&lt;br /&gt;A pergunta que as pessoas se fazem no descanso é&lt;br /&gt;'o que vamos fazer hoje?' - já marcada pela ANSIEDADE!...&lt;br /&gt;E sonhamos com uma longevidade de 120 anos,&lt;br /&gt;quando não sabemos o que fazer numa tarde de domingo...&lt;br /&gt;Quem ganha tempo, por definição, PERDE!...&lt;br /&gt;Quem mata tempo, FERE-SE mortalmente.&lt;br /&gt;É este o grande 'radical livre' que envelhece nossa alegria -&lt;br /&gt;O sonho de fazer do tempo uma MERCADORIA!&lt;br /&gt;Em tempos de novo milênio, vamos RESGATAR coisas que são milenares.&lt;br /&gt;A PAUSA é que traz a surpresa e não o que vem depois...&lt;br /&gt;A pausa é que dá SENTIDO à caminhada!!...&lt;br /&gt;A prática espiritual deste milênio será VIVER AS PAUSAS.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Não haverá maior sábio do que aquele que souber quando algo terminou&lt;br /&gt;e quando algo vai começar!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Afinal, por que o Criador descansou?&lt;br /&gt;Talvez porque, mais difícil do que iniciar um processo do nada,&lt;br /&gt;seja dá-lo como concluído!!.."&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;Nilton Bonder&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;object height="305" width="400"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/EHMekxdiRG4?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x3a3a3a&amp;amp;color2=0x999999&amp;amp;border=1"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/param&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/param&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/param&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/EHMekxdiRG4?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x3a3a3a&amp;amp;color2=0x999999&amp;amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="305"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-9151412869923768612?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/9151412869923768612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=9151412869923768612&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/9151412869923768612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/9151412869923768612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/10/uma-pausa-por-uma-pausa.html' title='Uma pausa por uma pausa.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CzsnUkgAfbQ/TKcPyx48xSI/AAAAAAAAGuE/EADnAJe3rCs/s72-c/Relogio_da_vida.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-5632048227482495652</id><published>2010-10-01T02:51:00.000-07:00</published><updated>2011-04-24T19:16:14.724-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quem ama respeita.'/><title type='text'>Quem ama, respeita.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KW3WbfoqFI4/S1dz7fimN5I/AAAAAAAADpM/mcW0EllwEBA/s1600/traicao.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_KW3WbfoqFI4/S1dz7fimN5I/AAAAAAAADpM/mcW0EllwEBA/s400/traicao.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote style="font-family: 'Times New Roman', Times, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Por :Betty Milan&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote style="font-family: 'Times New Roman', Times, serif;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;Não há quem possa explicar o que é o amor. Talvez por isso, desde sempre, nós tentamos defini-lo. Procuramos fisgá-lo numa ou noutra definição. Como se ele fosse um peixe. Mas ele não é um peixe. Só o que podemos é falar sobre o amor, girar delicadamente à sua volta, acariciá-lo. Aliás, sempre que se trata de amor, a delicadeza é essencial, o respeito. Isso é claro no mito grego de Eros e Psique, que eu aqui rememoro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', Times, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', Times, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', Times, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', Times, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;Psique é a mais jovem e a mais bonita das três filhas de um rei. Todos a admiram e a cultuam, esquecendo o culto de Vênus, que um dia resolve se vingar: chama Eros e pede a ele que faça Psique gostar do mais feio dos homens.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', Times, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;De tão impressionado com a beleza de Psique, Eros não obedece a Vênus. Deixa que o tempo passe e Psique não aceite nenhum dos pretendentes à sua volta. Preocupado com isso, o rei consulta o oráculo, que manda levar Psique para o alto de uma colina onde uma serpente a ela se unirá. Não há como desobedecer ao oráculo e, apesar do desespero, o pai abandona a filha. Mas Psique é salva pelo vento, por Zéfiro, que a transporta e a coloca no jardim de um palácio. À noite, surpreendentemente, o mais terno dos esposos a envolve. E assim acontece todas as noites. Só o que pede a Psique é que ela não veja o seu rosto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', Times, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;Um dia, Psique vai visitar a família. Percebendo que ela está muito feliz, as irmãs insinuam que, nas trevas da Noite, ela se une a um monstro. Induzem Psique a olhar o rosto do esposo, que ela então ilumina durante seu sono com uma lâmpada a óleo. Em vez de um monstro é Eros que ela vê, o mais belo e o mais amável dos deuses. Encantada, aproxima-se, deixando cair uma gota de óleo quente em seu ombro. Eros acorda assustado e vai embora, furioso com a desconfiança.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', Times, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;O mito mostra que Psique perde o amado porque dele desconfia. Porque desrepeita o seu desejo. Isso permite deduzir uma regra geral: O amor tanto requer a confiança quanto o respeito. Por isso não é dado a todo mundo. Supõe qualidades sem as quais não vinga. Acima de tudo, exige a escuta. Se Psique tivesse escutado seu amado, não o teria perdido, não precisaria ir até o inferno antes de recuperar o esposo, como conta o final do mito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', Times, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;O&amp;nbsp;dize-me com quem andas e eu te direi quem és&amp;nbsp;bem pode ser substituído por&amp;nbsp;diga-me o quanto você é capaz de escutar e eu direi o quanto você é capaz de ser amado. O amor é um privilégio de quem escuta. De quem sabe acolher as palavras. Por sinal, o amor não existe sem elas. O célebre escritor francês La Rochefoucauld dizia que ninguém ama sem antes ter ouvido falar de amor. E como o amor continua sendo essencial, apesar da supervalorização do sexo, nós continuamos a falar e a escrever sobre ele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', Times, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;Queira ou não, o amor move o sol e as estrelas, como dizia Dante. O amor pode muito, e o poeta por isso afirma que até o movimento dos astros dele depende. O movimento e, portanto, a luz — a do sol e também a das estrelas. O amor molda a nossa vida, tanto de dia quanto de noite. E ele não cega, ao contrário do que diz o adágio popular. Ou, se acaso nos cega, é para fazer ver cenários que só ele descortina, paisagens de sonho. Porque o amor nos faz enxergar com os olhos do coração, com dois olhos alados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: 'Times New Roman', Times, serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: 'Times New Roman', Times, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Este texto apareceu como "Eros, o deus do amor, só toca&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', Times, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', Times, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', Times, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;quem sabe ouvir e respeitar";&amp;nbsp;Revista Caras, 1999&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-5632048227482495652?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/5632048227482495652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=5632048227482495652&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/5632048227482495652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/5632048227482495652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/10/quem-ama-respeita.html' title='Quem ama, respeita.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_KW3WbfoqFI4/S1dz7fimN5I/AAAAAAAADpM/mcW0EllwEBA/s72-c/traicao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-6625802955303212387</id><published>2010-09-24T16:54:00.000-07:00</published><updated>2010-09-24T16:54:00.959-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Síndrome do Comportamento de Hospedagem'/><title type='text'>Síndrome do Comportamento de Hospedagem</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://bbel.uol.com.br/upload/imagens/convidando_alegria1.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Quando você se comporta como se fosse hóspede em sua própria casa &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif;"&gt;Por &amp;nbsp;:Maria Rafart&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif;"&gt;&lt;table align="center" border="0" cellpadding="5" cellspacing="0" class="tah12" style="color: black; text-decoration: none;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="20"&gt;Denominamos Síndrome a um conjunto de sintomas, ou de manifestações, ou de comportamentos, de sinais... Enfim, para se configurar a Síndrome do Comportamento de hospedagem, a SCH, é necessário que haja diversos sinais de que alguém sente-se incômodo dentro da própria casa, a ponto de se comportar dentro dela como se estivesse de passagem...&lt;br /&gt;Tanto o homem como a mulher podem se comportar dessa maneira, e os exemplos são múltiplos: quando ela não coloca nem cortinas na casa, e deixa tudo literalmente desmoronar (sofás com furos, pintura decadente, carpê imundo)... Quando ele entra e sai de casa como se nem os filhos e nem a decoração da casa, e nem nada, tivessem a ver com a sua vida... Faça um teste: feche os olhos e tente se lembrar se no aparador do hall de entrada existe algum objeto; ou tente se recordar da cor da sala de jantar, ou da louça, ou dos azulejos do banheiro... Tente saber, de cara, em que série estudam os filhos, ou o nome da professora de inglês, e que dia e horário eles estudam inglês...Quando você acha que não tem nada a ver com isso você simplesmente nem presta atenção ao que está ao seu redor.&lt;br /&gt;Sintomas para você anotar: alguém age, consciente ou inconscientemente, como se fosse hóspede em sua própria casa. Tem vida normal: trabalha, sai, entra, porém não se envolve em absoluto com temas domésticos. Cumpre alguns papéis e quanto a outros assume postura do "tô nem aí"... Responsabilizaa o outro pela casa, como compras, decoração, crianças... Há uma sobra de isolamento em quase todas as coisas que faz. O envolvimento é superficial, e os laços não se adensam.&lt;br /&gt;Aliás, a questão do laço remete a vínculo, que é o nó de tudo: a precariedade vincular é grande: quem tem a SCH dificilmente se dá conta disso, porém estabelece contatos superficiais, dando margem a aumento de discussões em casa. Vínculo afetivo é estruturante e ;e basicamente o que nos torna humanos. Em relacionamentos, ter uma dependência saudável e equilibrada faz parte do jogo. Equilíbrio é homeostase, é estar coadunado consigo mesmo. O uso de recursos energéticos na manutenção do isolamento tira a motivação para se empenhar na manutenção das relações afetivas.&lt;br /&gt;Algumas vezes a Síndrome do Comportamento de Hospedagem é o pré-passo para uma separação. Ou não. Às vezes é um sinal de socorro para curar fraturas. É importante (como em todos os problemas) estar ciente do que ocorre; identificada a manifestação de hospedagem, é fundamental descobrir suas causas. Soluções não aparecem do dia para a noite; refletir é importante para viver melhor.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table border="0" cellpadding="5" cellspacing="0" class="tah12" style="color: black; text-decoration: none;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;http://www.mariarafart.com/&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;table align="center"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="98%"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por : Armando Correa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Há uma considerável lista de fatores que contribuem para os problemas conjugais, que vão desde dificuldades financeiras até a incompatibilidade de gênios. Entretanto, o que será considerado aqui é a formação de apego afetivo.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Desde bem pequenos os seres humanos têm a necessidade de cuidados por parte de outrem. Durante o período de formação da personalidade existem algumas circunstâncias fundamentais a serem desenvolvidas. O vínculo afetivo é um elemento primordial nesta categoria. Ele é básico. Do latim, vinculum: atadura, laço, aquilo que une.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Estudos conceituam o vínculo afetivo como sendo fundamental para as relações humanas. Alguns psicólogos acreditam que deve ocorrer algum relacionamento logo no início da vida da criança se quiser que ela forme, mais tarde, vínculos significativos.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O que tem se tornado presente durante a estruturação da personalidade infantil são os contatos superficiais, cuja preocupação localiza-se em prover a criança com alimentos, moradia e escola. Todavia, são insuficientes. E, ainda, muitas mudanças geográficas e/ou trocas constantes de cuidadores dificultam a formação do vínculo.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Posteriormente, na vida adulta, muitos obstáculos nas relações humanas relacionam-se a esta precariedade de vínculo. As pessoas não conseguem perceber este tipo de deficiência em seus relacionamentos. Focalizam os problemas em outras questões, ou ainda, preferem nem tocar no assunto. Há casos em que ignoram a possibilidade de lançar mão de uma psicoterapia. Entretanto, perde-se a chance de resolver na causa os efeitos de uma convivência difícil.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nestes casos, especificamente, onde houve uma deficiência na formação de vínculo na infância e as decorrências comprometem os relacionamentos subseqüentes, daremos o nome de Síndrome do Comportamento de Hospedagem ou SCH.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No relacionamento de um casal onde há a presença da SCH, quando entra na rotina da convivência, faz surgir um novo tipo de comportamento. A pessoa age, inconscientemente, de forma semelhante a um hóspede dentro de sua casa. Realiza as suas atividades comuns. No entanto, a sua forma de ser apresenta frieza, ocasionada pelo distanciamento. Aos poucos, vai agindo como se estivesse hospedada na casa, cumprindo com alguns papéis pertinentes, todavia, trata as questões, antes parcimoniosas, de forma independente. Deixa as responsabilidades, sobretudo as domésticas, para o outro cuidar. Onde havia uma atmosfera de cordialidade e doçura, passa a existir um espectro de isolamento e pesar.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O outro vai percebendo esta diferença e acaba por se sentir, pouco a pouco, só. A sensação deste isolamento origina-se na forma pela qual a ausência do vínculo se manifesta nesta relação.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As discussões passam a existir com uma freqüência crescente. Os conflitos podem surgir e avoluma-se no processo bola-de-neve. A pouca consciência a respeito da SCH provoca a discórdia entre o casal, atingindo quem estiver por perto nesta convivência, via de regra, os filhos. Lembranças e cobranças de como a vida conjugal era boa anteriormente são lançadas no calor das discussões. Isto faz aquecer ainda mais o desentendimento. Esta é uma situação estressante para o casal, podendo levar os seus envolvidos à depressão e outros males, além da separação.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Este comportamento reflete o quanto o seu portador, inconscientemente, procura manter distância afetiva do outro para que não haja envolvimento. Por se tratar de uma síndrome enraizada na formação vincular faz-se necessária uma avaliação diagnóstica. Além de indicar tratamento através de profissional especializado nas relações familiares, objetivando as mudanças terapêuticas necessárias.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Não raro, crê-se que a síndrome nasceu dentro do relacionamento. Todavia, ela, apenas, foi desencadeada durante o convívio. A pessoa não enxerga o problema já antigo. É possível comparar relações anteriores a atual e sentir que há algo semelhante nelas. Contudo, é insuficiente para aceitar a síndrome e o seu tratamento. O jogo de culpa é apenas um instrumento para se defender, na tentativa de diminuir as péssimas sensações diárias. De nada adianta. Só aproxima o casal da separação. Separar, por sua vez, trás de volta o estado de isolamento requerido pela síndrome.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Buscar ajuda especializada é o remédio para este mal. Crer numa solução de poucos recursos como o esperar o tempo como agente de mudanças é dar oportunidade para que se instale a piora da SCH. Uma boa avaliação psicológica pode dar novos rumos às vidas das pessoas que pretendem o convívio.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dialogar, e, entenda-se bem, conversar com o coração aberto, oferece uma primeira abertura para se compreender a vida do casal. Dar o primeiro passo pode modificar aquilo que já era considerado algo inevitável, como a separação. Há uma necessidade de crescimento por parte das pessoas envolvidas. O grau de maturidade determinará o quanto se quer conviver bem. Ambas as partes devem estar dispostas e comprometidas em participar deste processo, apoiando-se.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Cuidar da questão, alterando o comportamento de hospedagem para o de comprometimento afetivo em conjunto permite existir a unidade fundamental das relações conjugais: a dependência equilibrada e necessária do vínculo. Vale a pena lutar com vontade, ajuda e conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;table align="center"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="2%"&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="98%"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Armando Correa de Siqueira Neto&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;é psicólogo e psicoterapeuta.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-6625802955303212387?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/6625802955303212387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=6625802955303212387&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/6625802955303212387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/6625802955303212387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/09/sindrome-do-comportamento-de-hospedagem.html' title='Síndrome do Comportamento de Hospedagem'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-6434875733892839276</id><published>2010-09-18T13:02:00.001-07:00</published><updated>2010-09-18T13:06:36.789-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O amor ou o dinheiro?'/><title type='text'>O amor ou o dinheiro?</title><content type='html'>&lt;img src="http://moscasemasas.files.wordpress.com/2009/08/love_or_money1.jpg?w=286&amp;amp;h=253" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px;"&gt;Arthur da Tavola&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Por mais que o poder e o dinheiro tenham conquistado uma ótima posição&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;no ranking das virtudes, o amor ainda lidera com folga.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Tudo o que todos querem é amar!&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Encontrar alguém que faça bater forte o coração e justifique loucuras.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Que nos faça entrar em transe, cair de quatro, babar na gravata. Que nos&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;faça revirar os olhos, rir à toa, cantarolar dentro de um ônibus lotado.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Depois que acaba esta paixão retumbante, sobra o que? O amor. Mas não o amor mistificado, que muitos julgam ter o poder de fazer levitar.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;O que sobra é o amor que todos conhecemos, o sentimento que temos por mãe, pai, irmão, filho. É tudo o mesmo amor, só que entre amantes existe&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;sexo.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja. O amor é único, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, a sedução tem que ser ininterrupta. Por não haver nenhuma garantia de&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança acabamos por sepultar uma relação que poderia ser eterna.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Casaram. Te amo prá lá, te amo prá cá. Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas. Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes nem necessita de um amor tão intenso. É preciso que haja, antes de mais nada, respeito. Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Amor, só, não basta!&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Tem que saber levar. Amar, só, é pouco.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Tem que haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas pra pagar. Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Tem que ter um bom psiquiatra. Não adianta, apenas, amar.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Entre casais que se unem visando a longevidade do matrimônio tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;cada um. Tem que haver confiança! Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão. E que amar, "solamente", não basta.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Entre homens e mulheres que acham que o amor é só poesia, tem que haver discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado. O amor é grande mas não é dois. É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Um bom Amor aos que já têm! Um bom encontro aos que procuram!