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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

A difícil arte de amar.

                                     
"O homem está sempre à procura da sua outra metade. Antigo é o desejo um do outro que está implantado em nós, de se reunir à sua natureza original, fazer um de dois e curar a pertubação do homem...
O par perde-se numa admiração de amor, amizade e intimidade."                                   Platão                                    (O Banquete)

" Tenho percebido que a maioria das pessoas estão em busca de uma resposta: o que fazer quando o amor começa a abalar e a relação vai ficando ruim, cheia de discórdia, brigas e dores?O que fazer? Acredito que esta seja, realmente, uma ótima pergunta!  Principalmente porque as ótimas perguntas são as mais difíceis de serem respondidas! Encontrar a resposta é um desafio pessoal, ou seja, a minha resposta serve somente para mim e cada um terá de encontrar a sua. Mas, vamos lá, podemos trocar algumas dicas de como fazer isso ou, pelo menos, de porque temos de fazer alguma coisa.
Amar não é fácil para ninguém e quanto mais nos propomos a persistir, a mergulhar mais fundo numa relação e a tentar superar as dificuldades que vão surgindo com o tempo, mais difícil parece se tornar...O amor é como um labirinto, cheio de opções. Quanto mais escolhemos, parece que mais perdidos ficamos e quanto mais caminhamos, mais confusos nos encontramos.É por isso que vejo o grande número de desistentes. Amar é tarefa complicada!
Conquistar uma pessoa é simples. Algumas pessoas têm dificuldade porque sentem tanto medo do que vem depois que, sem perceber, já criaram armadilhas internas para se auto-sabotarem e nem começarem um relacionamento.(Como sei disso!...rs). Difícil é manter uma pessoa. Difícil mesmo é continuar conquistando, continuar investindo e acreditando que pode dar certo! Difícil é, sobretudo, não mandar tudo às favas (para ser bem-educada) e partir para outra...Porque você há de convir comigo que a ilusão de que desistir do que está ruim para apostar no que parece que vai ser bom é bastante atraente. Deixar-nos levar pela idéia de que a outra pessoa é a responsável pelo fracasso do relacionamento é bem mais cômodo do que assumirmos nossa participação, nossa desastrosa atuação.E se quer saber, é justamente para isso que serve o amor! Amar pai e mãe pode ser um saco muitas vezes, mas é bastante aceitável! Amar os filhos pode nos render muito trabalho, mas no final das contas a natureza faz com que seja fácil!
Amar os amigos é confortável, afinal de contas, recompensas não faltam!Mas, convenhamos, amar alguém que entra em nossas vidas quando já vivemos uns bons anos e que, em princípio, não sabe nada a nosso respeito e nem nós a respeito dela parece coisa de maluco, não é?! E pior ainda quando essa pessoa passa a aflorar em nós sentimentos tão difíceis de lidar, como raiva, ciúme, insegurança, medo, tristeza e até uma certa impotência... Aí então nos perguntamos: quem essa pessoa pensa que é?
Que direito ela tem de invadir a minha vida e me causar tanto sofrimento? Por que eu deveria perdoá-la e continuar tentando? Por que eu não desistiria?E eu responderia: porque é nesta relação, nesta conexão que estabelecemos em nome do amor, e com essa pessoa que atraímos e escolhemos que está o nosso passaporte para a evolução, para o autoconhecimento, para a cura de nossas doenças mais profundas e invisíveis... "
(autor desconhecido)



2 comentários:

Maria José disse...

Rejane. Para o amor cada um tem a sua resposta. Não existe receita de bolo.
Conheci hoje o seu blog de receitas. Amei, aliás, como a todos os outros. São muitos os blogs a serem visitados. Nem sempre dá para deixarmos nossos comentários. Enfim, não sei como consegue administrar tantos blogs com qualidade. Parabéns e um beijão.

Natacia Araújo disse...

Eu mesma vivo me auto sabotando. Gostei daqui.

Se desejas aprender mais sobre o amor, visite meu arquivo :

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