&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;E felicidades a todos nós!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;img src="http://williambarter.files.wordpress.com/2010/06/couple_.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; line-height: 24px;"&gt;Falar de dinheiro sem brigas?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; line-height: 24px;"&gt;Clique aqui :&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://itodas.uol.com.br/amor-e-sexo/dinheiro-sem-brigas-20736.html"&gt;Quando o assunto é dinheiro.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-6434875733892839276?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/6434875733892839276/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=6434875733892839276&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/6434875733892839276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/6434875733892839276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/09/o-amor-ou-o-dinheiro_18.html' title='O amor ou o dinheiro?'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-4248764510795932432</id><published>2010-09-08T03:55:00.000-07:00</published><updated>2011-04-24T18:59:17.833-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apaixonamento.'/><title type='text'>Apaixonamento.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="http://anamar.blogs.sapo.pt/arquivo/amor%20e%20estrelas.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;"Minh’alma de sonhar-te anda perdida.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Meus olhos andam cegos de te ver!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Não és sequer razão do meu viver,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Pois que tu és já toda a minha vida! "&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Por : Davy Bogomoletz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;1 - O apaixonamento patológico, em que uma pessoa busca numa outra a reconstrução de uma díade onde fundir-se, a fim de novamente buscar a integração.&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;2 - O apaixonamento que eu chamaria ‘momentâneo’, que ocorre entre pessoas mais amadurecidas, com um eu integrado e estabelecido onde o estado de maravilhamento inicial, em vez de levar à paixão patológica, leva ao amor.&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;3 - E o estado chamado propriamente ‘amor’, onde duas pessoas se apóiam mutuamente não porque se necessitam para ‘tornarem-se pessoas".&lt;/blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;O tema da paixão, como um fenômeno estreitamente relacionado ao do amor, a ponto de muita gente tomar um pelo outro sem muito refletir, vendo na paixão apenas uma forma mais ‘viva’, mais ‘colorida’, mais ‘cheia de graça’ que o amor, merece mais do que a entusiasmada torcida de um certo grupo de profissionais da psicanálise, movidos que são, justamente, pelo ‘entusiasmo’. Curiosa a presença desse termo neste contexto, já que seu sentido etimológico é ‘possuído por um deus’, em grego. A pergunta ‘o que têm os deuses a ver com isto’ é algo que tentarei explicar mais adiante. Em todo caso, sinto nessa questão o cheiro de mais uma presença: a de um rei, ou imperador, um certo Guilherme, o famoso Wilhelm Reich, o Rei do Orgasmo...&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;O relacionamento entre duas pessoas pode ter dois objetivos: 1 – uma delas dá apoio à outra. 2 – ambas se apóiam reciprocamente. Nos dois casos podem, a meu ver, acontecer fenômenos geralmente chamados de ‘amor’ ou de ‘paixão’, conforme o caso, e essa já é uma primeira diferença entre as duas classificações. Isto porque o termo ‘paixão’ geralmente implica um envolvimento não só mais intenso, como muitas vezes mais unilateral que o termo ‘amor’, em que não se trata tanto de uma necessidade de receber apoio, quanto de um sentimento mais generoso e menos ligado à idéia de ‘necessidade’.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;Um dos aspectos que gostaria de apontar aqui é o de que, quanto a isto, entre ‘amor’ e ‘paixão’ há mais uma diferença de quantidade que de qualidade: em certo sentido, constituem um contínuo. Por um lado, é possível dizer que ‘amor’ implica um fenômeno mais ameno, mais sereno, e por isso mesmo mais duradouro que a ‘paixão’, geralmente mais tempestuosa. Por outro, gostaria de sugerir que nenhum dos dois fenômenos é destituído de ‘necessidade’: tanto a pessoa que ama quanto a pessoa apaixonada&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;em&gt;necessitam&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;da outra pessoa, mesmo quando se trata de um amor em que uma pessoa adulta cuida de uma criança. Se há amor, há necessidade, este é um dos corolários do que desejo descrever aqui. A diferença, então, seria dada pelo&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;em&gt;grau&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;dessa necessidade.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Verdana, Verdana, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.redepsi.com.br/portal/modules/soapbox/article.php?articleID=625"&gt;Clique aqui e leia a continuação.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-4248764510795932432?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/4248764510795932432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=4248764510795932432&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/4248764510795932432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/4248764510795932432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/09/amor-e-paixao.html' title='Apaixonamento.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-510174465332634511</id><published>2010-09-02T06:39:00.000-07:00</published><updated>2010-09-02T06:39:41.127-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mentiras no Relacionamento.'/><title type='text'>Mentiras no Relacionamento.</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px; text-align: center;"&gt;&lt;img height="240" src="http://refraodbolero.files.wordpress.com/2009/03/verdade-mentira.jpg" width="320" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;Não existe nada mais devastador para um relacionamento do que a perda da confiança. A pessoa que mente, acaba com as chances de o amor dar certo.&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;E com isso a relação nunca mais será a mesma.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;&lt;span id="more-128" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;Quando a mentira entra no relacionamento, pode acabar de vez com a confiança que existia entre o casal. Quem mente passa a conviver com dois fantasmas: o da&amp;nbsp;&lt;strong style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;MENTIRA&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e o do&amp;nbsp;&lt;strong style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;MEDO&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;de ser descoberto. Por mais que a gente acredite que não vai fazer mal contar uma mentirinha para o parceiro, uma coisa é certa: mentira tem pernas curtas e o mal feito nem pernas têm. E pior, não existe mentira positiva. Todas são negativas e têm poder suficiente para acabar com qualquer relacionamento, já que a base mais sólida das relações humanas é a confiança.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;A pior coisa que existe é uma pessoa descobrir que foi enganada. Por isso, mesmo que a verdade seja dolorosa, é melhor optar por ela,&amp;nbsp; Assuma seu erro o mais depressa possível. Diga que mentiu, porque assim sua chance de ser perdoado é maior. É mais&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;fácil perdoar uma fraqueza momentânea do que uma mentira. Também é mais fácil perdoar o mentiroso que assume sua fraqueza, do que perdoá-lo quando sabemos da mentira através de outra pessoa, afinal ninguém gosta de ser enganado. O relacionamento deixa de ser saudável no momento em que a mentira atravessa a relação. A partir daí o mentiroso passa a conviver com dois fantasmas: o da mentira e o do medo de ser descoberto. Talvez por isso, muita gente passe a acreditar na própria mentira. É como se, assim, pudesse se defender. Entretanto, ao ser descoberto, “bater o pé e persistir na mentira só vai piorar a situação.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;&lt;strong style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;O efeito desastroso&amp;nbsp;da mentira.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;Mentir pode causar danos irreversíveis à relação, pois o amor saudável se baseia, principalmente, na confiança. Sem confiança, não há tranqüilidade e o amor não amadurece. Quando um parceiro perde a confiança no outro, o relacionamento acaba. A sensação de sentir-se traído provoca muita dor e rompe com a parceria amorosa. O mentiroso jamais é perdoado, e aquele que foi enganado passa a desconhecer o outro, a questionar quem ele é,&amp;nbsp; verdadeiramente. Diante da descoberta da traição, a pessoa passa a acreditar que seu relacionamento todo foi uma grande mentira.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;&lt;strong style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Veja o que a mentira pode causar:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;&lt;strong style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;&lt;strong style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_7lEDUX-WuGU/SdJINNY5zaI/AAAAAAAACmo/q336tHTcfBE/s1600/pinochio+1.gif" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;&lt;strong style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;&lt;strong style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;&lt;strong style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Decepção: pela constatação de o parceiro não era exatamente quem a gente pensava que fosse.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sentimento de fracasso: pelo erro de avaliação e de ter se apaixonado por alguém que não é confiável.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Desconfiança: é impossível permanecer num relacionamento se a capacidade de continuar apostando na relação foi destruída pela mentira.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ressentimento: sentir-se desconsiderado, desrespeitado e traído provoca mágoa e raiva. O ressentimento é diretamente proporcional à expectativa que se tinha sobre o parceiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Desrespeito: o parceiro enganado, insconscientemente, se vinga do mentiroso e o clima entre o casal pode tornar-se hostil e perigoso.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Desinteresse: ao ser enganado, o parceiro interrompe o afeto que era dirigido ao outro. Passa a ver o mentiroso como alguém a ser evitado.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ruptura: o amor não resiste. Mesmo que o sexo seja maravilhoso, também passa a ser questionado como possível encenação.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.umamulher.com/mulher/mentiras-no-relacionamento/"&gt;http://www.umamulher.com/mulher/mentiras-no-relacionamento/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-510174465332634511?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/510174465332634511/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=510174465332634511&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/510174465332634511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/510174465332634511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/09/mentiras-no-relacionamento.html' title='Mentiras no Relacionamento.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_7lEDUX-WuGU/SdJINNY5zaI/AAAAAAAACmo/q336tHTcfBE/s72-c/pinochio+1.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-1932681538162908322</id><published>2010-08-29T05:45:00.000-07:00</published><updated>2010-08-29T06:07:50.017-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Namorados psicopatas -  Verdadeiros lobos em pele de cordeiro.'/><title type='text'>Namorados psicopatas -  Verdadeiros lobos em pele de cordeiro.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://meunamoradopsicopata.files.wordpress.com/2009/02/lobo-em-pele-de-cordeiro4.jpg?w=400&amp;amp;h=274" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="lobo-em-pele-de-cordeiro" border="0" class="aligncenter size-full wp-image-80" height="274" src="http://meunamoradopsicopata.files.wordpress.com/2009/02/lobo-em-pele-de-cordeiro4.jpg?w=400&amp;amp;h=274" style="display: block; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="lobo-em-pele-de-cordeiro" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;b&gt;O mal existe e não tem cura. É o que afirma a psiquiatra carioca Ana Beatriz Barbosa Silva, que acaba de lançar&amp;nbsp;Mentes Perigosas: o Psicopata Mora ao Lado. No livro, ela afirma que psicopatas nascem com um funcionamento cerebral que não permite conexão com os outros seres humanos – e por isso agem sem limites. Ana Beatriz diz ainda que é um equívoco relacionar psicopatas apenas com pessoas capazes de atos violentos ou assassinatos em série. “Eles são 4% da população e podem ser qualquer pessoa: um colega de trabalho, o marido ou um filho”.&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="entry" style="color: #444444; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 23px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div class="snap_preview" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 17px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;1) Qual é a definição de psicopata?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Psicopata é o indivíduo que apresenta um Transtorno de Personalidade, que se caracteriza por total ausência de sentimento de culpa, arrependimento ou remorso pelo que faz de errado; falta de empatia com outro e emoções de forma geral (amor, tristeza, medo, compaixão etc.). Os psicopatas são frios e calculistas, mentirosos contumazes, egocêntricos, megalômanos, parasitas, manipuladores, impulsivos, inescrupulosos, irresponsáveis, transgressores de regras sociais, muitos são violentos e só visam o interesse próprio. Eles estão infiltrados em todos os meios sociais, credo, sexo, cultura e são capazes de passar por cima de qualquer pessoa apenas para satisfazer seus sórdidos interesses. Podemos dizer que são verdadeiros “predadores sociais”, almejam somente o poder, status e diversão e usam as pessoas apenas como troféus ou peças do seu jogo cruel.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;2) Psicopata é qualquer maluco ou louco?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Não. É muito comum as pessoas associarem psicopatia com loucura, mas isso é uma idéia equivocada. “Loucura” é o que a medicina denomina surto psicótico (alucinações ou delírios), como ocorre com os portadores de esquizofrenia, por exemplo. Os esquizofrênicos vivem numa “realidade paralela”, fora de si ou em ruptura com o “mundo verdadeiro”, e, exatamente por isso, não têm noção do que fazem. Já os psicopatas sabem exatamente o que estão fazendo, que estão infringindo regras sociais, e que a vítima está sofrendo com suas atitudes maquiavélicas, imorais e antiéticas. Isso porque os psicopatas não apresentam problema algum de ordem cognitiva ou deficiência de raciocínio. A deficiência deles está no campo das emoções: aquilo que nos vincula afetivamente com o outro ou com todas as coisas do universo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;3) Todo psicopata é um serial killer?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Isso também é um grande equívoco. Somente uma pequena parcela dos psicopatas é serial killer ou assassino em série. A maioria sequer matou uma pessoa ou até mesmo apresenta uma aparência perversa. Para entender isso, é preciso ter em mente que existem níveis variados de psicopatia: leve, moderada e severa. O psicopata leve (a maioria) é aquele que vive de golpes, roubos, fraudes, estelionatos, que engorda ilicitamente suas contas bancárias com o dinheiro público etc. Esses tipos estão disfarçados de líderes religiosos, bons políticos, executivos bem sucedidos, bons amigos, bons amantes… Eles podem arruinar empresas, destruir lares, dar “rasteiras” nos colegas de trabalho, se promover à custa dos outros, mas não sujam suas mãos de sangue. Geralmente são charmosos, sedutores, inteligentes, aparentam ser pessoas “do bem”, possuem grande poder de persuasão e habilidade para enganar quem quer que seja. Estão do lado de fora das grades, convivendo com todos nós, sem levantar suspeitas de quem realmente são. Outros, de fato, são assassinos ou até serial killers e matam tal qual feras predadoras. Porém, qualquer que seja o nível de gravidade, todos, invariavelmente, deixam marcas de destruição por onde passam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;4) Como reconhecer um psicopata e se proteger?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Reconhecer um psicopata não é uma tarefa tão fácil como se possa imaginar. Até porque, como já dito, a maioria não tem aparência de mau ou descuidada, tampouco possuem uma estrela na testa que possa identificá-los. Até os profissionais da área médica e psicológica podem ser facilmente enganados por eles, uma vez que os psicopatas representam muitíssimo bem. São os verdadeiros atores da vida real. Mas ter cautela é sempre importante quando não se conhece alguém ainda muito bem. Checar seus hábitos, saber um pouco do seu passado, ficar atento ao joguinho “da pena”, “do coitadinho” (todos fazem isso num determinado momento). Eles são muito habilidosos em usar da nossa boa fé. Sem querer ser pessimista, somente realista, antes de reconhecer um psicopata precisamos entender que a maldade existe verdadeiramente. A nossa tendência é sempre achar que o outro não é tão ruim assim e que um dia ele vai mudar. Ao identificar um deles ou perceber que há algo de estranho no ar, alguns cuidados são importantes, mas o essencial é tomar distância absoluta e jamais compactuar com alguém dessa natureza.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;5) A partir de que idade é possível diagnosticar a psicopatia?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;A medicina só pode dar o diagnóstico de psicopatia a partir dos 18 anos. No entanto, ninguém se transforma em psicopata de um dia para o outro. O indivíduo já nasce psicopata. Assim, fica claro que uma criança e um adolescente também apresentam condutas maldosas ou são genuinamente perversos. Isso se percebe nos maus tratos com os irmãos, coleguinhas e animais, nas mentiras recorrentes, roubos de pertences dos outros, transgressões de regras sociais, e especialmente na falta de afeto. Porém, por uma questão de nomenclatura, antes da maioridade o problema é denominado Transtorno da Conduta, antigamente conhecido como delinqüência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;6) Como é feito o diagnóstico?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;O diagnóstico é basicamente clínico, ou seja, através da observação do comportamento e do histórico de vida do indivíduo. O exame deve ser rigoroso e o profissional estar muito atento, uma vez que os psicopatas são manipuladores e podem se passar por “gente do bem”. Normalmente são os pais que levam seus filhos ao consultório, por não agüentarem mais o seu comportamento desafiador ou transgressor ou por acharem que falharam na educação dos mesmos. Já os adultos dificilmente procuram por um consultório psiquiátrico ou psicológico. Alguns países como o Canadá, Inglaterra, Austrália costumam utilizar na população carcerária um check list denominado escala Hare ou PCL (desenvolvido pelo canadense Robert Hare). Trata-se de um questionário específico com o qual o presidiário pode ser avaliado através de pontuações. É uma das ferramentas mais confiáveis que se tem até o momento para separar o criminoso comum do criminoso psicopata. Outra técnica que só vem corroborar com o diagnóstico da psicopatia é o exame de neuroimagem (ressonância magnética funcional – RMf). Com essa técnica é possível verificar se o indivíduo apresenta “falhas” em determinadas regiões cerebrais e no sistema límbico (estrutura responsável por nossas emoções). Embora seja um exame bastante preciso, atualmente só é utilizado na realização de pesquisas. No entanto, nada impede que o profissional solicite este exame como mais um elemento comprobatório na identificação da psicopatia, em serviços que possuem essa tecnologia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;7) Qual é o tratamento? Tem cura?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Em se tratando de saúde mental, só podemos falar em tratamento para as pessoas que estão em sofrimento e apresentam intenso desconforto emocional, que as impede de manter uma boa qualidade de vida. Por mais bizarro que possa parecer, os psicopatas parecem estar inteiramente satisfeitos consigo mesmos e não apresentam constrangimentos morais ou sofrimentos emocionais como depressão, ansiedade, culpas, baixa auto-estima etc. Assim, não é possível tratar um sofrimento inexistente. No que tange aos medicamentos, nenhum deles, até o momento, se mostrou eficaz no tratamento da psicopatia. Tratar de um psicopata é uma luta inglória, pois não há como mudar sua maneira de ver e sentir o mundo. Psicopatia é um modo de ser. O que o médico e/ou terapeuta podem fazer é dar suporte e oferecer tratamento às vítimas dos psicopatas, uma vez que são elas que verdadeiramente sofrem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;8) A legislação brasileira está atualizada no que diz respeito à punição dos psicopatas?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;O problema do Brasil é que ele agrupa os psicopatas e os doentes mentais na mesma legislação. No entanto, a psicopatia não se enquadra nas doenças mentais padronizadas: não são débeis, tampouco apresentam sofrimento emocional. A psicopatia, por ser um transtorno de personalidade, cujas “falhas” cerebrais estão no campo dos afetos, tem como resultado um indivíduo cujo “modo de ser” se limita a condutas anti-sociais com enorme potencial destrutivo. Se um criminoso psicopata for condenado e caso ele não receba esse diagnóstico, cumpre prisão como qualquer outro presidiário comum e se mistura em celas dos criminosos recuperáveis. Quando esse indivíduo sair da cadeia, a sociedade corre os mesmos riscos de antes, uma vez que os psicopatas não aprendem com os erros passados, com qualquer punição ou método de ressocialização. Se este mesmo indivíduo for diagnosticado como psicopata, pela legislação ele é considerado um doente mental e se beneficia de um tratamento psiquiátrico em manicômio judiciário. Como não há cura, teoricamente ele deveria ficar por lá pelo resto da vida, mas sabemos que enganos acontecem e ele pode receber alta de uma hora para outra.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;9) Como é o cenário em outros países?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Em países como o Canadá, Inglaterra, Austrália e em alguns estados dos EUA, onde se aplica a escala Hare (check list para psicopatia), o psicopata cumpre penas bem mais rigorosas: prisão perpétua em celas específicas com isolamento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;10) O percentual de homens psicopatas é maior? Existe uma razão para isso?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Pelas estatísticas oficiais sim. São três homens para cada mulher. No entanto, não sabemos se as mulheres não estão sendo subdiagnosticas. Isso porque os homens são naturalmente mais impulsivos e agressivos que as mulheres e podem revelar a psicopatia com mais facilidade e/ou visibilidade. Já as mulheres apresentam uma perversidade mais sutil, camuflada, no campo das intrigas. Mas seja lá como for não existe nenhuma pesquisa que aponte porque existem mais homens psicopatas que mulheres.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Fonte &amp;nbsp;- No Site: htt://meunamoradopsicopata&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; line-height: 17px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;REVISTA QUEM ENTREVISTA - ANA BEATRIZ BARBOSA SILVA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 11px; font-weight: normal; line-height: 17px;"&gt;Carioca, 42 anos, psiquiatra pós-graduada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;É diretora das clínicas Medicina do Comportamento, no Rio e em São Paulo, onde atende pacientes e supervisiona tratamentos&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;em&gt;Escreveu Mentes Inquietas, Mentes &amp;amp; Manias, Mentes Insaciáveis: Anorexia, Bulimia e Compulsão Alimentar&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;em&gt;Mentes com Medo: da Compreensão à Superação&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;div class="date-outer"&gt;&lt;div class="date-posts"&gt;&lt;div class="post-outer"&gt;&lt;div class="post hentry uncustomized-post-template" style="margin-bottom: 2em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div class="post-body entry-content" style="line-height: 1.6em; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div class="subTitulo"&gt;ÉPOCA&amp;nbsp;&lt;strong&gt;– O que é um psicopata?&lt;br /&gt;Ana Beatriz Barbosa Silva –&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Antes dessa definição, é preciso saber o seguinte: a maldade existe. Nós, latinos, afetivos, passionais, temos dificuldade de admitir que existem pessoas más. Psico quer dizer mente;&lt;em&gt;pathos&lt;/em&gt;, doença. Mas o psicopata não é um doente mental da forma como nós o entendemos. O doente mental é o psicótico, que sofre com delírios, alucinações e não tem ciência do que faz. Vive uma realidade paralela. Se matar, terá atenuantes. O psicopata sabe exatamente o que está fazendo. Ele tem um transtorno de personalidade. É um estado de ser no qual existe um excesso de razão e ausência de emoção. Ele sabe o que faz, com quem e por quê. Mas não tem empatia, a capacidade de se pôr no lugar do outro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="subTitulo"&gt;ÉPOCA&amp;nbsp;&lt;strong&gt;– Qual é a natureza da psicopatia? Os psicopatas nascem assim?&lt;br /&gt;Ana Beatriz –&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Os psicopatas nascem com um cérebro diferente. Os seres humanos têm o chamado sistema límbico, a estrutura cerebral responsável por nossas emoções. É uma espécie de central emocional, o coração da mente. Em 2000, dois brasileiros, o neurologista Ricardo Oliveira e o neurorradiologista Jorge Moll, descobriram a prova definitiva dessa diferença da mente psicopata, por meio da chamada ressonância magnética funcional, que mostra como o cérebro funciona de acordo com diferentes atividades. Nesse exame, mostraram imagens boas (&lt;em&gt;belezas naturais, cenas de alegria&lt;/em&gt;) e outras chocantes (&lt;em&gt;morte, sangue, violência, crianças maltratadas&lt;/em&gt;). Nas pessoas normais, o sistema límbico reagia de forma diversa. Nos psicopatas, não há diferença. O sistema límbico dessas pessoas não funciona. O pôr do sol ou uma criança sendo espancada geram as mesmas reações. Da mesma forma, não há repercussão no corpo. Eles não têm taquicardia, não suam de nervoso. Por isso passam tranqüilamente num detector de mentiras.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="subTitulo"&gt;ÉPOCA&amp;nbsp;&lt;strong&gt;– Há muitos psicopatas no mundo?&lt;br /&gt;Ana Beatriz –&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Mais do que se imagina. Cerca de quatro em cada cem pessoas, segundo as estatísticas americanas. Mais homens do que mulheres. Todos têm em comum a ausência do sentimento em relação às outras pessoas. Não conseguem se colocar no lugar do outro, daí agirem de forma fria e sem arrependimentos. O que caracteriza o psicopata não é o nível do crime, mas a forma como ele o comete, a predisposição para planejar e executar sem nenhum sentimento em relação à vítima.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="subTitulo"&gt;ÉPOCA&amp;nbsp;&lt;strong&gt;– Como saber se estamos convivendo com um psicopata?&lt;br /&gt;Ana Beatriz –&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Não é tão fácil detectá-los, especialmente quando temos alguma ligação afetiva com eles. Maridos que espancam suas esposas, por exemplo: as estatísticas mostram que 25% são psicopatas, e grande parte delas não aceita a verdade. Mas há algumas características básicas entre eles: falam muito de si mesmos, mentem e não se constrangem quando descobertos, têm postura arrogante e intimidadora por um lado, mas são charmosos e sedutores por outro. Costumam contar histórias tristes, em que são heróis e generosos. Manipulam as pessoas por meio de elogios desmedidos. Se tiver de começar a desconfiar de alguém, desconfie dos bajuladores excessivos. Chefes também podem ser psicopatas – o que costuma se manifestar pelo assédio moral aos funcionários. Um dado interessante é que eles não sentem compaixão, pena, remorso. Mas sabem, cognitivamente, o que é ter esses sentimentos. Daí representarem tão bem – e às vezes exageradamente – a vítima.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="subTitulo"&gt;ÉPOCA&amp;nbsp;&lt;strong&gt;– E a verdadeira vítima quem é?&lt;br /&gt;Ana Beatriz –&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Quase sempre pessoas generosas, em especial aquelas que não acreditam no mal e costumam tentar justificar as atitudes de todo mundo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="subTitulo"&gt;ÉPOCA&amp;nbsp;&lt;strong&gt;– Um assassino pode não ser psicopata e um psicopata pode jamais matar?&lt;br /&gt;Ana Beatriz –&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Sim, isso é muito importante. É um equívoco pensar que apenas assassinos seriais são psicopatas, e um dos objetivos de meu livro é justamente este: mostrar que a psicopatia não está ligada apenas ao homicídio. Existem assassinos passionais que jamais matariam novamente. Um exemplo é a mulher que matou o estuprador do filho dela de 4 anos. Ela nada tem de psicopata. Ao contrário, apesar da violência, o crime dela pode ser compreensível para muitas mães. Ao passo que um psicopata pode nunca ter a necessidade de assassinar, resolvendo suas questões matando vidas afetivas e financeiras, prejudicando pessoas de forma irreversível, mas sem matá-las. Na população carcerária, segundo pesquisas feitas no Canadá e nos Estados Unidos, há de 20% a 25% de psicopatas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="subTitulo"&gt;ÉPOCA&amp;nbsp;&lt;strong&gt;– Seu livro comenta o assassinato da atriz Daniella Perez. É um caso clássico de psicopatia?&lt;br /&gt;Ana Beatriz –&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;O caso tem características que levam a esse diagnóstico. Guilherme de Pádua premeditou a morte da vítima, a atraiu para o crime e horas depois foi prestar solidariedade à mãe da moça.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="subTitulo"&gt;ÉPOCA&amp;nbsp;&lt;strong&gt;– Como você classificaria Lindemberg Fernandes Alves, que seqüestrou e assassinou a ex-namorada Eloá? Ele seria um psicopata?&lt;br /&gt;Ana Beatriz –&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;O ato é de uma personalidade psicopática. Ele usou a razão para dominar os reféns e controlar tudo em volta. Atirou na multidão e disse que era o “príncipe do gueto”, “o cara”. Deu entrevistas por telefone, conseguiu que uma das reféns voltasse ao cativeiro. No fim, com a invasão da polícia, não hesitou em atirar nas duas. Ele começou a namorar a Eloá quando ela tinha 12 anos. Certamente a tratava como propriedade, não admitindo perder esse controle.&lt;/div&gt;&lt;div style="clear: both;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-footer" style="text-transform: lowercase;"&gt;&lt;div class="post-footer-line post-footer-line-1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="date-outer"&gt;&lt;div class="date-posts"&gt;&lt;div class="post-outer"&gt;&lt;div class="post hentry uncustomized-post-template" style="margin-bottom: 2em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://draft.blogger.com/post-edit.g?blogID=820967476872810294&amp;amp;postID=1932681538162908322" name="2110634694558054160"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="font-weight: bold; line-height: 1.4em; margin-bottom: 0.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://vitimasdepsicopatasenarcisistas.blogspot.com/2010/04/saiba-com-quem-esta-lidando.html" style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Saiba com quem esta lidando&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="post-header"&gt;&lt;div class="post-header-line-1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body entry-content" style="line-height: 1.6em; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Essa importante regra se traduz no "remedio amargo" de aceitar que os psicopatas existem de fato e que eles literalmente não possuem consciência genuina. Ou seja, eles são incapazes de experimentar o amor ou qualquer outro tipo de ligação positiva com outros seres humanos. Eles podem ser encontrados em todos os segmentos da sociedade e existe uma grande chance de você ter um encontro doloroso com um deles. Nunca menospreze o poder destruidor de um psicopata. Todas as pessoas, incluindo os especialistas, podem ser manipuladas e enganadas por eles, mesmo que tenham um conhecimento razoável sobre o assunto.&lt;br /&gt;Por isso, sua melhor defesa é entender e, principalmente, aceitar que existem pessoas com essa natureza: fria e devastadora.&lt;br /&gt;&lt;div style="clear: both;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-footer" style="text-transform: lowercase;"&gt;&lt;div class="post-footer-line post-footer-line-1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="post-share-buttons" style="display: inline-block; margin-bottom: 0px !important; margin-left: 0.5em !important; margin-right: 0.5em !important; margin-top: 0px !important; vertical-align: middle; width: 106px; zoom: 1;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-footer-line post-footer-line-2"&gt;&lt;span class="post-labels"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-footer-line post-footer-line-3"&gt;&lt;span class="post-location"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="date-outer"&gt;&lt;h2 class="date-header" style="font: normal normal bold 112%/normal Arial, Verdana, sans-serif; line-height: 1.4em; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-transform: lowercase;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="date-posts"&gt;&lt;div class="post-outer"&gt;&lt;div class="post hentry uncustomized-post-template" style="margin-bottom: 2em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://draft.blogger.com/post-edit.g?blogID=820967476872810294&amp;amp;postID=1932681538162908322" name="5952677174090935706"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="font-weight: bold; line-height: 1.4em; margin-bottom: 0.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://vitimasdepsicopatasenarcisistas.blogspot.com/2010/04/necessidade-de-excitacao.html" style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Necessidade de excitação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="post-header"&gt;&lt;div class="post-header-line-1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body entry-content" style="line-height: 1.6em; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Os psicopatas são intolerantes ao tédio ou situações rotineiras. Eles buscam situações que possam mantê-los em um estado permanente de alta excitação. Por isso, apreciam viver no limite, no conhecido "fio da navalha". Nessa busca desenfreada, muitas vezes, envolvem-se em situações ilegais, agressões fisicas, brigas, desacatos a autoridades, direção perigosa, uso de drogas, promiscuidade sexual etc. Frequentemente mudam de residência e emprego na busca de novas situações que os "excitem".&lt;br /&gt;Em função disso. dificilmente iremos encontrar um psicopata exercendo atividades que demandam estabilidade e alta concentração por longos períodos.&lt;br /&gt;Muitos psicopatas procuram nos atos perigosos, proibidos ou ilegais que praticam o suspense e a excitação que esses atos provocam. Para eles, tudo isso não passa de mero prazer e diversão imediatos, sem qualquer outra conotação.&lt;br /&gt;Roberto, um jovem de classe média alta, e mais dois colegas foram pegos em flagante ateando fogo em um mendigo que dormia numa praça da cidade. Na delegacia Roberto declarou que eles estavam voltando de uma festa e resolveram "zoar"com as pessoas que encontrassem na rua. No entanto, ao se depararem com o mendigo roncando no banco da praça, alegaram ter feito apenas uma brincadeira: "A gente só queria se divertir", complementou Roberto. Dois dias depois, ao ser informado de que o mendigo havia falecido, Roberto se limitou a dizer: "Foi Mal".&lt;br /&gt;&lt;div style="clear: both;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-footer" style="text-transform: lowercase;"&gt;&lt;div class="post-footer-line post-footer-line-1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="date-outer"&gt;&lt;div class="date-posts"&gt;&lt;div class="post-outer"&gt;&lt;div class="post hentry uncustomized-post-template" style="margin-bottom: 2em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://draft.blogger.com/post-edit.g?blogID=820967476872810294&amp;amp;postID=1932681538162908322" name="5386374041267815178"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="font-weight: bold; line-height: 1.4em; margin-bottom: 0.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://vitimasdepsicopatasenarcisistas.blogspot.com/2010/03/principais-caracteristicas-do-psicopata.html" style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Principais características do Psicopata&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="post-header"&gt;&lt;div class="post-header-line-1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body entry-content" style="line-height: 1.6em; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;De acordo com o DSM-IV-TR&lt;sup&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;, a caracte rística essencial do psicopata é um padrão invasivo de desrespeito e violação dos direitos alheios, que inicia na infância ou começo da adolescên cia e continua na idade adulta. O referido ma nual explicita também o fato de que o diagnósti co para esse transtorno deve levar em consideração a existência de pelo menos três critérios que, de forma sintética, podem ser descritos como um fracasso em conformar-se às normas legais, uma propensão para enga­nar, impulsividade, agressividade, desrespeito pela segurança própria ou alheia, irresponsabi lidade que pode estar vinculada ao trabalho ou às finanças, bem como uma ausência de remor so.De um modo geral, percebe-se que o trans torno está diretamente vinculado aos padrões comumente aceitos na sociedade em que vive­mos, sendo que é justamente a manifestação de comportamentos, que está em desacordo com esses padrões, que perfaz o tipo de semiologia, que o caracteriza. Uma sintomatolo gia que pode também ser compreendida pelo fato de vincular-se a uma ausência de ansieda de e depressão, que costuma estar presente nos demais indivíduos quando do cometimento de atitudes anti-sociais.&lt;br /&gt;A prevalência do psicopata é baixa na popula ção geral, sendo que as pesquisas apontam uma incidência de 3% em homens e 1 % em mulheres. No que se refere ao seu prognóstico, alguns estudos ressaltam o fato de que o auge do comportamento anti-social costuma ocorrer no final da adolescência e os sintomas mos tram-se propensos a diminuir com o decorrer da idade&lt;sup&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;.&lt;br /&gt;Embora uma meta-análise realizada por Salekin&lt;sup&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&amp;nbsp;ressalte o fato de que há consideráveis possibilidades de que se consolidem tratamen tos eficazes no tocante à manifestação dos sin tomas, inúmeros autores&lt;sup&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;4,5&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;concordam com o fato de que os indivíduos portadores do trans torno são, em geral, pouco responsivos aos diferentes tipos de tratamentos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="15%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;Leia mais sobre o tema psicopata e narcisista no Blog : &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://vitimasdepsicopatasenarcisistas.blogspot.com/search?updated-max=2009-09-28T11:29:00-07:00"&gt;Vitimas de psicopatas e narcisistas .&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-1932681538162908322?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/1932681538162908322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=1932681538162908322&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/1932681538162908322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/1932681538162908322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/08/namorados-psicopatas-verdadeiros-lobos.html' title='Namorados psicopatas -  Verdadeiros lobos em pele de cordeiro.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-5992022542221749929</id><published>2010-08-23T07:19:00.000-07:00</published><updated>2010-08-23T07:19:35.266-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DOIS NÃO BRIGAM&quot;.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A natureza nos ensinando: QUANDO UM NÃO QUER'/><title type='text'>A natureza nos ensinando: " QUANDO UM NÃO QUER , DOIS NÃO BRIGAM".</title><content type='html'>&lt;object height="385" width="440"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MLYtohsmL4I?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/MLYtohsmL4I?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="440" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-5992022542221749929?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/5992022542221749929/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=5992022542221749929&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/5992022542221749929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/5992022542221749929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/08/natureza-nos-ensinando-quando-um-nao.html' title='A natureza nos ensinando: &quot; QUANDO UM NÃO QUER , DOIS NÃO BRIGAM&quot;.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-7651887735621192358</id><published>2010-08-20T17:37:00.000-07:00</published><updated>2011-04-24T19:07:18.736-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Diga que ama Se você ama'/><title type='text'>Se você ama, diga que ama.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_tNUYFzr01rc/SbMUX7Rh3MI/AAAAAAAAANg/sAhH7kekEU0/s400/PS+EU+TE+AMO.jpg" /&gt; &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Por :Ana Jácomo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Não tem essa de não precisar dizer porque o outro já sabe. Se sabe, maravilha… mas esse é um conhecimento que nunca está concluído. Pede inúmeras e ternas atualizações. Economizar amor é avareza. Coisa de quem funciona na frequência da escassez. De quem tem medo de gastar sentimento e lhe faltar depois. É terrível viver contando moedinhas de afeto. Há amor suficiente no universo. Pra todo mundo. Não perdemos quando damos: ganhamos junto. Quanto mais a gente faz o amor circular, mas amor a gente tem. Não é lorota. Basta sentir nas interações do dia-a-dia, esse nosso caderno de exercícios. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://euodeioeuamo.blog.uol.com.br/images/amor4.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://euodeioeuamo.blog.uol.com.br/images/amor4.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Se você ama, diga que ama. A gente pode sentir que é amado, mas sempre gosta de ouvir e ouvir e ouvir. É música de qualidade. Tão melodiosa, que muitas vezes, mesmo sem conseguir externar, sentimos uma vontade imensa de pedir: diz de novo? Dizer não dói, não arranca pedaço, requer poucas palavras e pode caber no intervalo entre uma inspiração e outra, sem brecha para se encontrar esconderijo na justificativa de falta de tempo. Sim, dizer, em alguns casos, pode exigir entendimentos prévios com o orgulho, com a bobagem do só-digo-se-o-outro-disser, com a coragem de dissolver uma camada e outra dessas defesas que a gente cria ao longo do caminho e quando percebe mais parecem uma muralha. Essas coisas que, no fim das contas, só servem para nos afastar da vida. De nós mesmos. Do amor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Se você ama, diga que ama. Diga o seu conforto por saber que aquela vida e a sua vida se olham amorosamente e têm um lugar de encontro. Diga a sua gratidão. O seu contentamento. A festa que acontece em você toda vez que lembra que o outro existe. E se for muito difícil dizer com palavras, diga de outras maneiras que também possam ser ouvidas. Prepare surpresas. Borde delicadezas no tecido às vezes áspero das horas. Reinaugure gestos de companheirismo. &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Mas não deixe para depois.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt; Depois é um tempo sempre duvidoso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Depois é um tempo sempre duvidoso. &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Depois é distante daqui.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt; Depois é sei lá…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;img src="http://euodeioeuamo.blog.uol.com.br/images/amor23.gif" /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-7651887735621192358?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/7651887735621192358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=7651887735621192358&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/7651887735621192358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/7651887735621192358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/08/se-voce-ama-diga-que-ama.html' title='Se você ama, diga que ama.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_tNUYFzr01rc/SbMUX7Rh3MI/AAAAAAAAANg/sAhH7kekEU0/s72-c/PS+EU+TE+AMO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-888148747346314115</id><published>2010-08-19T03:18:00.000-07:00</published><updated>2010-08-19T03:18:55.881-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='HOMEM E MULHER E SEUS VÍNCULOS SECRETOS.'/><title type='text'>HOMEM E MULHER E SEUS VÍNCULOS SECRETOS.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://200.135.4.10/biblioteca/img/34266.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;"A necessidade do vínculo aparece através da afirmação :&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;Não existe um Eu, se não houver um Outro...”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #777777; font-family: 'Schneidler BT'; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #777777; font-family: 'Schneidler BT'; font-size: 12pt;"&gt;&lt;b&gt;"O Outro é necessário como fonte de conhecimento do próprio eu e introdução do novo e da diferença.Não existe um “Eu”se não houver um “Outro” que lhe forneça os contornos de sí mesmo, que lhe permita formar a própria imagem, a própria identidade.A presença do “outro” e o convívio com o “diferente”, com o “alheio”,possibilitam novas experiências de vida, novos exercícios, novas inscrições no aparelho psíquico de todas as partes vinculadas."&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #777777; font-family: 'Schneidler BT'; font-size: 12pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #777777; font-family: 'Schneidler BT'; font-size: 12pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #777777; font-family: 'Schneidler BT';"&gt;&lt;b&gt;Clique abaixo e leia o livro:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #777777; font-family: 'Schneidler BT';"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.scribd.com/doc/14795425/HOMEM-E-MULHER-E-SEUS-VINCULOS-SECRETOS"&gt;HOMEM E MULHER E SEUS VÍNCULOS SECRETOS&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #777777; font-family: 'Schneidler BT';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #777777; font-family: 'Schneidler BT';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #777777; font-family: 'Schneidler BT';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #777777; font-family: 'Schneidler BT';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #777777; font-family: 'Schneidler BT';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #777777; font-family: 'Schneidler BT';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;http://www.scribd.com/doc/14795425/HOMEM-E-MULHER-E-SEUS-VINCULOS-SECRETOS&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-888148747346314115?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/888148747346314115/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=888148747346314115&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/888148747346314115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/888148747346314115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/08/homem-e-mulher-e-seus-vinculos-secretos.html' title='HOMEM E MULHER E SEUS VÍNCULOS SECRETOS.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-1530822233415026954</id><published>2010-08-16T03:27:00.000-07:00</published><updated>2010-08-16T03:27:24.598-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Você é apaixonada ou grudenta?'/><title type='text'>Você é apaixonada ou grudenta?</title><content type='html'>&lt;h1 style="color: black; font-family: arial; font-size: 1.8em; font-weight: normal; font: normal normal bold 2.6em/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="color: black; font-family: arial; font-size: 1.8em; font-weight: normal; font: normal normal bold 2.6em/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;&lt;img src="http://garotasmododeusar.com.br/wp-content/uploads/2010/02/religiao.jpg" /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 style="color: black; font-family: arial; font-size: 1.8em; font-weight: normal; font: normal normal bold 2.6em/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="color: black; font-family: arial; font-size: 1.8em; font-weight: normal; font: normal normal bold 2.6em/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="color: black; font-family: arial; font-size: 1.8em; font-weight: normal; font: normal normal bold 2.6em/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="color: black; font-family: arial; font-size: 1.8em; font-weight: normal; font: normal normal bold 2.6em/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;Por &amp;nbsp;: &amp;nbsp; &amp;nbsp;RENATA RODE&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 6px;"&gt;Sabe o ditado que diz que tudo que é demais é ruim? Com a paixão também não é diferente, e o ideal é que ela nunca ultrapasse certos limites. Diversos estudos publicados sobre esse sentimento e as reações do cérebro e das pessoas apaixonadas comparam a paixão a um vício. Um dos mais recentes, dirigido pela antropóloga Helen Fisher, revela que somos capazes de nos sentir estimulados a conseguir o prazer por meio de um sistema de recompensa. E é por esse motivo que, muitas vezes, um rompimento de relacionamento pode ser comparado a um período de abstinência para algumas pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 6px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 6px;"&gt;A psiquiatra italiana Donatella Marazziti chegou a comparar a paixão ao TOC (transtorno obsessivo compulsivo), em uma pesquisa divulgada internacionalmente. Para a psicoterapeuta Maura de Albanesi, diretora do Instituto de Psicoterapia Avançada AMO, os sinais de que a paixão é doentia aparecem logo no início do relacionamento. “É preciso se preocupar verdadeiramente quando o outro dá indícios de que precisa manipular e estar a par de tudo o que acontece na vida do parceiro. O que ocorre é que ele acaba dormindo e acordando sempre com o mesmo pensamento: controlar o outro”, explica a especialista.,&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 6px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 6px;"&gt;“Quando percebi que eu podia perder o Marcos, decidi procurar ajuda profissional. Com a terapia, entendi que eu era um fardo na vida dele, e não a sua companheira mesmo. Pude me reerguer e me sentir segura novamente, percebendo que meu ciúme exagerado era uma insegurança tola. Hoje não sou mais chiclete”, brinca a advogada M.J., 34 anos, que quase teve um casamento rompido por conta de suas atitudes controladoras.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 6px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 6px;"&gt;Não é só o fato de ser grudenta ou não. É a ideia pertinente de querer saber tudo em relação ao namorado ou marido e exercer controle e posse. “Quando a pessoa não pensa em outra coisa e passa a viver disso, ou seja, deixa de viver a vida dela para viver a do outro, é um problema. Ela começa a criar fantasias e uma das características da paixão obsessiva é o ciúme exagerado. Cabe ao parceiro diagnosticar isso e impor limites logo no início do relacionamento, para que isso não vire uma paranoia sem limites depois”, diz Maura.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 6px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; font-weight: bold; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; font-weight: bold; line-height: normal;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; font-weight: bold; line-height: normal;"&gt;http://estilo.uol.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; font-weight: bold; line-height: normal;"&gt;Colaboração para o UOL&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-1530822233415026954?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/1530822233415026954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=1530822233415026954&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/1530822233415026954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/1530822233415026954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/08/voce-e-apaixonada-ou-grudenta.html' title='Você é apaixonada ou grudenta?'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-6372376403400039830</id><published>2010-08-14T03:34:00.000-07:00</published><updated>2010-08-14T03:34:18.547-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Enfrentando a dor da traição'/><title type='text'>Enfrentando a dor da traição.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;img height="252" src="http://1.bp.blogspot.com/_bl5Q1RTlDac/TB1ExJq5zJI/AAAAAAAAAPE/uhxFOHFbiKY/s320/traicao1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="content nomargin" style="color: #ee087c;"&gt;&lt;strong style="color: #ee087c;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Por :Ceci Akamatsu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Terapeuta acquântica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto maior o QI do homem menos ele trai, enquanto a mulher, pela sua natureza mais fiel, não apresenta essa diferença. Essas informações de uma pesquisa britânica me fizeram refletir sobre a relação entre a inteligência e a ocorrência de traições.&lt;br /&gt;À medida que conhecemos e percebemos nossos limites, mais conseguimos nos expressar, dialogar e chegar a conciliações. Lidamos melhor com nós mesmos e com o outro. Assim, somos capazes de fortalecer vínculos e solucionar brechas energéticas do relacionamento, antes que elas levem a situações como a traição.&lt;br /&gt;Muitas vezes as pessoas são pegas de surpresa pela traição. Mas ela é construída, resultado de um processo. Nós literalmente criamos e alimentamos a traição com pequenas atitudes e escolhas do dia-a-dia. Sem perceber, ignoramos a realidade e a verdade de nós mesmos e do outro continuamente. Por isso essa situação dolorosa representa um importante aprendizado, chamando nossa atenção para aquilo que estamos criando sem consciência.&lt;br /&gt;Quem tem uma visão limitada sobre si mesmo também a tem para o outro. Se duas pessoas não conseguem enxergar a si mesmas, como alcançarão uma a outra? &lt;span class="eye_container"&gt;&lt;b&gt;"&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;Elas acabam vivendo realidades distintas que não se encontram, cada um vive em sua realidade distorcida.&lt;br /&gt;&lt;h2 class="bold"&gt;Ilusão x Verdade&lt;/h2&gt;É comum construirmos nossos relacionamentos em bases falsas que um dia se desfazem. Viver ilusões é cansativo, pois precisamos continuamente nos policiar, nos tolhendo e atuando em papeis que não correspondem a quem realmente somos. Não atendemos às nossas verdadeiras necessidades e vontades.&lt;br /&gt;Alimentar ilusões pode funcionar por algum tempo, por anos ou até por uma vida inteira. Mas o risco delas se desfazerem a qualquer momento é enorme. Esse risco pode colocar também em jogo um dos pilares básicos de um relacionamento: a confiança.&lt;br /&gt;A traição sempre traz à tona muita dor, que vai sendo acumulada ao longo do relacionamento. A cada vez que deixamos de nos colocar, que cedemos ao outro desrespeitando a nossa verdade, que tentamos manipular, que olhamos apenas para o outro sem olhar para dentro de nós mesmos e vice-versa. Assim, a maior traição acontece primeiramente dentro de nós mesmos quando traímos a nossa verdade.&lt;br /&gt;&lt;h2 class="bold"&gt;O eu machucado e distorcido&lt;/h2&gt;Quando nos omitimos ou nos colocamos de forma agressiva não estamos no verdadeiro eu, mas em nosso "eu machucado", que distorce os fatos e o peso dos acontecimentos. Imagine que alguém esbarra levemente em você. Agora imagine que alguém esbarra da mesma maneira, mas bem em cima de seu machucado. O estímulo externo é o mesmo, mas a sensação ao recebê-lo é completamente diferente. Por isso, a resposta do "eu machucado" é movida pela dor e toma um tom defensivo. O outro, por sua vez, também pode também receber e interpretar essa resposta a partir do seu "eu machucado". Perceba quanta dor é colocada no relacionamento, ao mesmo tempo em que a verdade vai se perdendo dessa dinâmica.&lt;br /&gt;O que geralmente acontece é a falta de vontade e de autocomprometimento em perceber e buscar continuamente a real qualidade da energia que criamos em nós e em nosso relacionamento. É preciso enfrentar sentimentos e crenças negativas, percebendo esse "eu machucado" e distorcido, que nos faz ter atitudes baseadas no medo, na raiva, na manipulação.&lt;br /&gt;&lt;h2 class="bold"&gt;Você está consciente das escolhas que tem feito?&lt;/h2&gt;Não há certo ou errado, mas escolhas e consequências. Você percebe a energia por trás de suas escolhas em seus relacionamentos?&lt;br /&gt;&lt;ul class="regular"&gt;&lt;li&gt;É amor ou medo?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;É o amor ou a preguiça de ter que enxergar e trabalhar diferenças?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;É amor ou autoafirmação?&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;É preciso se desapegar do externo, fazendo escolhas baseadas na sua verdade. É claro que devemos considerar o parceiro, mas não podemos nos decidir em função dele em detrimento de nós mesmos.&lt;br /&gt;Se você traiu ou foi traído vale a pena refletir e buscar dentro de si, da maneira mais sincera e honesta possível, como se formou o caminho que o levou a traição.&lt;br /&gt;&lt;ul class="regular"&gt;&lt;li&gt;Quais atitudes suas, sejam ativas ou passivas, contribuíram para a traição?&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Quais questões e sentimentos seus estão desarmonizados?&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.personare.com.br/revista/amor/materia/598/enfrentando-a-dor-da-traicao&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-6372376403400039830?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/6372376403400039830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=6372376403400039830&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/6372376403400039830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/6372376403400039830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/08/enfrentando-dor-da-traicao.html' title='Enfrentando a dor da traição.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bl5Q1RTlDac/TB1ExJq5zJI/AAAAAAAAAPE/uhxFOHFbiKY/s72-c/traicao1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-5964457997007931351</id><published>2010-08-13T04:49:00.000-07:00</published><updated>2010-08-13T04:49:07.757-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A misteriosa sexualidade feminina'/><title type='text'>A misteriosa sexualidade feminina.</title><content type='html'>&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-weight: normal;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;"&gt;&lt;img alt="man2.jpg" src="http://homensbonitos.files.wordpress.com/2007/12/man2.jpg?w=497" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-weight: normal;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-weight: normal;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-weight: normal;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-weight: normal;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;“O que excita as mulheres? Não, não é um homem nu”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; font-weight: normal;"&gt;Dra. Chivers&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;“Mulheres! Vejam o esplendor da forma nua masculina: esbelta e poderosa, um milagre de músculos esculpidos, caminhando confiante pela areia ou alongando-se na sua frente em sua glória deslumbrante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Pensando bem, talvez vocês prefiram outra coisa. Assim dizem os cientistas nas fronteiras da pesquisa em torno da eterna questão do que as mulheres acham erótico. A mais recente resposta parece ser: homens nus não ou ao menos não simplesmente homens nus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;“Para as mulheres heterossexuais, olhar para um homem nu caminhando na praia é tão excitante quanto ver uma paisagem”, diz a pesquisadora Meredith Chivers em um novo documentário sobre bissexualidade chamado “Bi the Way”, apresentado no festival de cinema de Nova York NewFest, no dia 6 de junho.&lt;br /&gt;Chivers, pesquisadora do Centro de Vício e Saúde Mental da Universidade de Toronto, diz que tem dados para corroborar sua afirmativa. Recentemente, ela publicou resultados de um estudo no qual ela mostrava vídeos de homens e mulheres nus em várias situações sexuais e não sexuais e media a excitação genital de quem assistia as cenas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;As mulheres heterossexuais não ficavam mais excitadas por homens atléticos nus fazendo ioga ou jogando pedras no oceano do que ficavam com as cenas controle: imagens dos Himalaias cobertos de neve. Quando as mulheres heterossexuais viam um vídeo de uma mulher nua fazendo ginástica, por outro lado, seu fluxo sanguíneo aumentava significativamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;O que realmente importa para as mulheres, ao menos no ambiente artificial do estudo em que a voluntária assistia a filmes ligada intimamente e a um aparelho chamado photoplethysmograph, não é o gênero do ator, mas seu grau de sensualidade, disse Chivers. Ainda mais do que pessoas nuas fazendo exercícios, elas ficavam excitadas com vídeos de masturbação e mais ainda por vídeos gráficos de casais fazendo amor. Mulheres com mulheres, homens com homens, homens com mulheres: não importava muito para as mulheres, disse Chivers.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;“As mulheres parecem fisicamente não diferenciar entre os sexos em suas respostas sexuais, ao menos as mulheres heterossexuais”, disse ela. “Para as mulheres heterossexuais, o gênero não importa. Elas responderam ao nível de atividade”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;O trabalho de Chivers acrescenta a um corpo crescente de evidências científicas que coloca a sexualidade feminina em uma continuidade entre a heterossexualidade e a homossexualidade, em vez de um fenômeno excludente. “Ela está assinalando o que é meio óbvio e ainda assim não explorado: que as mulheres são fluidas em sua sexualidade”, disse uma das diretoras de “Bi the Way”, Josephine Decker, em uma festa após a apresentação do filme em um bar de temática russa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;Mesmo em uma cultura em que muitas vezes ser bissexual passa a ser chique – Britney e Madonna deixam o lugar para Lindsay Lohan e Samantha Ronson (fotografadas se beijando em Cannes, França)- e apesar dos dados da pesquisa mostrarem que os jovens, em particular, estão abertos à experimentação sexual, a bissexualidade ainda tende a ser tratada como novidade, como casualidade excitante, uma fase ou até uma forma de esconder a homossexualidade. A própria Chivers foi autora de um estudo de 2005 usando métodos similares que revelaram que os homens que se diziam bissexuais eram significativamente mais excitados por um único sexo, em geral o masculino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;As mulheres, contudo, são fundamentalmente diferentes, dizem alguns pesquisadores. Uma pesquisadora da Universidade de Utah, Dra. Lisa M. Diamond, publicou um estudo em janeiro na revista “Developmental Psychology” que acompanhava a vida amorosa de 79 mulheres não heterossexuais que se diziam lésbicas ou bissexuais ou nenhuma das opções anteriores. Ao longo de dez anos, as mulheres continuavam a ser atraídas por ambos os sexos, concluiu Diamond.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;A resposta das mulheres às imagens dos casais se estende até para outras espécies, concluiu Chivers. Em um experimento de 2004 e novamente no estudo recente, publicado em dezembro de 2007 na revista “Journal of Personality and Social Psychology”, Chivers e seus colegas concluíram que as mulheres eram ligeira mas significativamente excitadas por centenas de chimpanzés bonobo cruzando. Os homens não mostraram a mesma resposta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;E quando Chivers pediu que as mulheres classificassem sua própria excitação diante dos vídeos que assistiam, as mulheres, homo ou heterossexuais, tendiam a dar maior classificação para filmes mostrando mulheres. “As mulheres heterossexuais reagem às mulheres, diferentemente do que se imaginaria”, disse Chivers. “Por que as mulheres são tão excitadas por outras mulheres?” Os homens, homo ou heterossexuais, assim como as lésbicas, foram mais previsivelmente excitados por imagens de seu sexo preferido, disse Chivers.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;É difícil saber como entender essa informação. Chivers não faz alegações corajosas a respeito. “Concluir que as mulheres são bissexuais com base em sua resposta sexual seria negar a complexidade e as várias dimensões da sexualidade feminina”, escreveu em seu artigo. Ela admitiu, contudo, que a aparente flexibilidade das mulheres “esteja relacionada a um maior potencial de bissexualidade nas mulheres do que nos homens”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 17px;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tradução: Deborah Weinberg&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Visite o site do The New York Times&lt;/span&gt;http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2008/06/12/ult574u8556.jhtm&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #61636a; line-height: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-5964457997007931351?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/5964457997007931351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=5964457997007931351&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/5964457997007931351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/5964457997007931351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/08/misteriosa-sexualidade-feminina.html' title='A misteriosa sexualidade feminina.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-6370959321371506162</id><published>2010-08-11T18:50:00.000-07:00</published><updated>2010-08-11T18:50:10.733-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor e paixão são atos revolucionários'/><title type='text'>Amor e paixão são atos revolucionários.</title><content type='html'>&lt;div align="center" style="line-height: 15.6pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 10px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_vSo2HBQYYFM/SWy0wM8zcxI/AAAAAAAAAyA/3UidUXz6yM0/s400/beijos01007pt5.jpg" /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;É impossível falarmos do nosso EU desvinculados de todo um contexto de afetividade, de sexualidade, de sociabilidade. Precisamos&lt;br /&gt;perceber-nos integralmente, livres de uma percepção esquizofrênica. Somos dois lados, o de dentro e o de fora, os dois lados juntos, a soma&lt;br /&gt;dos dois é a nossa IDENTIDADE (nosso EU).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Somos, certamente, arte inacabada. Inicialmente, o pincel que dá formas e cores ao nosso retrato está nas mãos dos adultos e vivemos muito&lt;br /&gt;tempo, sem a possibilidade de nos autoretratarmos. Nosso desejo mais primário é o de SER AMADO, desejo insaciável de atenção, de&lt;br /&gt;cuidado, de afeto, de ao menos um olhar que nos faça sentir mais vivos. Este ideal de ser notado e aceito, nos leva a correspondermos a uma&lt;br /&gt;enorme soma de expectativas do outro; nos tornamos "bonzinhos" e obedientes. Somos sutilmente moldados em troca de estima condicionada.&lt;br /&gt;Construímos identificações desde o inicio da nossa vida e quanto mais estivermos presos a essas identificações, mais afastados estaremos do&lt;br /&gt;nosso próprio DESEJO (EU). O problema da identificação, é que internalizamos imagens e nos tornamos reflexo de outras pessoas; a&lt;br /&gt;identificação dessa forma é sinônimo de alienação, pois a pessoa torna-se mais CÓPIA que ORIGINAL e extremamente dependente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;A primeira e a maior base das identificações é a família. Freud, concebia a família como "GRUPO DISCIPLINADOR" dos instintos&lt;br /&gt;biologicamente fixos da criança, uma instituição repressora da ESPONTANEIDADE e do CRESCIMENTO CRIATIVO. É por isso, que&lt;br /&gt;repetimos na vida adulta as irracionalidades adquiridas na família, porque temos uma grande dificuldade em transcendermos a experiência&lt;br /&gt;infantil de repressão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Ruben Alves, escreveu num texto "O Terror do Espelho", que " a experiência suprema de horror é quando diante do espelho, não vemos&lt;br /&gt;rosto algum, apenas os rostos dos outros, os outros pedem que não sejamos o que somos, que sejamos só o que eles desejam. Só máscaras. E&lt;br /&gt;ficamos sem rosto". Precisamos, urgentemente, mergulhar no íntimo dos nossos DESEJOS e emergirmos como realmente somos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Qual de nós não se descobre todos os dias conversando quando está sozinho? É que somos mais de um. Nós temos em nosso interior um sócio&lt;br /&gt;que nos habita e que muitas vezes desconhecemos, Esse outro, que nos torna "geneticamente sociais", é o nosso DESEJO. A construção&lt;br /&gt;desse outro é, portanto, SUI GENERIS para cada ser humano, ou seja, não apresenta analogia com a construção do desejo de nenhuma outra&lt;br /&gt;pessoa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Por falar em construção do desejo, como encaramos o nosso CORPO? Talvez tenhamos dificuldade até de nos conhecer "externamente", pois&lt;br /&gt;ficamos ruborizados até com a nossa própria nudez. Não nos permitimos olhar estatura, formas, sinais e não aceitamos nem mesmo as rugas do&lt;br /&gt;nosso rosto. Mesmo um bom espelho não nos ajuda muito a vermos como são nossas costas, o que faz-nos precisar ainda mais de um(a)&lt;br /&gt;companheiro(a) que nos ajude a perceber-nos melhor, a partir de um outro ponto de vista. Um aviso para quem persistir em se perceber&lt;br /&gt;apenas através de espelhos: cuidado com os espelhos manchados, quebrados, embaçados, ofuscados, eles podem distorcer demasiadamente&lt;br /&gt;quem somos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Esquecendo o mundo dos espelhos, voltamos à pergunta: COMO PERCEBEMOS O NOSSO CORPO?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Permitimos nos tocar, sentir a nossa pele, conhecer os limites do nosso corpo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Creio que os LIMITES da NOSSA EXPERIÊNCIA definem os LIMITES do NOSSO CORPO e não foi por acaso que Nietzsche batizou o&lt;br /&gt;corpo com o nome de "GRANDE RAZÃO", mas por oposição àquela razão pequena e acessória, que parece residir dentro da caixa craniana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Como é nosso corpo, o que sente, como reage e o que expressa? Nós temos POSTURAS ou IMPOSTURAS (fingimentos, simulações,&lt;br /&gt;falsidades, HIPOCRISIA...)?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;No livro "A Linguagem dos Sentimentos" David Viscott diz, que "estar em contato com nossos sentimentos é a única maneira de nos tornarmos&lt;br /&gt;abertos e livres, a única maneira pela qual poderemos SER O MELHOR DE NÓS MESMOS, sermos NÓS MESMOS. Encarar o mundo de&lt;br /&gt;modo intelectual é diferente de "SENTI-LO", assim como estudar um país mediante um livro de geografia é diferente de viver nele. Os&lt;br /&gt;SENTIMENTOS são a maneira como nos percebemos. São nossa reação ao mundo que nos circunda. São a maneira pela qual&lt;br /&gt;PERCEBEMOS QUE ESTAMOS VIVOS".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Nosso corpo, muitas vezes, está preso em teias que regulam os nossos sentimentos e pensamentos, não nos permitindo realizar nenhuma&lt;br /&gt;experiência de PRAZER. Ali, imobilizado, nosso eu adormece e morremos um pouco a cada dia. Só uma experiência de amor pode acordar o&lt;br /&gt;nosso EU adormecido. Quantos beijos nos permitimos dar e receber, nos SENTINDO BEIJANDO e BEIJADOS?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Não abraçamos O QUE SOMOS, por isso nos é difícil abraçar o OUTRO.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Afinal, em QUE estamos NOS TORNANDO? Em números, produtores moldados pela ideologia dominante, úteis à sociedade, racionalizados,&lt;br /&gt;insensíveis, sem intenções, sem disposições íntimas, sem paixões?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Não podemos ser definidos apenas pela função. É preciso libertarmos o SER APAIXONADO que existe em nós, pois somos vocacionados à&lt;br /&gt;ARTE de AMAR.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Se continuarmos a distorcer nossa própria imagem, poderemos criar um QUEBRA-CABEÇAS que dificilmente será montado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Enfim, a percepção que temos de nós mesmos está intimamente ligada à nossa PAIXÃO pela VIDA. E aqui, não queremos definir o que é a&lt;br /&gt;vida, pois cada um de nós que a "vivemos", uns mais intensamente, outros indiferentemente, construímos os nossos próprios CONCEITOS ou&lt;br /&gt;nos carregamos de PRECONCEITOS. Já dizia Camus que o único problema filosófico realmente sério é "julgar se a vida é DIGNA ou&lt;br /&gt;não de ser vivida".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Bem-aventurados os apaixonados, pois eles herdarão o CORAÇÃO da TERRA e serão ETERNOS SEMEADORES da ESPERANÇA.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Somente atos de AMOR e PAIXÃO, são atos REVOLUCIONÁRIOS.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Somente os APAIXONADOS SABEM VIVER INTENSAMENTE, sabem o SENTIDO da VIDA e sentem o SABOR de PERCEBEREM e&lt;br /&gt;EXPRESSAREM QUEM REALMENTE SÃO.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Jurandir Andrade&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="padrao" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;"Toda pessoa sempre é as marcas das lições diárias de outras tantas pessoas"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: 14.4pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 7.2pt;"&gt;&lt;span class="padrao1"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 8.5pt;"&gt;(GONZAGUINHA).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-6370959321371506162?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/6370959321371506162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=6370959321371506162&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/6370959321371506162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/6370959321371506162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/08/amor-e-paixao-sao-atos-revolucionarios.html' title='Amor e paixão são atos revolucionários.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vSo2HBQYYFM/SWy0wM8zcxI/AAAAAAAAAyA/3UidUXz6yM0/s72-c/beijos01007pt5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-7966992734456701000</id><published>2010-08-10T18:19:00.000-07:00</published><updated>2010-08-10T18:19:01.796-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depende emocionalmente do outro.'/><title type='text'>Depender emocionalmente do outro.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://veja.abril.com.br/blog/consultorio-sentimental/files/2009/08/casal-problema.jpg" height="241" src="http://veja.abril.com.br/blog/consultorio-sentimental/files/2009/08/casal-problema.jpg" width="320" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #006600; font-size: x-small;"&gt;"A co-dependência              amorosa é um vício como tantos outros. E trabalhar com              vícios não é um trabalho fácil. Às              vezes o casal só consegue pedir ajuda quando já chegou              ao fundo do poço"&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Um depende emocionalmente do outro. O que fazer?&amp;nbsp;          &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;por          Anette Lewin&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como num jogo de futebol, onde ora a "bola"está          de um lado, ora está do outro.&lt;br /&gt;Na co-dependência os papéis geralmente são fixos.          Existe um que parece depender sempre do outro, e outro que parece dominar          eternamente a relação. Digo "parece" pois, na          verdade, nesse tipo de jogo tanto o dominado quanto o dominador não          são livres, são interdependentes. Um precisa do outro para          poder exercer sua função. Sua única função.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse tipo de relacionamento, em geral, trava a relação afetiva          e não permite que haja um aprofundamento do vínculo. O casal          vive afirmando que não gosta de se relacionar dessa forma, mas          nenhum dos dois consegue mudar. E, muito frequentemente, quando acontece          a separação do casal, não é raro que estabeleçam          novas parcerias de dependência, ora mantendo os mesmos papéis,          ora invertendo-os.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que haja uma mudança no comportamento do casal em geral uma          terapia se faz necessária. Isso porque a autoestima de ambos vai          se prejudicando, a relação vai sugando cada vez mais a energia          dos envolvidos e, quando há filhos, a atenção que          deveria ser dirigida a eles acaba sendo sugada por esse circulo vicioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A co-dependência amorosa é um vício como tantos outros.          E trabalhar com vícios não é um trabalho fácil.          Às vezes o casal só consegue pedir ajuda quando já          chegou ao fundo do poço. &lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;script language="javascript"&gt;indiqueLink()&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-7966992734456701000?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/7966992734456701000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=7966992734456701000&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/7966992734456701000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/7966992734456701000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/08/depender-emocionalmente-do-outro.html' title='Depender emocionalmente do outro.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-2673677409758201560</id><published>2010-08-08T03:28:00.000-07:00</published><updated>2010-08-08T03:28:32.408-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Não escolha ser só.'/><title type='text'>Não escolha ser só.</title><content type='html'>&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1a_bMy1K4nk&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/1a_bMy1K4nk&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-2673677409758201560?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/2673677409758201560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=2673677409758201560&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/2673677409758201560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/2673677409758201560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/08/nao-escolha-ser-so.html' title='Não escolha ser só.'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-91673296267573915</id><published>2010-08-04T02:53:00.000-07:00</published><updated>2010-08-04T02:53:50.434-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Problemas no relacionamento é o medo'/><title type='text'>Problemas no relacionamento é o medo .</title><content type='html'>&lt;object height="264" width="345"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2twAn3Y7HjI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/2twAn3Y7HjI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="345" height="264"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-91673296267573915?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/91673296267573915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=91673296267573915&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/91673296267573915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/91673296267573915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/08/problemas-no-relacionamento-e-o-medo.html' title='Problemas no relacionamento é o medo .'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-4579180910947756207</id><published>2010-07-14T03:44:00.000-07:00</published><updated>2010-07-14T03:44:53.803-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Frustrada na vida a dois? Cuidado com o sequestro sentimental'/><title type='text'>Frustrada na vida a dois? Cuidado com o sequestro sentimental</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"Já vi delegadas de polícia, juízas, empresárias importantes, psiquiatras e psicólogas... enfim, a lista é grande. Homens e mulheres que não amadurecem e permanecem fixados na ideia de um amor romântico, que perdura por toda a vida e permanece tinindo 24 horas por dia, são presas fáceis do assédio por sedução ou sequestro sentimental"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;img alt="http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/images/Folha-180908-ENVIO-b.jpg" height="320" src="http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/images/Folha-180908-ENVIO-b.jpg" width="189" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;por  Roberto Goldkorn&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Tudo muito bem calculado para encaixar como um peça          perfeita no script dela, da mulher carente, infantil em termos emocionais          e com a vida vazia, rolando como pedrinhas que os pés chutam de          lá para cá e depois de volta. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para muitos esse enredo pode parecer cem por cento ficcional mas isso          está longe da verdade ou melhor da realidade. Existem no Brasil          e creio que em todo mundo verdadeiras quadrilhas, além dos free          lancers especializados nesse tipo de golpe. Recentemente, soube por um          amigo que um caso semelhante aconteceu com a mulher de um político          importante, causando alvoroço e movimentando serviços de          segurança privada de alto nível. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Comparo esses crimes ao do sequestro porque a vítima fica “vendada”          (cega para o que está de verdade acontecendo), é colocada          num “cativeiro” e se torna “refém” do seu          sedutor sequestrador ao ter sua intimidade tão íntima nas          mãos do seu “amado”. As chantagens e extorsões          que se seguem têm as mesmas características do sequestro          comum. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Por que isso acontece? &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Por que ao contrário do sequestro onde existe uma ameaça          real, constrangimento real, violência real, a vítima do sequestro          emocional se entrega de bandeja ao seu algoz? Em primeiro lugar pelas          mesmas razões que as vítimas de golpes e estelionatos caem          hoje e sempre: desejo de levar vantagem! As mulheres que são vítimas          preferenciais de repente se veem diante de um presente dos deuses: um          homem jovem (pelo menos mais jovem que seu marido), cativante, totalmente          interessado nela, sexualmente ativos e inesgotáveis e com um pedigree          (falso) fantástico: rico, culto, viajado, sensível, etc.          Tudo só para ela, embrulhado para presente pelo próprio          “papai do céu”. De repente ela se acha a rainha da          cocada preta, a última cereja da torta de merengue. Em seu íntimo          ela diz: “Agora chegou a minha vez, vou dar um é na bunda          daquele sapo que se diz meu marido e vou ser feliz integralmente”.          &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Secretamente ela saboreia a vingança pelas noites vazias, pelas          pequenas ou grandes infidelidades do marido, pela sua chatice, pelo seu          desprezo, pelo sexo sem prazer, pela sua grosseria, enfim, por toda uma          vida que ela considera frustrada. Mas tudo não passa de uma armadilha          muito bem (ou às vezes nem tanto) orquestrada para explorar justamente          essa fraqueza dos relacionamentos conjugais, pelo menos de alguns. O segundo          motivo é a infantilidade emocional e o vácuo existencial          que muitas mulheres casadas com homens ricos caem. Como dizia o meu bisavô:          “Cabeça vazia é oficina do capeta”. Mas não          só de cabecinhas vazias vive o golpe. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Já vi delegadas de polícia, juízas, empresárias          importantes, psiquiatras e psicólogas... enfim, a lista é          grande. Homens e mulheres que não amadurecem e permanecem fixados          na ideia de um amor romântico, que perdura por toda a vida e permanece          tinindo 24 horas por dia, são presas fáceis do assédio          por sedução ou sequestro sentimental. É óbvio          que com os homens isso também acontece, só que a formatação          por causa da cultura “do macho” que tudo pode, é diferente.          O arquétipo do príncipe encantado pode parecer à          primeira vista defasado e démodé em nossa sociedade, onde          as mulheres alcançaram a libertação de seus antigos          jugos sociais. Mas como podemos ver o arquétipo apenas se adaptou          às novas circunstâncias porque a mulher em seu íntimo          ainda é a mesma e se não se torna &lt;i&gt;Pessoa, &lt;/i&gt;vira          vítima. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O ego feminino que não se torna adulto permanece infantil e carente,          precisando de alimento, adubo que os sedutores profissionais sabem muito          bem fornecer. Os aprendizes de Don Juan aprenderam pela prática          a tocar nas teclas certas, falar as palavras que elas tanto anseiam ouvir,          que naturalmente os maridos atarantados pela corrida pela sobrevivência          ou pelo poder, não têm mais tempo para dizer. Mas por mais          que a gente saiba que existe sim uma cumplicidade das vítimas nesse          crime, não posso deixar de me comover quando a casa cai e elas          descobrem que o seu príncipe na verdade é um jacaré.          &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Os olhos arregalados e uma “hemorragia” generalizada na alma,          quando descobrem que seu amado tem extensa ficha criminal, e está          disposto a sapatear sobre ela para obter o que tinha em mente desde o          primeiro olhar “apaixonado”: Dinheiro! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Os dramas que se seguem à revelação da extorsão          e que não raro envolvem o marido e toda a família são          arrasadores. Mas desde O &lt;i&gt;Primo Basílio&lt;/i&gt; de Eça de          Queiróz, até a Nanda da novela das oito, as mulheres casadas          e que ainda sonham com o homem ideal, continuarão a ser um prato          cheio para os sequestradores sentimentais. Contra essa armadilha só          o crescimento interior e o amadurecimento do Ego podem proteger, enquanto          isso fiquem com o refrão do samba do imortal Ataulfo Alves:”          Laranja madura na beira da estrada, tá bichada Zé, ou tem          marimbondo no pé”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;script language="javascript"&gt;indiqueLink()&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-4579180910947756207?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/4579180910947756207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=4579180910947756207&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/4579180910947756207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/4579180910947756207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/07/frustrada-na-vida-dois-cuidado-com-o.html' title='Frustrada na vida a dois? Cuidado com o sequestro sentimental'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-1171961123705372233</id><published>2010-07-14T02:36:00.000-07:00</published><updated>2010-07-14T02:36:19.454-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Selinho de ouro -Mimo de amiga é mais que lega.'/><title type='text'>Selinho de ouro -Mimo de amiga é mais que legal!!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULglcaFkjcg/TDaSSXPjMrI/AAAAAAAAAdA/p4ss4LAe5H4/s1600/2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="http://1.bp.blogspot.com/_ULglcaFkjcg/TDaSSXPjMrI/AAAAAAAAAdA/p4ss4LAe5H4/s320/2.jpg" border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULglcaFkjcg/TDaSSXPjMrI/AAAAAAAAAdA/p4ss4LAe5H4/s320/2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Este&amp;nbsp; fofo e maravilhoso selinho, eu recebi de uma amiga linda , talentosa e delicada: a Denise.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Denise, é&amp;nbsp; a dona do maravilhoso Blog : &amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;a href="http://baliar.blogspot.com/"&gt;Tecendo Ideias&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Só vai dar para você saber o quanto&amp;nbsp; maravilhoso é o lugar, se você for lá .Eu garanto que&amp;nbsp; você&amp;nbsp; irá adorar!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bjão e um muito obrigada pela homenagem e&amp;nbsp; carinho, minha querida Denise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Eu gostaria de compartilhar este selinho com todos os meus seguidores deste meu BLOG, pois se eles estão por aqui, é porque são pessoas que se interessam pelo assunto que move a nossa vida: O AMOR !!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="color: black;"&gt;Com muito carinho,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Rejane &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-1171961123705372233?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/1171961123705372233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=1171961123705372233&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/1171961123705372233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/1171961123705372233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/07/selinho-de-ouro-mimo-de-amiga-e-mais.html' title='Selinho de ouro -Mimo de amiga é mais que legal!!'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULglcaFkjcg/TDaSSXPjMrI/AAAAAAAAAdA/p4ss4LAe5H4/s72-c/2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-5501158565128098537</id><published>2010-06-23T17:18:00.001-07:00</published><updated>2010-06-23T17:18:42.906-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Férias'/><title type='text'>Férias</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CzsnUkgAfbQ/TCKkXB5DxbI/AAAAAAAAGJ0/Tet6zJ02I4Q/s1600/f%C3%A9rias.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_CzsnUkgAfbQ/TCKkXB5DxbI/AAAAAAAAGJ0/Tet6zJ02I4Q/s1600/f%C3%A9rias.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-5501158565128098537?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/5501158565128098537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=5501158565128098537&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/5501158565128098537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/5501158565128098537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/06/ferias.html' title='Férias'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CzsnUkgAfbQ/TCKkXB5DxbI/AAAAAAAAGJ0/Tet6zJ02I4Q/s72-c/f%C3%A9rias.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-3713726549393448279</id><published>2010-06-20T08:22:00.000-07:00</published><updated>2010-06-20T08:24:22.494-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relacionamentos'/><title type='text'>Relacionamentos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://cavernadezion.files.wordpress.com/2009/04/corte.jpg" height="320" src="http://cavernadezion.files.wordpress.com/2009/04/corte.jpg" width="256" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Não acredito em pessoas que se complementam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Acredito em pessoas que se somam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E não temos esta coisa completa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;. Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.Tudo nós não temos. Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele. Pele é um bicho traiçoeiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia. E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Acho que o beijo é importante...e se o beijo bate...se joga...se não bate...mais um Martini, por favor...e vá dar uma volta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer. Não lute, não ligue, não dê pití.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Existe gente que precisa da ausência para querer a presença. O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nada de drama. Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família? O legal é alguém que está com você por você.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E vice versa. Não fique com alguém por dó também.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento. Tem gente que pula de um romance para o outro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia? Gostar dói.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração. Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E nem sempre as coisas saem como você quer...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Se não quer se envolver, namore uma planta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;É mais previsível. Na vida e no amor, não temos garantias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E nem todo sexo bom é para namorar. Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nem todo beijo é para romancear.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nem todo sexo bom é para descartar, ou se apaixonar, ou se culpar. Enfim...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Quem disse que ser adulto é fácil?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; Arnaldo Jabor!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;.. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-3713726549393448279?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/3713726549393448279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=3713726549393448279&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/3713726549393448279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/3713726549393448279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/06/relacionamentos.html' title='Relacionamentos'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-8630373651839150907</id><published>2010-06-17T06:23:00.000-07:00</published><updated>2010-07-10T11:57:10.930-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quando os príncipes viram sapos'/><title type='text'>Quando os príncipes viram sapos .</title><content type='html'>&lt;ol style="text-align: center;"&gt;&lt;li&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol style="text-align: center;"&gt;&lt;li&gt;&lt;img alt="http://3.bp.blogspot.com/_cLjra1Xk73c/SBYk1oxwM4I/AAAAAAAAALI/kwXcX3BrGpA/s320/sapo.jpg" src="http://3.bp.blogspot.com/_cLjra1Xk73c/SBYk1oxwM4I/AAAAAAAAALI/kwXcX3BrGpA/s320/sapo.jpg" /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“E, num belo dia, após muitos anos, a princesa desperta de seu sono profundo e, ao abrir os olhos, embora não sinta que o tempo tenha passado, percebe que tudo está muito diferente ao seu redor: até o beijo de seu príncipe está estranho, ele mesmo, nem parece a mesma pessoa...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este trecho, comum a muitos contos de fadas, retrata&amp;nbsp; bem este momento que as mulheres passam, cedo ou tarde, quando começam a olhar o ser amado com outros olhos (e é difícil gostarem do que vêem...): muitas das coisas que imaginavam que fazia parte daquela figura apaixonante começam a parecer gastas, pobres e sem vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não é preciso estar casada há muito tempo, não, pois esta sensação súbita da passagem do tempo é interna, pode acontecer meses depois do início da relação, quando o véu da paixão já não mais cobre seus olhos. Pode levar mais tempo: fala-se em crise dos 7 anos de casamento, dos 15, dos 20 e poucos, quando o homem “quer trocar uma de 40 por 2 de 20...” e assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas mulheres demoram mais para acordar porque, às vezes, passaram metade do tempo tentando mudar seus parceiros, para tentar enquadrá-los na forma de príncipe encantado, obviamente sem sucesso! Não podemos responsabilizar o outro nem pelas mudanças, que são nossas, nem pela salvação do relacionamento, que só pode ser feito a dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquelas características que parecem ter sumido, na verdade estavam nas fantasias de perfeição da mulher, aspectos de um homem ideal, que ela diz não ser mais o mesmo... É o mesmo, sim, que sempre esteve lá: o homem real, que ela precisa começar a conhecer agora. Assim como precisa reconhecer que muitas coisas já mudaram e ela ou não quis ou não pôde perceber; por exemplo, que ela pode ter mudado, na maneira de encarar a vida, na vontade de ter um espaço mais individual, novos projetos ou outro tipo de realizações. Quantas delas não começam a trabalhar depois de cuidar da casa e dos filhos durante anos? Quantas delas voltam a estudar, ou simplesmente passam a se cuidar melhor, corpo e mente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O final da história então é sempre término ou separação? Espero que não, embora ache que hoje é a primeira solução procurada. Aquela situação de não conseguir mais viver como antes, mas também não conseguir se separar é mais parecida com as mulheres que acham importante conservar o casamento, mesmo pagando caro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que isto não se transforme num conflito insuportável ou crie um abismo que nenhum dos dois consiga transpor, é preciso haver consciência que o “para sempre” do amor não é estático, é preciso sempre “reinventar o amor”, como disse um poeta da música; construir algo novo sobre esta realidade possível que se instala como decepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada mais ilusório que pensar que amar é deixar tudo acontecer, sem esforço, ”adivinhando” o que o outro pensa, sente ou quer. Intimidade é diferente de familiaridade, e só nos tornamos íntimos daquilo que realmente conhecemos, sem as máscaras das expectativas exageradas. O jogo passa a ser mostrar as cartas, (inclusive aquelas guardadas na manga...), revelando-se e descobrindo-se, para que os dois possam sentir a maravilhosa sensação de ser aceito e amado pelo que se é!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um início de curso de Faculdade, uma professora colocou a seguinte questão: “a gente ama APESAR DE ou POR CAUSA DE?” As respostas das princesas ainda adormecidas e das mulheres maduras para o amor são diferentes. Qual é a sua?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Sonia Belotti&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-8630373651839150907?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/8630373651839150907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=8630373651839150907&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/8630373651839150907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/8630373651839150907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/06/quando-os-principes-viram-sapos.html' title='Quando os príncipes viram sapos .'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_cLjra1Xk73c/SBYk1oxwM4I/AAAAAAAAALI/kwXcX3BrGpA/s72-c/sapo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-5006318165534349734</id><published>2010-06-13T19:36:00.000-07:00</published><updated>2010-07-10T12:19:12.399-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os gestos revelam se ele está mesmo a fim de você'/><title type='text'>Os gestos revelam se ele está mesmo a fim de você. Veja!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://malditovivant.files.wordpress.com/2009/07/dialogo_2_pcs_fs.jpg" src="http://malditovivant.files.wordpress.com/2009/07/dialogo_2_pcs_fs.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Quer saber se ele está na sua? Confira 9 indícios de interesse que o bonitão pode demonstrar:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Se um homem gosta do que vê, automaticamente abre um pouco a boca. De maneira subjetiva, tal ação torna a expressão do rosto mais convidativa à mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Quando vemos alguém atraente pela primeira vez, em questão de segundos nossas sobrancelhas sobem e descem! Assim, deixam os olhos mais abertos, permitindo que reflitam maior quantidade de luz e se tornem mais brilhantes, grandes, convidativos. Se um homem fizer isso ao vê-la, esteja certa de ter chamado sua atenção! Caso queira investir no moço, prolongue o abrir de olhos por até um segundo e aumentará as chances de ele entender que você está interessada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Apertar o nó da gravata, alisar a camisa, ajeitar alguma parte do vestuário se forem as meias é certeza de ele desejar algo mais! Todas essas ações demonstram que o rapaz está querendo causar boa impressão e evidenciar suas posses. Afinal, para os homens, bens materiais são sinônimo de poder e, na cabeça deles, é isso que conquista as mulheres. "Tal como os animais, o macho humano se enfeita quando uma possível parceira entra em cena", garantem os pesquisadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. De repente, entre todos os amigos no bar, só ele quer falar. Não por coincidência, dois minutos antes uma bonitona sentou na mesa ao lado. Normal: quando interessado, o homem esforça-se para sobressair aos demais e às vezes, até se afastando dos amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Assim como nós, eles também dão um jeitinho de arrumar os cabelos ao encontrar alguém interessante. Instintivamente, tocam os fios antes ou logo após verem uma mulher atraente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Sabe quando o vizinho dá aquela encolhida de barriga básica quando passa por você? Pois bem: além disso, os homens também estufam o peito e "esticam" o corpo para ganhar aparência forte e imponente. Mais pontos para você se o rapaz se posicionar bem à sua frente. Nesse caso, está tudo muito claro! Basta trocar olhares...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Na certa ele a examinou por inteiro no instante em que pôs os olhos em você. Mas quando interessado para valer, Quando um homem está mesmo paquerando uma mulher, só tem olhos para o seu "alvo". Portanto, caso o gato mire em qualquer outra direção que não a sua... mau sinal! Se ele inclinar a cabeça e o tronco para trás, então, o ideal é partir para outra conquista ou melhorar sua tática. Uma dica é parar de falar ou transferir o foco de sua atenção durante alguns segundos. Provavelmente, o paquera sentirá que algo está errado e fará algum comentário em seguida. Mas, caso o sr. Desatento permaneça indiferente, fuja o quanto antes desse vacilão! ele "passeia" o olhar pelo corpo do objeto do seu desejo, avaliando-a como parceira sexual é e sem se importar com o descaramento!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Sentar com as pernas abertas e ainda posicionar as mãos nos quadris (muitas vezes, com os dedos inconscientemente apontados para a região genital) é forte sinal do fascínio do gato. Mesmo sem se dar conta da mensagem que está passando, o moço quer destacar seu físico, enfatizar que está bem consigo e ainda direcionar o olhar da pretendente à área mais sexual do seu corpo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. "Quando os homens ficam sexualmente excitados, seus corpos deixam 'escapar' o que está se passando no subconsciente e eles começam a brincar com objetos redondos. Por quê? Porque lembram seios", explica Tracey Cox.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://180graus.brasilportais.com.br/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Quer mais ?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;LEIA ABAIXO: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1 class="titNoticia v2" id="titNoticia"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;10 indícios no comportamento revelam se ele está mesmo interessado em você&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="http://www.abril.com.br/imagem/encontro-casal.jpg" height="320" src="http://www.abril.com.br/imagem/encontro-casal.jpg" width="317" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 class="stitNoticia" id="stitNoticia"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Se ele coloca a mão em suas costas para guiá-la através da multidão, está querendo tomar conta de você; veja outras expressões corporais que mostram as vontades dele&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;Os gestos dizem muito sobre as intenções tanto das mulheres quanto dos homens. Mas, para a escritora e psicóloga especialista em relacionamento, Tracey Cox, enquanto as mulheres possuem 52 gestos que demonstram interesse em um homem, do lado masculino são apenas dez. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para você identificar se ele está mesmo a fim, o site &lt;b&gt;&lt;a href="http://mdemulher.abril.com.br/amor-sexo/reportagem/relacionamento/sera-ele-so-quer-sexo-405716.shtml"&gt;M DE MULHER&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; dá as dez dicas publicadas no livro de Tracey 'Atração - Decodifique a linguagem do amor' (Editora Fundamento). Veja algumas delas: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mãos nos quadris&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;Ele vai ficar de pé com as mãos nos quadris. Isso dá ênfase ao físico e sugere que ele está de bem com o próprio corpo. Também indica o local onde ele gosta mais de receber carícias. Se passar a noite com as mãos nos quadris e os dedos estendidos e apontados para baixo, está querendo que você olhe, toque e admire o item de que ele mais se orgulha. Tudo é feito quase inconscientemente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tocar no rosto&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;Ele vai tocar no rosto muitas vezes enquanto olha para você. Se estiver interessado, vai acariciar as próprias bochechas, orelhas e queixo, numa combinação de excitação, vaidade e auto-erotismo. Os lábios ficam muito sensíveis quando estamos excitados e ele pode passar a idéia de que seria ótimo beijá-la. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Espremendo-se na cadeira&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;Ele vai espremer-se na ponta do assento para ficar mais perto de você. Se cruzar as pernas, a que ficar por cima vai apontar em sua direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.abril.com.br/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-5006318165534349734?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/5006318165534349734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=5006318165534349734&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/5006318165534349734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/5006318165534349734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/06/os-gestos-revelam-se-ele-esta-mesmo-fim.html' title='Os gestos revelam se ele está mesmo a fim de você. Veja!'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-549647545945456089</id><published>2010-06-13T05:40:00.000-07:00</published><updated>2010-06-13T05:42:13.064-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre o Triângulo Amoroso'/><title type='text'>Sobre o Triângulo Amoroso</title><content type='html'>&lt;div class="image-center " style="color: black;"&gt;&lt;a href="http://static.blogstorage.hi-pi.com/photos/cantinhodanina.spaceblog.com.br/images/gd/1252957186/Sobre-o-Triangulo-Amoroso.jpg" onclick="return !popup('/image/1252957186.jpg/','comment',780,600);"&gt;     &lt;img alt="Blog de cantinhodanina :Cantinho da Nina, Sobre o Triângulo Amoroso" src="http://static.blogstorage.hi-pi.com/photos/cantinhodanina.spaceblog.com.br/images/mn/1252957186/Sobre-o-Triangulo-Amoroso.jpg" /&gt;    &lt;/a&gt;    &lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;Por : Nina&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O envolvimento com parceiros comprometidos é, na maioria das vezes, uma perda de tempo.&lt;br /&gt;Os seres humanos são dotados dos sentidos, entre outras razões, para ter preservada sua integridade física. Quanto aos riscos existenciais, sobretudo os que derivam de sentimentos amorosos, nem sempre se está aparelhado para percebê-los e lidar com eles. O coração apaixonado costuma turvar o raciocínio, e leva a um distanciamento da realidade.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Uma mulher questiona o namorado, um homem casado, com o qual vem saindo há meses. Ele não se separa, diz ela, por não conseguir viver longe dos filhos pequenos. O importante nesta situação é que a mulher cujo parceiro está comprometido num casamento acredita em cada palavra que ele lhe diz. A esposa sabe do “caso”, segundo ele diz a ela, mas finge não acreditar. Não acreditando, ignora a situação e se desdobra, dedicando sua atenção aos filhos e ao marido. A amante sabe das restrições impostas pela situação daquele com quem decidiu se relacionar, e pensa que a esposa a ignora, ou finge ignorar o que está acontecendo, e a recrimina por isso. Esta, com a atenção voltada para os cuidados do lar e para sua profissão, sabe que o marido se sente um pouco abandonado. Não fosse esta uma fase pela qual passam quase todos os casamentos, nos dias de hoje! E quando falo em “fase” quero dizer exatamente isso: um período difícil, em que marido e filhos esperam da esposa e mãe uma atenção total que lhes será negada por impossibilidade.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A namorada se esquece de que um homem apaixonado enfrenta todo tipo de obstáculos para realizar seu sonho de viver junto aquela sem a qual não consegue mais ser feliz. Certo. Existe o conflito. E a família esfacelada? E o trauma dos filhos? E a decepção da esposa? Mas em tempo de paixão, os questionamentos se apagam e o apaixonado faz o que todos costumam chamar de “loucura”. Separa-se. No caso em pauta, a queixa da namorada se refere ao que ela não consegue enxergar como bom senso da parte do amante. Seis meses se passaram, a paixão é intensa, ele lhe dá provas de amor mas não abandona o lar. Deseja, é possível, manter a confortável e, para ele, legítima situação: não precisar escolher entre as duas mulheres. Afinal, amor e sexo, amor e desejo, nem sempre andam juntos. E enquanto a mulher apaixonada não distingue amor de ardor sexual, o infiel, não raro, desenvolve um carinho especial por aquela que ele “engana”. De rejeitado que se sente, passa à condição privilegiada de quem tem um segredo. E o gozo de viver o triângulo adquire um sabor inigualável. É interessante ressaltar que tudo se passa como num sonho: a realidade pouco interfere no que está sendo vivido. Para o que não desfaz o casamento, a esposa é sempre frágil, é aquela que não suportaria uma separação, e sabe Deus o que poderia acontecer com ela se ele desse um corte naquele casamento! A namorada continua a investir nessa relação. Na maioria das vezes, acredita que é só uma questão de tempo. Tempo que não passa, pois as coisas continuam iguais. E por maiores que sejam as evidências de que daquela mata não sairá coelho, a apaixonada, teimosa, inventa atenuantes que a apaziguam. A recusa em ser a “outra” vai arrefecendo. Um outro gozo se sobrepõe aos delírios da paixão. O gozo de ser uma sofredora, aquela que suporta tudo, a que ama de verdade e que tudo faz por seu amor! Entre a paixão e a estabilidade do lar, o amante lhe diz, por atos, que não abre mão da segunda opção. E ela não entende.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O desejo de que as coisas correspondam ao que não passa de impressões impede, freqüentemente, uma avaliação objetiva do intrincado relacional em que se envolveu. A mulher sem compromisso se vê enredada numa história em que a lógica da certeza, a mais perigosa de todas, passa a nortear suas escolhas. Não percebe, nesse caso, que em vez de estar construindo seu futuro, está tornando agradável a vida de um homem que dificilmente será o companheiro pelo qual, no fundo, anseia. Prefere viver frustrada a lidar com o vazio que experimenta sem o companheiro compartilhado. E perde seu tempo.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte :&amp;nbsp; http://cantinhodanina.spaceblog.com.br/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="caption"&gt;"No adultério há pelo menos três pessoas que se enganam." (Carlos Drummond de Andrade)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_CzsnUkgAfbQ/S78RY_2XdgI/AAAAAAAAFVI/La7F4iVjKtQ/s1600/image_thumb%5B1%5D.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_CzsnUkgAfbQ/S78RY_2XdgI/AAAAAAAAFVI/La7F4iVjKtQ/s1600/image_thumb%5B1%5D.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-549647545945456089?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/549647545945456089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=549647545945456089&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/549647545945456089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/549647545945456089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/06/sobre-o-triangulo-amoroso.html' title='Sobre o Triângulo Amoroso'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CzsnUkgAfbQ/S78RY_2XdgI/AAAAAAAAFVI/La7F4iVjKtQ/s72-c/image_thumb%5B1%5D.png' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-8629867010447345359</id><published>2010-06-12T11:49:00.000-07:00</published><updated>2010-06-17T07:56:14.691-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amar é...'/><title type='text'>Amar é...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;img alt="" src="http://i235.photobucket.com/albums/ee171/recadosanimados-especiais/mmagics/imagens/heart2.gif" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;... Continuar desejando o que já consquistou !&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="405"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1ZsvKhTNgc0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/1ZsvKhTNgc0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="405" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Feliz dia dos namorados !!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-8629867010447345359?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/8629867010447345359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=8629867010447345359&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/8629867010447345359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/8629867010447345359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/06/amar-e.html' title='Amar é...'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-5997998758577960658</id><published>2010-06-11T19:29:00.000-07:00</published><updated>2010-06-11T19:29:38.408-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='&apos;Ficar&apos; Um Sintoma de Fragmentação do Amor'/><title type='text'>'Ficar'  Um Sintoma de Fragmentação do Amor</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;img alt="http://bethyy.files.wordpress.com/2008/05/987632_828710441.jpg" height="320" src="http://bethyy.files.wordpress.com/2008/05/987632_828710441.jpg" width="267" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;“Em última análise, pecisamos amar para não adoecer”(Sigmund Freud).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span class="small"&gt;Por Valdeci Gonçalves da Silva&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;A pós-modernidade colocou valores, até então intocáveis, de ponta-cabeça. O futuro chegou, e, nessa reviravolta dos novos paradigmas estão os adolescentes, sujeitos em formação que, no seu exercício afetivo/sexual, não namoram, é coisa do passado!, “ficam”. “Ficar” termo ambíguo que é usado não no sentido de permanecer: “ficar namorando”, mas, de “estacionar”&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;. Ou seja, bem a maneira superficial e breve dos jovens atuais se “relacionar”. Mal se apresentam e logo já estão se “bicando”, movidos pelo frenesi de beijarem, indiscriminadamente, o maior número de bocas possível. &lt;br /&gt;Após o Renascimento, o beijo deixou de ter função oficial e sagrada. Assim, beijar na boca, devido à conotação erótica, ficou reservado aos amantes. Baiser (beijar em francês) significa ofertar os lábios para o beijo ou o próprio ato sexual. Em geral, o beijo é uma demonstração de afeto, gesto simbólico de afirmação de vínculo com o outro&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;. É através do vínculo que toda personalidade se comunica, mas se a mesma está dissociada, tem duas pautas de conduta&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;. Enamorar tem o potencial para o amor, enquanto que “ficar” é pura estimulação da libido que encerra no descartável. Enamorar é uma das formas de manifestar a individualidade e de realizar a subjetividade, capaz de superar barreiras de classe social e de religião&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;.  &lt;br /&gt;A natureza erótica não ama sempre, e nem a todos, mas, na medida em que o faz integralmente, consuma o sentido da vida&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;. Porém, essa “onda” do beijo oportunista desqualifica o jovem enquanto pessoa. Portanto, não se trata apenas de uma questão de mudança, mas de analisar como se forjou essa praxe que dissocia conteúdos afetivos e sexuais de personalidades em construção&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paixão (passione - latim), força dentro da pessoa que a domina; (pathós - grego), experiência assustadora e misteriosa. O suposto sofrimento atribuído ao amor e a paixão, na verdade, decorre da sua falta, interdição ou unilateralidade. O amor, só tem sentido se recíproco; enquanto que a paixão rouba a vida e dá em troca um delírio&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt;. A deturpação cultural dos afetos faz o homem pós-moderno “borboletear” nos sentimentos. O desejo amoroso não tem nada a ver com a bestialidade ou com problema etológico&lt;sup&gt;8&lt;/sup&gt;, e o amor não se opõe à autonomia, do contrário, é preciso dispor de autonomia para amar&lt;sup&gt;9&lt;/sup&gt;. Enfim, a paixão se caracteriza pelo exagero, entusiasmo e admiração sem limites pelo outro; enquanto que no amor mantém as referências, preserva limites e medidas da realidade&lt;sup&gt;10&lt;/sup&gt;.  &lt;br /&gt;Na resistência para amar, faz-se o uso de mecanismos de sublimação ou manobras para combatê-lo. Amar é abrir-se ao destino, a mais sublime de todas as condições humanas, em que o medo se funde ao regozijo numa amálgama irreversível&lt;sup&gt;11.&lt;/sup&gt; Uma vida de impulsos momentâneos, de ações de curto prazo, de fato, se reduz a uma existência sem sentido&lt;sup&gt;12&lt;/sup&gt;. &lt;br /&gt;Logo, consiste num contra-senso estimular o “ficar” como algo salutar à juventude. Tal postura incrementa o homem fragmentado&lt;sup&gt;13&lt;/sup&gt; e sem alma&lt;sup&gt;14&lt;/sup&gt; da atual sociedade depressiva&lt;sup&gt;15&lt;/sup&gt;. Aceitar essa esquizoidia é, sem dúvida, perpetuar as formas de relacionamento íntimo, atualmente em voga, que portam máscaras de falsa felicidade, e, ao serem olhadas de perto se descobrem nervos em frangalhos, sofrimentos, medos, solidão, egoísmo e compulsão à repetição&lt;sup&gt;16&lt;/sup&gt;. &lt;br /&gt;Finalmente, a academia, ainda, estuda pouco o “fenômeno amoroso” que, devido a sua subjetividade, é visto enviesado, como uma questão menor ou sem relevância. A ideologia aversiva ao amor contempla esta era do vazio regida pelo imperativo do gozo&lt;sup&gt;17&lt;/sup&gt; e do mínimo eu&lt;sup&gt;18&lt;/sup&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;REFERÊNCIAS&lt;/b&gt;  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;1. MICHAELIS: Moderno dicionário da língua portuguesa. São Paulo : Melhoramentos, 1998.&lt;br /&gt;2. Le BRETON, David. Ritos de intimidade. In: CAHEN, G.(Org.) O beijo : primeiras lições de amor - história, arte e erotismo. São Paulo : Mandarim, 1998.&lt;br /&gt;3. PICHON-RIVIÈRE, Enrique. Teoria do vínculo. São Paulo : Martins Fontes, 1986. &lt;br /&gt;4. ALBERONI, Francesco. Enamoramento e amor. Rio de Janeiro : Rocco, 1992.&lt;br /&gt;5. SIMMEL, George. Filosofia do amor. 2a ed. São Paulo : Martins Fontes, 2001.&lt;br /&gt;6. DUBY apud CATONNÉ, Jean-Philippe. A sexualidade, ontem e hoje. 2a ed. São Paulo : Cortez, 2001.&lt;br /&gt;7. CONCHE, Marcel. A Análise do amor e outros temas. São Paulo : Martins Fontes, 1998.&lt;br /&gt;8. GUATTARI, Félix e ROLNIK, Suely. Micropolítica : cartografias do desejo. Petrópolis : Vozes, 1993. &lt;br /&gt;9. PHILIPPE, Marie-Dominique. O amor : na visão filosófica, teológica e mística. Petrópolis : Vozes, 1998.&lt;br /&gt;10. FAGUNDES, Maria do Carmo F. Paixão : força, beleza e perigo de um sentimento. São Paulo : Gente, 2000.&lt;br /&gt;11. BAUMAN, Zygmunt. Amor líquido : sobre a fragilidade dos laços humanos. Rio de Janeiro : Zahar, 2004.&lt;br /&gt;12. SENNETT apud BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro : Zahar, 2001. &lt;br /&gt;13. JAMESON, F. Pós-Modernismo: a Lógica Cultural do Capitalismo Tardio. São Paulo : Ática, 1997.&lt;br /&gt;14. KRISTEVA, Julia. As novas doenças da alma. Rio de Janeiro : Rocco, 2002.&lt;br /&gt;15. ROUDINESCO, Elisabeth. Por que a psicanálise?. Rio de Janeiro : Zahar, 2000. &lt;br /&gt;16. SIGUSCH apud BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro : Zahar, 2001.&lt;br /&gt;17. LIPOVETSKY, Gilles. A era do vazio: ensaios sobre o individualismo contemporâneo. Barueri, SP : Manole, 2005. &lt;br /&gt;18. LASCH, Christopher. O mínimo eu: sobrevivência psíquica em tempos difíceis. 4a ed. São Paulo : Brasiliense, 1987.  &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-5997998758577960658?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/5997998758577960658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=5997998758577960658&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/5997998758577960658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/5997998758577960658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/06/ficar-um-sintoma-de-fragmentacao-do.html' title='&apos;Ficar&apos;  Um Sintoma de Fragmentação do Amor'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-940995717610119853</id><published>2010-06-10T08:05:00.000-07:00</published><updated>2010-06-10T08:08:47.675-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os Feitos e Efeitos Colaterais do Ciúme'/><title type='text'>Os Feitos e Efeitos Colaterais do Ciúme</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;img alt="http://3.bp.blogspot.com/__ynHeVkfO8I/SKsyzYJA0dI/AAAAAAAAAQM/6-iz4j57nw4/s400/cium.jpg" src="http://3.bp.blogspot.com/__ynHeVkfO8I/SKsyzYJA0dI/AAAAAAAAAQM/6-iz4j57nw4/s400/cium.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“&lt;i&gt;Todos nós somos ciumentos em maior ou menor grau. A diferença está em como cada um encara este sentimento&lt;/i&gt;” (Willy Pasini). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Por : &lt;/span&gt;&lt;span class="small" style="font-size: small;"&gt;Valdeci Gonçalves da Silva&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="small" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O ciúme está presente nas mais diversas interações humanas, mas tem recebido pouca atenção enquanto objeto de estudo. Talvez, por não estar inserido na categoria das emoções “primordiais”. O verbete “ciúme” vem do latim &lt;i&gt;zelumen&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;celumen&lt;/i&gt;), e tem sua origem na raiz grega, &lt;i&gt;zelos, &lt;/i&gt;que significa fervor, calor, ardor ou intenso desejo, e por sua vez fundiu os vocábulos inglês &lt;i&gt;jealous &lt;/i&gt;(ciúme) e francês &lt;i&gt;jalousie&lt;/i&gt; (ciúme) que, além de inveja, despeito, indica também veneziana, persiana. Estes últimos termos - especula o psiquiatra Nils Retterstol, da universidade de Oslo/Noruega - se devem ao fato de algum marido &lt;i&gt;jaloux&lt;/i&gt; (ciumento) ter observado sua uma mulher por trás da &lt;i&gt;jalousie&lt;/i&gt; (fendas horizontais uma sobre a outra), na intenção de surpreendê-la em intercurso sexual com outro homem.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Neste texto, o ciúme será focalizado, especificamente, na dinâmica do relacionamento conjugal. Na sua natureza paradoxal, quando moderado, o ciúme pode manter um casal comprometido. Nasio (2002) diz que “... não existe amor sem ciúme” (p.63), e o senso comum propaga que “o ciúme é o tempero do amor”. Mas o ciúme também pode expor os parceiros a situações extremas de perigo. Embora, menos freqüente nos dias hoje, ainda assim, é o ciúme dos homens, mais do que das mulheres, que coloca em risco a integridade física, por vezes fatal, das suas parceiras. Quando em sua poção concentrada, o ciúme é conhecido como a síndrome de Otelo, ciúme psicótico, paranóia conjugal e síndrome do ciúme erótico. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Quando tomado pelo ciúme, o indivíduo desencadeia um complexo de emoções a exemplo da raiva, fúria, humilhação, medo, ansiedade, tristeza e depressão. A perseguição do ciumento é tão incômoda quanto desconcertante é ouvir do (a) parceiro (a) que ele (a) não sente ciúme. Isto pode ser interpretado como ausência de bem querer, mesmo que suas atitudes cotidianas contradigam essa fala, em outras palavras, mesmo que se diga da “boca para fora”. Uma vez que o ciúme é inerente ao relacionamento, lhe cabe ser mais bem administrado, porque sua falta ou seu excesso é altamente destrutivo para o equilíbrio do casal. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Alguns teóricos consideram o ciúme uma emoção oriunda da insegurança, que tem como base à baixa auto-estima, um sintoma de imaturidade ou defeito de caráter. Assim sendo, de acordo com essa posição, se espera do adulto de auto-estima elevada, de maturidade e solidez psicológica que não apresente esse sentimento. Este suposto indivíduo, com tais características, pode até lidar melhor com o próprio ciúme ou com situações provocativas que o outro procure despertar. No entanto, essa postura consiste num traço, mas não necessariamente em uma pré-condição para uma personalidade madura, integrada. Às vezes, aqueles que se mostram controlados, na realidade são pessoas travadas, isto é, encouraçadas, emocionalmente frias. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Socialmente se admite o apego às coisas materiais. Prova disso é que, em geral, somente se empresta, por exemplo, livros, cds, etc., a pessoas próximas que, de alguma forma, deixam implícito que terão cuidados com esses pertences. Nesse caso, o ciúme equivale ao zelo em preservar aquilo que se gosta ou que é útil. Então, por que não é igualmente aceitável que se tenha ciúme por pessoa(s)? Quando se trata de gente, o cuidado não consiste no empréstimo (embora tenham os adeptos do &lt;i&gt;swing &lt;/i&gt;- troca de casais - que devem negociar os seus limites, e isso, de uma certa forma, é um zelo), mas, do risco potencial em decorrência da atração ou sedução mútua de uma ou de ambas as partes envolvidas, que ameaça a perda do objeto de amor. Enfim, o ciúme pelas coisas é encarado como natural, mas em relação à pessoa adquire uma conotação negativa. Parece vergonhoso se dizer ciumento, como se isto fizesse do sujeito um ser incompleto ou “menor”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em 1922, Sigmund Freud classificou o ciúme em três tipos: (1) Competitivo ou normal: essencialmente um sentimento de pesar, devido ao receio de perder o objeto amado, e da ferida narcísica, como também da inimizade contra um rival bem sucedido; (2) Projetado: deriva de pessoas cuja própria infidelidade real ou de impulsos que sucumbiram à repressão; (3) Delirante: é o sobrante de um homossexualismo que cumpriu seu curso e toma sua posição entre as formas clássicas da paranóia. Como se vê, o próprio Freud reconheceu a vertente normal do ciúme.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Nesse sentido, Buss (2000) diz que “o ciúme se expressa em pessoas perfeitamente normais que não mostram nenhum sinal de neurose ou imaturidade”&lt;b&gt; &lt;/b&gt;(p.40). Porém, “o ciúme às vezes surge porque se rejeita o próprio interesse sexual por outra pessoa e se projeta o problema no parceiro” (BRANDEN, 2002, p. 198).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Mas existiria um tipo ideal de relacionamento de casal? O modelo que está posto, com todas as dificuldades que lhe são peculiares, é o que se engendrou no mundo capitalista ocidental. Da mesma forma que, em outras culturas, com diferentes tradições, tem problemas comuns em sua estrutura. Nas histórias de ciúme, geralmente, se critica o comportamento do ciumento, e pouco ou nenhuma referência se faz às atitudes da denominada “a vitima”. Mira y Lopes (1947-1992), chega a dizer que a dialética do ciúme é sempre intra e não interpessoal. No meu entender, a visão desse autor teria fundamento se “a vitima” comprovasse sua generosidade emotiva, sua sensatez e sanidade mental. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;É verdade que existem os ciumentos projetivos e delirantes que Freud descreveu, mas, os relacionamentos não ocorrem unilateralmente. Porém, as crítica e condenação não devem recair apenas sobre o “agressor” sem levar em conta as provocações diretas ou sutis do “agredido”. Há parceiros que não chegam a ser complicados ou adúlteros, mas que devido aos seus bloqueios afetivos não fluem satisfatoriamente na relação. As mulheres, devido a um “sexto sentido” mais aguçado, percebem rapidamente essa “não entrega”. Isso, por vezes, as deixa inseguras de que seus parceiros não as amam e, por isso, não passam cumplicidade, emoção na relação. Mesmo que independentes economicamente, elas tendem a não discutir com seus parceiros essa falta, pois receiam parecer infantis, exigentes ou por demais carentes. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;Ninguém completa plenamente o outro. Tem que se aprender a lidar com essa falta e tentar desenvolver as características que julgam importantes para seu relacionamento e que estão, possivelmente, latentes no outro. A pressão social para o casamento e para a reprodução e/ou a carência afetiva conduzem as pessoas a uma convivência a dois para a qual, nem sempre, estão preparadas. Nessa perspectiva, quero chamar a atenção para um tipo facilmente identificável nesta realidade, que quase sempre é o pivô dos dramas de ciúme. É tipo homem inseguro que, apoiado pela cultura machista de direito irrestrito a esse gênero, procura se auto-afirmar se lançando em conquistas. Mesmo acompanhado, se insinua para outras mulheres, transformando, assim, seu sentimento de inadequação em ações perversas, grosseiras ou sutis que mina, em contrapartida, a autoconfiança da parceira. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para este sujeito a “crise de ciúme” da mulher somente aparentemente o incomoda, pois funciona como um termômetro para que ele auto-avalie o quanto é “querido” e “desejável”. Uma coisa é admirar despretensiosamente os atributos sejam físico, intelectual ou espiritual de uma pessoa; uma outra é desejá-la e comunicar isso através de palavras ou, o que é pior nesse clima de produção de ciúme, com sinais ou expressões não verbais do tipo “olhar de alcova”. Esse indivíduo é um &lt;i&gt;expert&lt;/i&gt; nessa modalidade, uma vez que os indícios dos lampejos libidinosos&lt;b&gt; &lt;/b&gt;que ele emite, são instantâneos e subjetivos. Em caso de protesto, pode se defender indagando: “Eu falei ou fiz alguma coisa!?” E a parceira fica como ciumenta descabida, cuja reação serviu lhe apenas para denunciar sua “insegurança”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Esse desrespeito à conta gota, quase sempre introjetado como mágoa, em breve será o ácido corrosivo da sua auto-estima. Esse tipo deixa implícita a mensagem de que é o homem, ou melhor, o macho, e que deseja as demais mulheres. Enfim, de que sua parceira não o preenche e que nem é tão especial em sua vida. A submissão, o medo da violência física faz com que a mulher não reaja a essas perdas. O condicionamento em mostrar fidelidade, eu diria canina, faz com que a mulher abra espaço para esse jogo. Quando diante do parceiro, “tímida” e “santa”, mal levanta o olhar para um outro homem. Passa a idéia de que ele, seu parceiro, é o único homem a quem ela é capaz de se entregar, amar. No ato sexual massageia o seu ego em detrimento de suas próprias necessidades de atenção, afeto, etc., não atendidas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Mesmo que o homem não dê segurança e/ou satisfação afetiva/sexual, para a mulher, não é muito fácil para ela se compensar lá fora. Geralmente, quando se rebela contra esse tabu, tem como objetivo resgatar o seu prazer e sua auto-estima que estavam negligenciados, embora não seja esta a melhor forma de resolver a situação. Dificilmente, os homens aceitam a traição da companheira que, antes de qualquer coisa, os revela como fracassados no papel de marido. Para a mulher, se não é fácil aceitar o marido adúltero, pelo menos ela se permite ou é forçada a conviver com essa revelação. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O rótulo de mulher adúltera é tão forte que elas chegam ao consultório, pelo menos na minha experiência, se sentindo prostitutas. O adultério feminino quase sempre, apesar da tendência de ser menos freqüente hoje em dia, se dá pelo envolvimento afetivo. Assim, elas se deixam possuir pelo sentimento da paixão para que seu desejo seja viabilizado, mesmo assim, não é raro algum sentimento de culpa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;De modo geral, as pessoas não aceitam suas limitações, sempre se acham mais dignas de parceiros mais qualificados em termos de prestígio profissional e nível social, etc. Têm a fantasia do “par perfeito” ou “alma gêmea”. Devido à permissividade social, não é preciso que a parceira esteja em falta com o marido para que esse se envolva em processo de traição. Para isso basta ter oportunidade. Um outro fator que colabora para esse comportamento, é que o sexo para o macho está dissociado do afeto. O que lhe permite transitar mais habilmente nas suas aventuras. Todo prazer que vier para ele é lucro, por isso investe com mais ousadia, e para a confirmação social de sua masculinidade.&amp;nbsp; Caso não tenha sucesso, a mulher em casa dá conta de sua frustração.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;img alt="http://clpm.files.wordpress.com/2008/10/ciume.jpg" height="172" src="http://clpm.files.wordpress.com/2008/10/ciume.jpg" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Evidentemente, a percepção do ciúme como patológico não ignora um fato profundo a respeito do ciúme como importante defesa a uma ameaça real.&amp;nbsp; O ciúme nem sempre é uma reação a uma infidelidade descoberta. Pode ser uma resposta antecipada aos direitos de posse para impedir que a infidelidade ocorra.&amp;nbsp; Com bastante propriedade, Buss (2000) afirma: “Para etiquetar o ciúme como patológico simplesmente porque um cônjuge ainda não se desgarrou não leva em conta o fato de que o ciúme pode adiantar-se a uma infidelidade ainda emboscada no horizonte da relação” (p.21). Ou seja, são “leituras” sutis que sinalizam para a prática ou potencial de intenção de adultério do (a) parceiro (a). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O espectro da própria ou da infidelidade do outro raramente deixa de cercear a vida do casal, enquanto realidade ou desejos fantasiados. Gambaroff (1991)&lt;b&gt; &lt;/b&gt;revela que “a infidelidade pode ser usada como defesa contra a fidelidade e esta, contra a infidelidade”(p.37). Assim, pode-se afirmar que a ansiedade envolvida nesses processos não se diferencia de maneira qualitativa, mas quanto à direção ou defesa que podem tomar. Atrás de rígidas reivindicações de fidelidade podem encontrar-se forte dependência às normas sociais, tendências de simbiose, medos de contato, incapacidade de auto-realização. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ainda, segundo Gambaroff (idem), se por um lado, o desejo simbiótico pode se manifestar numa fidelidade exagerada, excessivamente apegada que persegue o outro; por outro lado, o medo fantasiado de uma fusão total com o parceiro é tão grande que pode levar à infidelidade, como recurso de segurança para se manter o controle da relação. Isso justifica as atitudes de sujeitos imaturos, associado ao abuso de poder, perversidade e mau caratismo. Enfim, o infiel foge da possibilidade de se colocar por inteiro na relação e, consequentemente, de arriscar-se nos conflito e confrontos da convivência diária. Logo, a infidelidade tem como função adiar ou evitar que o relacionamento se torne, sem sombra de dúvida, um encontro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Historicamente, o casamento por amor, norteado pela igualdade dos gêneros, é um acontecimento recente. Não era nem sequer sonhado na Antigüidade e na Idade Média. No entender de Volkmar (&lt;i&gt;apud&lt;/i&gt;&lt;i&gt;apud&lt;/i&gt; GAMBAROFF, idem), a liberação política da sexualidade, que deveria servir para emancipação dos indivíduos, degenerou para um tipo de impedimento à liberdade individual. Comercializada pela mídia e louvada como produto, a sexualidade transformou-se numa variante de exigências de desempenho, que encontrou seu lugar até na vida intima das pessoas. &lt;/span&gt; GAMBAROFF, 1992), por mais estranho que pareça, o capitalismo e o amor se pertencem, e que o amor sexual individual somente surgiu a partir da formação da burguesia. A moral vitoriana, extremamente puritana, na realidade exigiu demais de ambos os parceiros, e os afunilou cada vez mais na estreiteza da família nuclear. No ponto de vista de Marcuse (&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ainda nessa perspectiva, Marcuse (1981), chama a atenção para o fato de que a passagem do mundo infeliz para o feliz passa pela erotização de tudo à nossa volta, não no sentido do sexo vulgar, mas da desvalorização da essência do mito. Do impulso vital do homem para a curiosidade e ligações de amor, amizade, e do conhecimento de si mesmo e do seu universo. Quase todo &lt;i&gt;élan vital&lt;/i&gt; (grifo nosso) do homem é capturado pelo trabalho, o que torna cada vez mais impessoal seus relacionamentos, que o deixa ilhado no seu egoísmo, narcisismo e vendo outro como a um inimigo em potencial. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Finalmente, este momento que vivemos atualiza a afirmação de Hobbes (&lt;i&gt;apud&lt;/i&gt; RIBEIRO, 1991),&lt;b&gt; &lt;/b&gt;de que os homens são tão absolutamente iguais que, não sabendo o que o outro deseja, fazem suposições, entre as quais de vencê-lo. Assim a guerra se generaliza, num paradoxo em que &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“o amado não é apenas aquele que nos faz feliz, é também aquele que nos frustra e, por isso mesmo, nos equilibra”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;(NASIO, 2003, p.72).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;REFERÊNCIAS&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; BRANDEN, Nathaniel. (2002). A psicologia do amor: o que é o amor, por que ele nasce, cresce e às vezes morre. 2. ed. Trad. Mônica Braga. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos.&lt;br /&gt;BUSS, David M. (2000). A paixão perigosa: Por que o ciúme é tão necessário quanto o amor e o sexo. Trad. Myriam Campello. Rio de Janeiro: Objetiva.&lt;br /&gt;FREUD, Sigmund. (1922-1989). Alguns mecanismos neuróticos no ciúme, na paranóia e no homossexualismo. Obras Completas. Rio de Janeiro: Imago. v. 18.&lt;br /&gt;GAMBAROFF, Marina. (1991). Utopia da fidelidade&lt;i&gt;.&lt;/i&gt; Trad. E. Schultz. Porto Alegre: Artes Médicas.&lt;br /&gt;GAMBAROFF, Marina. (1992). Indifelidade. In: G. P. Costa e G. Katz (Orgs.), &lt;i&gt;Dinâmica das relações conjugais&lt;/i&gt;. Porto Alegre: Artes Médicas.&lt;br /&gt;MARCUSE, Herbert. (1981). Eros e civilização: uma interpretação filosófica do pensamento de Freud&lt;i&gt;. &lt;/i&gt;8 ed. Trad. A. Cabral. Rio de Janeiro: Zahar&lt;b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;MIRA Y LÓPEZ, E. (1947-1992). Quatro gigantes da alma: o medo, a ira, o amor e o dever. 15 ed. Trad. C. A. Lima. Rio de Janeiro: Olympio.&lt;br /&gt;NASIO, Juan-David. (2003). Um psicanalista no divã. Trad. André Telles. Rio de Janeiro: Zahar.&lt;br /&gt;RIBEIRO, Renato J. (1991). Hobbes: o medo e a esperança. In: F. C. Weffort (Org.). &amp;nbsp;Os clássicos da política. São Paulo: Ática.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="entrybody"&gt;       &lt;div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="http://www.virtuallost.com/wp-content/uploads/O-ciúmes-nos-relacionamentos.jpg" height="218" src="http://www.virtuallost.com/wp-content/uploads/O-ci%C3%BAmes-nos-relacionamentos.jpg" width="375" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando entramos em um relacionamento, precisamos aprender a lidar com varias coisas, para que o relacionamento vingue, primeiramente precisamos ceder em alguns aspectos, e outra é aprender a lidar com o ciúme.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ciúmes é algo que não pode ser evitado de ambas as partes, pois quem ama cuida, porem em alguns casos esse ciúmes vira algo excessivo, que acaba provocando insegurança e muitos conflitos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para evitar esses conflitos com o ciúmes excessivo, primeiramente precisa ter  confiança na  pessoa amada,tente se lembrar que não se é dono de ninguém que as pessoas precisam ter uma vida social normal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E para evitar que  sua parceira ou parceiro fiquem incomodados e sintam ciúmes evite ficar abraçando amigos, colegas, e evitar também falar de amigos ou  amigas que o seu parceiro ou parceira tenham ciúmes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: http://www.virtuallost.com/&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-940995717610119853?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/940995717610119853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=940995717610119853&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/940995717610119853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/940995717610119853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/06/os-feitos-e-efeitos-colaterais-do-ciume.html' title='Os Feitos e Efeitos Colaterais do Ciúme'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/__ynHeVkfO8I/SKsyzYJA0dI/AAAAAAAAAQM/6-iz4j57nw4/s72-c/cium.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-6716640862743734122</id><published>2010-06-09T14:54:00.000-07:00</published><updated>2010-06-09T14:54:22.004-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paixão é doença'/><title type='text'>Paixão é doença</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://img.blogs.abril.com.br/1/10dimensao/imagens/artistic-love-43640.jpg" height="256" src="http://img.blogs.abril.com.br/1/10dimensao/imagens/artistic-love-43640.jpg" width="320" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;O psiquiatra &lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Rubens Coura&lt;/span&gt; afirma que a paixão só traz infelicidade e defende que o problema seja tratado no divã e com a ajuda de remédios. &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Isto É&lt;/span&gt; - O que é paixão?&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Coura&lt;/span&gt; - É um arrebatamento, de mal conhecer o outro e idolatrá-lo, sem limite, sem condição alguma. A paixão é solitária. Ela vem antes do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Isto É&lt;/span&gt; - Ela pode se transformar em amor?&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Coura&lt;/span&gt; - Muito dificilmente. Isso é raro acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Isto É&lt;/span&gt; - E o amor?&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Coura&lt;/span&gt; - O amor não é instantâneo e brutal como a paixão. É sempre bilateral e se desenvolve com contato, admiração pelas qualidades, perdão pelos defeitos. Quando duas pessoas se amam, costumam alargar o círculo de amigos, de interesses. Elas evoluem em suas profissões, estudam mais. Na paixão, não. Só querem um ao outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Isto É&lt;/span&gt; - Todos se apaixonam um dia?&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Coura&lt;/span&gt; - Em algum grau, sim. Nem todos têm a paixão devastadora nem o azar de ser correspondido. O amor correspondido é uma maravilha, mas a paixão é um desastre. Ela é quase uma loucura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Isto É&lt;/span&gt; - É sempre doença?&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Coura&lt;/span&gt; - Sim, porque não conta com o outro, quer controlá-lo. O apaixonado idealiza uma pessoa violentamente e descobre uma vítima para moldá-la para aquilo que já está pronto dentro de si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Isto É&lt;/span&gt; - Como a família deve reagir?&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Coura&lt;/span&gt; - Ela não pode contrariar, falar mal. Contrariar aguça a paixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Isto É&lt;/span&gt; - E como deve agir o objeto da paixão?&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Coura&lt;/span&gt; - Não mostrar desprezo ou brincadeira. E também não abusar da pessoa. Deve ter uma atitude compreensiva, respeitosa e procurar ficar longe. Se a pessoa não está apaixonada, por que transar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Isto É&lt;/span&gt; - É possível amar sem nunca se apaixonar?&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Coura&lt;/span&gt; - É difícil. A paixão é uma dor psíquica de crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Isto É&lt;/span&gt; - Quais os sinais de que a paixão está grave?&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Coura&lt;/span&gt; - O apaixonado não percebe, mas os próximos falam. Vêem que ele não está mais estudando, mal se alimenta ou come sem parar, não dorme direito e o assunto é o objeto da paixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Isto É&lt;/span&gt; - Há mais incidência entre o homem ou a mulher?&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Coura&lt;/span&gt; - O dois são acometidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Isto É&lt;/span&gt; - O sr. compara a paixão com alguma outra doença?&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Coura&lt;/span&gt; - Acho que pessoas que se apaixonam a toda hora e não conseguem passar desse estágio são como alcoólatra. Ele bebe, sabe que está errado, todos sofrem, ele sofre e não consegue evitar a bebida.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;Entrevistado pela revista &lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Isto É&lt;/span&gt;, em abril de 2000.&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/820967476872810294-6716640862743734122?l=refletiroamor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://refletiroamor.blogspot.com/feeds/6716640862743734122/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=820967476872810294&amp;postID=6716640862743734122&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/6716640862743734122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/820967476872810294/posts/default/6716640862743734122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://refletiroamor.blogspot.com/2010/06/paixao-e-doenca.html' title='Paixão é doença'/><author><name>Rejane de Fátima Pedrosa Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-820967476872810294.post-6452693816134378200</id><published>2010-06-07T09:01:00.000-07:00</published><updated>2011-04-24T19:02:59.661-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cafajeste como identificá-los.'/><title type='text'>Cafajeste, como identificá-los ?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="box-ads-img"&gt;&lt;div class="box_imagem" style="height: auto; margin-right: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="legenda"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="legenda"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="legenda"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="legenda"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img height="339" src="http://www.ilona.com.br/blog/romanticos/romanticos2007_024.gif" width="196" /&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="legenda"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="legenda"&gt;&lt;span style="padding-left: 5px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="texto_materia"&gt;&lt;div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Levante a mão a mulher que nunca se deparou com um cafajeste.Todas, em algum momento da vida, já viveram essa experiência.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Isso porque eles estão por toda parte e com as mais diversas caras.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E podem fazer-lhe muito mal, ou muito bem, depende mais de você. Sabe por quê? Por que eles são eles mesmos, sempre. É você quem abre a porta – ou não.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Adorável cafajeste.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;É verdade, sim, os cafajestes são quase que irresistivelmente atraentes. Tem uma lábia que nenhum bom moço tem e isso pode pegá-la desprevenida.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Você sabe como identificar um cafajeste?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;É preciso saber, pois eles não trazem escrito na testa e você precisa estar preparada quando encontrar um! Parece que eles sentem o cheiro de mulher carente e vão aparecer no momento em que você estiver mais frágil, acredite nisso.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Parecerão o homem perfeito, pois essa é a principal arma de conquista deles – e você vai acreditar. Estão sempre de bom humor e raramente têm trabalho fixo, embora o trabalho não seja uma unanimidade entre eles.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;A barba cerrada e o jeito de quem não se preocupa com nada viraram um estereótipo. Charmosos por natureza e com conversa boa, desde que você não vá fundo demais em algo, pois isso vai espantá-lo, já que fogem do envolvimento.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;A sua família vai odiá-lo, mas, ainda assim, você vai defendê-lo com unhas e dentes(o que não quer dizer que todo homem que a sua família não gostar seja um, ok?).&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;São carismáticos e espontâneos e, na hora de mentir, podem até fazê-la chorar de remorso por ter duvidado dele, pois são excelentes atores.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Um cafajeste traz flores sempre que apronta alguma, só para tentar driblar você com mimos, afinal, ele sabe o seu ponto fraco.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Romance é com ele mesmo e isso a prende incrivelmente. É difícil se desvencilhar dele exatamente por isso, é um Don Juan e vai deixar você perdidamente apaixonada.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Um amante de primeira, um tremendo cafajeste. E o pior é que ainda pode ser lindo. Ai, meu Deus.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Por que eu?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;É muito comum vermos mulheres dizerem: “Por que só atraio homem que não presta? “ Na verdade, elas já estão com a resposta: elas atraem.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E, na maioria das vezes, são mulheres incríveis, de ótima índole, porém frágeis emocionalmente.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E essa é a primeira característica que uma cafajeste “profissional” identifica: a fragilidade – e isso pode acontecer ao inverso também, entre homens incríveis e mulheres extremamente cafajestes, viu? Mulheres bem-sucedidas e lindas se vêem numa trama ardilosa da qual não conseguem se desvencilhar.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Mas, por quê? Meninas, é simples. Atraímos o que emanamos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E, quando ficamos frágeis, a nossa sintonia está baixa demais para atrairmos algo bom.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E aí vêm as doenças, as neuras, a depressão e.... os cafajestes. Eles vibram nessa onda baixa. Tanto que você jamais vai ver um cafajeste com uma mulher segura e dona de si – a menos que ela é quem esteja se “aproveitando” da parte boa dele, espertinha.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E sabe por quê? Por que mulheres estáveis emocionalmente sabem identificá-lo na primeira cantada ou no primeiro deslize e logo caem fora, antes de se envolverem emocionalmente, já que são bem resolvidas para fazer isso.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Falei que um cafajeste não traz escrito na testa a sua índole, mas, quando abre a boca, só não vê quem não quer. São todos iguais na essência, ou na falta dela, é impressionante. E se você não estiver bem consigo mesma, vai cair nessa. Afinal, o que é que você anda atraindo para a sua vida?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Para onde irei?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Sinto muito, mas o nosso pai estava certo: boate não é lugar de procurar compromisso. Na praia, muito menos. Está no carnaval, no meio do bloco da Ivete? Convenhamos, o que você espera encontrar? Diversão? Ótimo, terá. Casamento? Ora, por favor!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Claro que existem belas histórias de amor de casais que se conheceram em lugares da night, mas você há de concordar comigo que balada e paquera andam juntas, balada e compromisso, não! Se você encontrou seu grande a
